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Sérgio de Almeida Correia,

"La centrale libanese basata a Bissau alimenta il business direttamente alla fonte, trattando con le Farc colombiane, per conto degli sciiti di Hezbollah, mentre le cellule sunnite di Al Qaeda fanno pagare ai trafficanti una sorta di dazio quando i contrabbandieri attraversano i loro territori, in Mauritania"

 

Esta reportagem de Marco Vernaschi sobre a Guiné-Bissau e as fotos que a acompanham, ajudam-nos a perceber melhor as redes internacionais e políticas por onde passa o tráfico de cocaína. Para desgraça do povo da Guiné-Bissau e vergonha da antiga potência colonial e da comunidade internacional.

7 comentários em “Ler”

  1. “vergonha da antiga potência colonial”

    Terá tanta vergonha esta como o seu pai terá dos seus actos.

    Ou seja, tenha paciência que não tem a nada a ver…

  2. A única vergonha – e já não é pouca! – que eu acho que a comunidade internacional deveria ter, é de o comércio de cocaína ainda ser iuma coisa legal, em vez de ser um comércio legal para abastecer um consumo legal.

    Tudo o que é ilegal tem tendência, é claro, a gerar organizações mafiosas, como neste caso. Mas a culpa não é da mafia – é da ilegalização do negócio.

    1. Não tendo concordado com a forma como as coisas foram feitas e não vendo quaisquer resultados das sucessivas ajudas e mediações promovidas por Portugal, é natural que como português me sinta envergonhado.
      Por isso é que considero também normal e natural, mas porventura estarei errado, que um pai, cujo filho só faz disparates e maltrata a sua própria família, para usar uma imagem já acima referida, se sinta envergonhado com o que o filho faz. Em especial se tiver procurado educá-lo responsavelmente, transmitindo-lhe os princípios e os valores que reputava os melhores.
      Eu sei que há pais para quem tantos se lhes dá como se lhes deu; daí que também compreenda o ponto de vista de quem acha normal e natural o que se passa na Guiné-Bissau e entenda que nada disso diz respeito a Portugal.
      Pai, eu? Eles que se entendam, não é? E de preferência que morram longe.

      1. Pela minha parte, não acho nada “normal e natural o que se passa na Guiné-Bissau”.

        O que acho disparatado é ainda atribuir-se qualquer tipo de Vergonha a Portugal só por ter sido o poder colonizador.

        A responsabilidade, ou falta dela, cabe, desde à bastante tempo, única e exclusivamente à Guiné-Bissau e aos Guineenses. A verdadeira vergonha é essa – e só essa.

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