«As medidas anunciadas pelo governo fariam sentido se o país tivesse uma taxa de vacinação comparável à Roménia ou à Hungria. Com uma protecção colectiva esmagadoramente mais elevada, elas apenas reforçam os delírios negacionistas de quem não acredita na eficácia das vacinas.»
João Pereira Coutinho, no Correio da Manhã

Comentário de quem não entende as coisas.
Mesmo a 90% da população vacinada (já não sei qual a percentagem da população total – não apenas maiores de X anos de idade), isso significa que haveria 1 milhão não vacinados. Com uma eficácia média de 93% (contra hospitalização) das vacinas para os restantes 90%, daria em 630 mil em risco. No total seria uma pool de 1,63 milhões em risco.
A realidade é que há já muito que os especialistas em epidemiologia sugerem que imunidade de grupo só é atingível a partir dos 95% de vacinados. Não estamos lá. E vemos os números a aumentar. E como há atraso entre medidas tomadas e resultado das mesmas, faz sentido tomar as medidas.
O ridículo é mais mortífero que este vírus. Pense no assunto.
Verdade
E continua a repelente linguagem do complexo jornalista-político.
“Negacionista” , vou começar a chamar “Esclavagista” a quem quer que defenda socialismo.
As vacinas estão mais que demonstrado têm limitada eficácia – dura uns meses – e são uma decepção. Nem a transmissão evitam. Pior nem sequer sabemos o que representam ainda para a imunidade a outras doenças e tudo o que não sabemos porque não seguiram o processo normal de validação que tem uma componente muito importante: A duração do período experimental.
É bom lembrar ainda as Fakes News de todos os jornais incluíndo o do articulista nos disseram há uns meses sobre as vacinas: bastavam 2 e voltaríamos ao normal.
Em Inglaterra a taxa de infectados com Covid em vacinados é superior as taxas de infectados nos não vacinados dos 30 aos 80+ anos de idade. overnment/uploads/system/uploads/attachm ent_data/file/1027511/Vaccine-surveillan ce-report-week-42.pdf
https://assets.publishing.service.gov.uk/g
Assim como em Israel no caso dos viajantes que passaram pelo aeroporto de Ben Gurion.
Claro que nada disto aparece no jornalismo censório.
Delírios negacionistas da eficácia das vacinas ou delírios negacionistas da eficácia das medidas?
Vira o disco e toca o mesmo, a culpa é sempre dos outros.
Afinal quem é que é negacionista?
São as pessoas que se recusam a ser cobaias duma vacina experimental ou é o governo que não acredita na eficácia das vacinas?
É o Capitalismo no seu melhor. O lucro é sempre reinvestido no negócio mais lucrativo. No século XX foi a indústria do armamento e o narcotráfico. Chegou a vez da indústria farmacêutica. Uma vacina que não impede o contágio e a transmissão do vírus e a culpa é dos não vacinados. Extraordinário. Ouvir a OMS afirmar que as mutações do vírus são consequência da desigualdade da distribuição da vacina pelos vários continentes é hilariante. Ouvir um matemático que erra sistematicamente todas as previsões que efectua afirmar que não existe qualquer tipo de problema na mistura de várias vacinas é assombroso.
Esta treta tem que aparecer agora: temos o Natal à porta e as eleições depois.
Se as coisas correrem assim assim lá se vai a ‘o governo devia ter vergonha’.
Ainda a coviddesta vai no adro.
De mentira em mentira até à verdade nua e crua, é um enorme passo que deita por terra o atrofiamento dos limitados pernas curtas.
Eu nunca acreditei…
WW
Do relatório oficial cujo link foi deixado acima pelo comentador lucklucky e do que figura na “Table 2. COVID-19 cases by vaccination status between week 38 and week 41 2021” desse relatório onde constam taxas de infecção por 100000 pessoas, distinguindo-se vacinados de não vacinados.
Os números são estes:
(faixa etária, taxa de infecção de vacinados, taxa de infecção de não vacinados)
30-39 – 956.7 – 751.1
40-49 – 1,731.3 – 772.9
50-59 – 1,075.3 – 528.6
60-69 – 704.1 – 347.1
70-79 – 537.9 – 267.6
≥80 – 406.8 – 304.1
Como pode ver-se, nestas faixas etárias as taxas de infecção dos vacinados são sempre superiores às dos não vacinados e em três delas são mais do dobro. Perante estes números e nestas faixas etárias, o observador isento e objectivo só pode concluir que as vacinas promovem a infecção. inated-english-adults-under-60 ndcommunity/birthsdeathsandmarriages/dea ths/datasets/deathsbyvaccinationstatusen gland
Negacionista, negacionista é a realidade que teima em negar as crenças fundadas na ignorância daqueles que apelidam terceiros de negacionistas.
Agora sobre mortalidade total (de todas as causas) em Inglaterra, parece que os vacinados menores de 60 anos estão a morrer a taxas superiores às dos não vacinados. Não fui confirmar os números, mas na peça que li há um link para os dados provenientes do ONS (o INE inglês).
Título da peça e links da peça e dos dados:
“Vaccinated English adults under 60 are dying at twice the rate of unvaccinated people the same age”
https://alexberenson.substack.com/p/vacc
https://www.ons.gov.uk/peoplepopulationa
E porque vem a talhe de foice, quem quiser aprofundar e procurar explicações pode sempre ler os seguintes artigos científicos disponíveis on-line:
“The BNT162b2 mRNA vaccine against SARS-CoV-2 reprograms both adaptive and innate immune responses”
“SARS–CoV–2 Spike Impairs DNA Damage Repair and Inhibits V(D)J Recombination In Vitro”
Mais hospitalizações e mais mortes no futuro por doenças infecciosas? Uma futura “epidemia” de cancros? Será que isso já está a acontecer? Para já não se sabe, mas vai havendo indícios. Aquilo que de facto se desconhece são os efeitos a médio e longo prazo das vacinas.