Bom dia Pedro Correia Sim, a pouco e pouco vou verificando isso. Mas a realidade que observo há anos é que além das beatas e das máscaras muitas outras coisas continuam a ser atiradas para o chão. A isso, há a somar os energúmenos que encostam os sacos de lixo comum ao Molok em vez de abrirem a tampa e deitar lá para dentro. Idem para os vidros, embalagens e papel, os sacos encostados aos contentores. Tenho fotografias disso que coloquei no meu “Chapéus”, e por variadas vezes remeto ao presidente da autarquia. A Câmara Municipal está alertada/ informada disto, teoricamente a PSP local está solicitada pela autarquia para aumentar vigilância em certas zonas da cidade onde isto mais frequentemente acontece, Mais, a autarquia e autoridades sabem já da matrícula de dois carros com dois casais brancos de idade, que se “divertem” a vascular o Molok e os sacos no chão, que rebentam e tudo espalham no chão há procura de “preciosidades”. Lamentável, mas é a realidade. Boa semana. António Cabral
Alguns desses, se calhar, depois aparecem como anónimos nas redes sociais a clamar contra a “falta de civismo” dos compatriotas, caro António Cabral. Não me admirava nada.
A senhora deputada chama “túneis” às estufas e envolve os frutos vermelhos colhidos nas suas propriedades agrícolas em embalagens de plástico. Tudo muito ambientalista, claro. Acima de qualquer suspeita. Interrogo-me qual será, na novilíngua dela, a designação para plástico. Deve ter também um nome giro para isso.
Faz muito bem em chamar a atenção para as beatas e para o facto de muita gente, que até é cuidadosa com o restante lixo, aparentemente não as considerar como lixo e continuar a atirá-las para o chão.
Há dois anos e meio, o PAN fez aprovar no parlamento uma lei que pune e penaliza quem deitar beatas no chão. https://www.dn.pt/pais/parlamento-aprova-projeto-de-lei-do-pan-sobre-beatas-de-cigarros-11010087.html É uma daqueles medidas folclóricas que só servem para propaganda política. Fazem a lei e depois encolhem os ombros quando percebem que ninguém cumpre coisa nenhuma. Típico deste país. Antes o tuga atirava para onde fosse as beatas de cigarros. Agora continuar a fazer o mesmo e passou a deitar também as máscaras para o chão da rua e dos passeios. Qualquer dia as luminárias do PAN reparam nisto e fazem aprovar outra medida folclórica que se torna lei-morta desde o minuto zero.
Bom dia, Em nome da sua coerência recente (até dos graffitis o outro era culpado…) fico agora à espera – sentado, claro – que diga que a culpa é do Moedas. Cumprimentos
Se bem percebo, emitir opiniões de focinho tapado é mais imbecil do que argumentar chamando imbecil mas de focinho destapado, é isso?
Pergunta ao teu focinho. Talvez ele te responda, tapado ou destapado.
As nossas relações estavam a melhorar consideravelmente mas assim acabamos por nos zangar. Vou convocar uma reunião da Direcção para apreciar a sua atitude.
Agora só por vídeo-conferência. Não vá a doutora Graça Freitas zangar-se.
Estarei presente nessa reunião pois assim não pode ser os nossos direitos estão em causa
Espero que cumpram o vosso ‘dress code’. Todos devidamente embuçados.
“Todos devidamente embuçados.” Claro, sem máscara ninguém é admitido. Somos responsáveis.
Quem se mete com o Moedas leva ou é moderado imbecilmente e azulado .
Sendo mais ou menos inóqua a afirmação que que as máscaras retêm o virus. Não deveriam as autarquias e a DGS promover a colocação de contentores para lixo “perigoso” um pouco por todo o lado? Atenção, não pretendo desculpar os javardos que as atiram para o chão.
Os portugueses sempre foram “muito religiosos” As novas beatas são o resultado da devoção a outra “Nossa Senhora”, a santinha da DGS. O problema tradicional tuga é que o chão é nosso.
