À Esquerda e à Direita traçam-se planos semelhantes para enfrentar a crise económica. Nos Estados Unidos, a Administração Obama prepara um choque fiscal de grande dimensão, reduzindo impostos para estimular o consumo e a actividade comercial. Na Alemanha, o executivo de Angela Merkel anuncia um cenário idêntico. E nós por cá? O governo não tem nem uma palavra sobre o assunto. Não há ninguém em São Bento com o discernimento necessário para compreender que uma redução no IRC, no IVA ou no IRS – mesmo que limitada – poderia ser uma excelente medida de combate à estagnação económica?
Uma solução óbvia
josegomesandre,

José Gomes André: 4513.html.
Em Julho escrevi isto: http://oanonimoanonimo.blogs.sapo.pt/43
Talvez tenha a ver com o assunto
Eu gostava de saber que ainda há em S. Bento alguns que sabem pensar pela sua própria cabeça. Oxalá haja, oxalá se farte de ficar a assistir ao filme e oxalá apareça depressa a chamar as coisas pelos nomes. A menos que Constâncio seja a mordaça do bom-senso…
Eu, se descessem o IRS que pago, ficaria com mais dinheiro para Pôr no banco em depósitos a prazo. Não consumiria mais por isso.
A maior parte dos portugueses, se lhes diminuíssem o IRS que pagam, ficariam com mais dinheiro para amortizarem mais depressa as dívidas que têm aos bancos. Não consumiriam mais por isso.
Não conhecia esse post, caro companheiro de blogue. As nossas opiniões coincidem, e de que maneira!
Caro Luís, não concordo. Creio que um alívio fiscal teria um importante efeito psicológico, fazendo disparar o consumo. Por outro lado, uma descida no IRC estimula necessariamente a actividade económica, por isso tenderia a ser uma medida positiva. Um abraço e obrigado pelo comentário!