Aqui na província as gentes são mais evoluídas, não deitam somente para o chão, atiram-nas ao rio (pronto, podem voar até lá), ou penduram-nas em árvores e arbustos, quiçá com a esperança de que medrem e nasçam mascarazinhas.
Há o grupo da sueca e o grupo da cueca. Você talvez ainda vá a tempo de optar.
Quando vejo uma máscara no chão fico sempre na dúvida, será que foi por desleixo ou por rebeldia? Por desleixo não acredito, um povo tão manso e obediente não suja o chão. Estou mais inclinado para rebeldia, que é aquela forma clandestina de resistência. Haverá maior prazer do que pisar a mordaça que nos impede de respirar a liberdade?
Suja, suja. E muito. Até poderá ter a sua casinha muito limpinha (e nem isso afirmarei), mas da porta do patamar ou da rua para fora o tuga toma o que o rodeia como uma gigantesca lixeira onde nada lhe custa existir e para cuja condição contribui com método e denodo. Só o não fará se sobre ele houver mão pesada a esse propósito; que definitivamente não há em matéria de higiene e conservação urbana (exterior, enfim). É ver o estado geral de jardins, parques, ruas, bermas, o que seja onde se possa largar lixo – da beata (e agora máscara) ao frigorífico avariado ou ao entulho de obras – ou vandalizar o património público. Mas um tipo pode perfeitamente ser um porco, um selvagem no pior sentido do termo, como bem se sabe, desde que respeite a cartilha da inclusividade, da identidade de género e dessas coisas que por estes tempos são o que verdadeiramente interessa e importa a qualquer custo doutrinar.
Pois é, enquanto o tuga toma o que o rodeia como uma gigantesca lixeira, o governo toma o que o rodeia como se fosse o dono de uma ganadaria ou de uma agropecuária. Se nos tratam como gado, alguém tem de limpar a ganadaria. Dêem o exemplo, tratem as pessoas com respeito, se querem ser respeitados. É simples.
Estão bem uns para os outros, governantes e governados e não se vê, sejamos honestos, como alterar este estado de coisas, seja qual for a cor política no poder. Tratar verdadeiramente as pessoas com respeito, como V. reclama – e muito bem, como princípio – significaria também mudar (de início literalmente desagradar, desagradar profundamente) muito do que é rotina entre nós: de desleixo, de irresponsabilidade, de impunidade, de falta de exigência, de garantismo sem deveres em troca – na melhor hipótese – da mediocridade sem saída que esse garantismo miserabilista proporciona. “Mediocritas” que nem “aurea” é mas poupa a responsabilidades e permite tudo exigir – mesmo obtendo bem pouco – do estado. Um estado gordo, parasita, insaciável e a quem este estado de coisas convém. E é a tanto que podemos realisticamente almejar. É, seria, um exercício para longos anos, mais de uma geração, muito mais do que uma legislatura. E uma legislatura é o horizonte de quem nos governa, tem emprego na política, nada é fora dela e vive de legislatura em legislatura: uma de cada vez e tantas quanto possível. Nem uma completaria, entre nós, e tomando como pressuposto inquestionável que em democracia, quem ousasse esse caminho.
Na India – que por estas – e por outras – parece estar convenientemente “esquecida” – afinal só tem uma população de 1400 milhões, alguém parece estar a fazer algo por isso https://indianbarassociation.in/worlds-first-vaccine-murder-case-against-bill-gates-adar-poonawalla-filed-in-indias-high-court/
Não sei porque é que a Graça Freitas não aproveitou a ideia e em vez de ter comprado a vacina para os putos tinha comprado dois ou três contentores de bosta da sagrada vaca. Sempre ficava mais barato e evitavam as miocardites.
Podemos chamar a isso uma ideia de bosta.
Você pode pensar que é fake mas na Índia houve mesmo quem se besuntasse com a bosta para se proteger da covid.
Eheh não é bem mas tem piada. Recordam-se quando houve a ofensiva mediática com os “casos da India” ? Depois, o Governo indiano achou que andavam a brincar com os indios, retaliou, e fez-se o silêncio. Mas há uma história. https://indianexpress.com/article/cities/lucknow/uttar-pradesh-government-says-ivermectin-helped-to-keep-deaths-low-7311786/ https://www.thedesertreview.com/news/national/ivermectin-obliterates-97-percent-of-delhi-cases/article_6a3be6b2-c31f-11eb-836d-2722d2325a08.html https://english.lematinal.media/indian-state-of-241-million-people-declared-covid-free-after-government-promotes-ivermectin/ https://www.hindustantimes.com/india-news/all-adults-in-goa-to-be-given-ivermectin-to-prevent-covid-complications-101620711504877.html A ivermectina não interessa porque se vende a preço de aspirinas, e não vende vacinas: por isso foi diabolizada. Já houve quem viesse denunciar que a razão porque este (e outros) tratamentos não são mencionados é porque os contratos dos Estados com as farmacêuticas expressamente rejeitam quaisquer outros tratamentos não provenientes das mesmas, além de que, as vacinas não teriam obtido aprovação de emergência da FDA na existência de tratamentos alternativos. Se calhar, os indios somos nós…
Boa tarde, Concordo com o facto de que muitas pessoas são completamente selvagens no que diz respeito ao asseio que têm, na rua – sim, porque aposto que em casa não escarram para o chão, não tiram a máscara nem acabam de fumar e mandam ambos os restos para o chão!!! Mas permitam-me falar noutro tipo de lixo que prolifera nas ruas do nosso país, e do qual quase ninguém fala: os cartazes e catrapázios que todos os partidos políticos continuam a fazer questão de afixar em altura de campanhas e que, terminadas as eleições, deixam ficar, pensando talvez que irão desaparecer por magia… o que infelizmente não acontece , ficando meses e anos à espera que o desgaste provocado pelas condições climáticas resolva este problema!!! Vergonha, os nossos políticos precisam de ganhar vergonha na cara e nas políticas que apregoam e não cumprem!!!
Nem todos procedem assim. Convém separar o trigo do joio e não meter tudo no mesmo saco. Ou, em alternativa, falar em questões concretas e não abstractas. Como estas fotos que eu aqui trago.
“Convém separar o trigo do joio” Apoiado. E incluo aqui a separação das máscaras dos cartazes políticos. Não digo que não devam ser retirados mas não são lixo. Considero que tudo o que respeita à participação na polis deve ser respeitado. Nunca classificaria, nem aproximadamente, a propaganda política como lixo. Uma curiosidade: Muitas portas têm o cartaz:”publicidade aqui não”. Há tempo vi um que dizia: “publicidade e propaganda política aqui não”. Desagradou-me profundamente.
“revejo-me nessa posição.” Até que enfim, encontrei alguém que me apoia nesta opinião. Não é fácil encontrar quem pense assim. E receio muito que isto vá acabar mal. A ideia de que não devem existir políticos nem partidos está tão espalhada que impressiona. Bem como o desprezo pelos jornais, noticiários e debates. Nos meios rurais (que frequento) é mais do que comum. Já encontrei quem diga “no tempo do Salazar não havia política”. Alguns acrescentam “nem corrupção como agora”. Pois, ninguém roubava!!
O Salazar já saiu de cena há 55 anos. Vai sendo tempo de se falar de outros temas.
Cartazes políticos como lixo, não. Como selvajaria, isso sim. À conta de uma lei desenhada pelos políticos e para os políticos, vemos os cartazes políticos aparecerem nos mais incríveis lugares, destruindo o equilíbrio citadino, tão ferozmente defendido pelos regulamentos urbanos contra os eventuais actos dos restantes cidadãos. E não podem ser removidos, estão protegidos por lei. Frequentemente, ficam por ali a pairar depois da eleição, a certa altura integrando até a própria paisagem.
Há cartazes com mensagens políticas que ocupam espaços reservados e pagos para o efeito por esses partidos, durante um ano inteiro, à margem de campanhas eleitorais. Acontece o mesmo com marcas comerciais – através de agências publicitárias ou das próprias marcas.
Refiro-me aos cartazes espetados em rotundas e praças durante as campanhas eleitorais. Nada contra os que estão em espaços concebidos para afixação.
Sim, compreendo.
Concordo consigo, os cartazes políticos não são lixo, mas alguns são uma autêntica poluição visual, basta ver os cartazes da última campanha autárquica.
Isso já tem pouco ou quase nada a ver com aquilo que eu hoje trouxe aqui. Vocês metem a política em tudo, caramba.
Não se enerve, você sabe que as conversas são como as cerejas, não conseguimos comer só uma.
Agora é mais tempo de castanhas do que de cerejas.
E sabe qual é o segredo para a castanha assada ganhar aquela cor esbranquiçada?
Deve usar o mesmo creme facial do Michael Jackson.
uma situaçao minha ainda mais insolita. As fotos ainda nao abriram, e o post nao tem texto. aguardo. continuo a aguardar. Abriram. E vejo o inesperado.
(só tinha lido “beatas” nao tinha ligado ao “novas”) ok, as beatas sao todas da mesma cor, falta mais cor nas fotos destas novas beatas.
acontece…e acabei por nao contar outra parte da coisa. Mesmo no espaço de Destaque do sapo, as fotos demoram a abrir, alem de que nao indica o nome de quem escreve o post, cujo so vi quando entrei no blog. E se era possivel que fosse do Pedro, contava encontrar algo relacionado com beatas mas de duas pernas, tipo ministros.
sobre fotos e curiosidades, para o Pedro. Neste momento o sapo está com fotos de aldeia submersa (nestre momento nao ) do alto lindoso. O mais assinalável é que o fontenario, agora nao submerso, continua a botar agua.
O tuguinha sempre foi e será javardo, quanto mais não seja porque não gosta que lhe deem ordens. Onde é que já se viu ter que deitar mascaras no lixo quando a beata aprendeu há décadas que o seu lugar é no chão? Tenham paciência que a seu tempo havemos de nos habituar a mais um elemento decorativo da lixeira publica em que tornámos as nossas ruas. O exercício de tentar culpar os autarcas seja de que cor politica forem, pelos munícipes serem porcos é no mínimo delirante. É como culpar os professores pelos miúdos serem estupidos e mal educados, Temos o melhor exemplo da nossa cultura em termos de higiene publica, no modo como ficam os arredores dos estádios de futebol após de um jogo.
Se as máscaras usadas já metem alguma repulsa, então espalhadas ainda metem mais. Não consigo imaginar quem as deite ao chão, prefiro pensar que voaram. Mais uma razão para que o uso desta coisa em espaços abertos, como praias, seja desaconselhável. Aliás vi máscaras usadas em praias e até ao lado de rios selvagens, em plena montanha. Pergunto-me quem é que se lemrará de levar estas coisas para tais sítios. Ainda falam na “cortesia” do uso das máscaras…
São tantas em Lisboa, sepultadas no chão de ruas e passeios, que não pode ter sido o vento a levá-las. O PAN anda distraído com a questão das estufas-tornadas-túneis da líder: não teve ainda tempo para analisar o tema das novas beatas.
Bom dia Pedro Correia
Sim, a pouco e pouco vou verificando isso. Mas a realidade que observo há anos é que além das beatas e das máscaras muitas outras coisas continuam a ser atiradas para o chão. A isso, há a somar os energúmenos que encostam os sacos de lixo comum ao Molok em vez de abrirem a tampa e deitar lá para dentro. Idem para os vidros, embalagens e papel, os sacos encostados aos contentores. Tenho fotografias disso que coloquei no meu “Chapéus”, e por variadas vezes remeto ao presidente da autarquia. A Câmara Municipal está alertada/ informada disto, teoricamente a PSP local está solicitada pela autarquia para aumentar vigilância em certas zonas da cidade onde isto mais frequentemente acontece, Mais, a autarquia e autoridades sabem já da matrícula de dois carros com dois casais brancos de idade, que se “divertem” a vascular o Molok e os sacos no chão, que rebentam e tudo espalham no chão há procura de “preciosidades”. Lamentável, mas é a realidade. Boa semana.
António Cabral
Bem verdade. Há gente que não devia viver em sociedade….
Alguns desses, se calhar, depois aparecem como anónimos nas redes sociais a clamar contra a “falta de civismo” dos compatriotas, caro António Cabral. Não me admirava nada.
Praticou um acto de civismo, caro António Cabral. Felicito-o por isso.
Boa semana para si também.
Javardices. Pastilhas, beatas, máscaras. Coisas que se metem na boca.
O pan tem de intervir.
Eles agora não podem. Andam entretidos a chamar “túneis” às estufas.
E o Pedro trocadilha fackenewsiando túneis com estufas fechadas pr’aqueles que não sabem distinguir.
A senhora deputada chama “túneis” às estufas e envolve os frutos vermelhos colhidos nas suas propriedades agrícolas em embalagens de plástico. Tudo muito ambientalista, claro. Acima de qualquer suspeita.
Interrogo-me qual será, na novilíngua dela, a designação para plástico. Deve ter também um nome giro para isso.
Faz muito bem em chamar a atenção para as beatas e para o facto de muita gente, que até é cuidadosa com o restante lixo, aparentemente não as considerar como lixo e continuar a atirá-las para o chão.
Há dois anos e meio, o PAN fez aprovar no parlamento uma lei que pune e penaliza quem deitar beatas no chão. a-projeto-de-lei-do-pan-sobre-beatas-de-c igarros-11010087.html
https://www.dn.pt/pais/parlamento-aprov
É uma daqueles medidas folclóricas que só servem para propaganda política. Fazem a lei e depois encolhem os ombros quando percebem que ninguém cumpre coisa nenhuma. Típico deste país.
Antes o tuga atirava para onde fosse as beatas de cigarros. Agora continuar a fazer o mesmo e passou a deitar também as máscaras para o chão da rua e dos passeios. Qualquer dia as luminárias do PAN reparam nisto e fazem aprovar outra medida folclórica que se torna lei-morta desde o minuto zero.
Bom dia,
Em nome da sua coerência recente (até dos graffitis o outro era culpado…) fico agora à espera – sentado, claro – que diga que a culpa é do Moedas.
Cumprimentos
Não precisa de esperar. Digo-lhe já que você é um imbecil.
Logo, quem não é dos nossos é imbecil.
Grande democrata.
Qualquer sujeito que emite opiniões de focinho tapado já é semi-imbecil.
Se bem percebo, emitir opiniões de focinho tapado é mais imbecil do que argumentar chamando imbecil mas de focinho destapado, é isso?
Pergunta ao teu focinho. Talvez ele te responda, tapado ou destapado.
As nossas relações estavam a melhorar consideravelmente mas assim acabamos por nos zangar.
Vou convocar uma reunião da Direcção para apreciar a sua atitude.
Agora só por vídeo-conferência. Não vá a doutora Graça Freitas zangar-se.
Estarei presente nessa reunião pois assim não pode ser os nossos direitos estão em causa
Espero que cumpram o vosso ‘dress code’. Todos devidamente embuçados.
“Todos devidamente embuçados.” Claro, sem máscara ninguém é admitido. Somos responsáveis.
Quem se mete com o Moedas leva ou é moderado imbecilmente e azulado .
A tua amiga de Arroios agora já paga o que traz do mercado?
Não precisa de esperar. Digo-lhe já que você é um imbecil.
Ahahah. Lindo.
Sendo mais ou menos inóqua a afirmação que que as máscaras retêm o virus. Não deveriam as autarquias e a DGS promover a colocação de contentores para lixo “perigoso” um pouco por todo o lado?
Atenção, não pretendo desculpar os javardos que as atiram para o chão.
Desculpar javardos seria intolerável.
Os portugueses sempre foram “muito religiosos”
As novas beatas são o resultado da devoção a outra “Nossa Senhora”, a santinha da DGS.
O problema tradicional tuga é que o chão é nosso.
Tuga não encara o chão como propriedade comum. É coisa “dos outros”. Dá para verter lixo, escarrar, mijar, mandar o cão cagar. Mesmo à tuga.
As mulheres estão cada vez menos asseadas fazem tudo na rua.
Os patetas andam cada vez mais patetas. Como se comprova.
Aqui na província as gentes são mais evoluídas, não deitam somente para o chão, atiram-nas ao rio (pronto, podem voar até lá), ou penduram-nas em árvores e arbustos, quiçá com a esperança de que medrem e nasçam mascarazinhas.
Não há direito, atirarem as máscaras ao Rui Rio. Que javardice.
Ao Rio Rui atiram-se soutiens, é uma rock star.
Ao Rangel é lenços de papel para limpar as lágrimas
Falo em beatas e logo aparece uma beata do Rio.
Faz sentido.
Há quem atire cuecas para o ar para os sem cuecas apanharem
Há o grupo da sueca e o grupo da cueca. Você talvez ainda vá a tempo de optar.
Quando vejo uma máscara no chão fico sempre na dúvida, será que foi por desleixo ou por rebeldia?
Por desleixo não acredito, um povo tão manso e obediente não suja o chão.
Estou mais inclinado para rebeldia, que é aquela forma clandestina de resistência. Haverá maior prazer do que pisar a mordaça que nos impede de respirar a liberdade?
Suja, suja. E muito. Até poderá ter a sua casinha muito limpinha (e nem isso afirmarei), mas da porta do patamar ou da rua para fora o tuga toma o que o rodeia como uma gigantesca lixeira onde nada lhe custa existir e para cuja condição contribui com método e denodo. Só o não fará se sobre ele houver mão pesada a esse propósito; que definitivamente não há em matéria de higiene e conservação urbana (exterior, enfim).
É ver o estado geral de jardins, parques, ruas, bermas, o que seja onde se possa largar lixo – da beata (e agora máscara) ao frigorífico avariado ou ao entulho de obras – ou vandalizar o património público.
Mas um tipo pode perfeitamente ser um porco, um selvagem no pior sentido do termo, como bem se sabe, desde que respeite a cartilha da inclusividade, da identidade de género e dessas coisas que por estes tempos são o que verdadeiramente interessa e importa a qualquer custo doutrinar.
Pois é, enquanto o tuga toma o que o rodeia como uma gigantesca lixeira, o governo toma o que o rodeia como se fosse o dono de uma ganadaria ou de uma agropecuária.
Se nos tratam como gado, alguém tem de limpar a ganadaria.
Dêem o exemplo, tratem as pessoas com respeito, se querem ser respeitados. É simples.
Estão bem uns para os outros, governantes e governados e não se vê, sejamos honestos, como alterar este estado de coisas, seja qual for a cor política no poder. Tratar verdadeiramente as pessoas com respeito, como V. reclama – e muito bem, como princípio – significaria também mudar (de início literalmente desagradar, desagradar profundamente) muito do que é rotina entre nós: de desleixo, de irresponsabilidade, de impunidade, de falta de exigência, de garantismo sem deveres em troca – na melhor hipótese – da mediocridade sem saída que esse garantismo miserabilista proporciona. “Mediocritas” que nem “aurea” é mas poupa a responsabilidades e permite tudo exigir – mesmo obtendo bem pouco – do estado. Um estado gordo, parasita, insaciável e a quem este estado de coisas convém. E é a tanto que podemos realisticamente almejar.
É, seria, um exercício para longos anos, mais de uma geração, muito mais do que uma legislatura. E uma legislatura é o horizonte de quem nos governa, tem emprego na política, nada é fora dela e vive de legislatura em legislatura: uma de cada vez e tantas quanto possível. Nem uma completaria, entre nós, e tomando como pressuposto inquestionável que em democracia, quem ousasse esse caminho.
Na India – que por estas – e por outras – parece estar convenientemente “esquecida” – afinal só tem uma população de 1400 milhões, alguém parece estar a fazer algo por isso irst-vaccine-murder-case-against-bill-ga tes-adar-poonawalla-filed-in-indias-high-c ourt/
https://indianbarassociation.in/worlds-f
Na Índia não usam máscara, têm uma protecção mais eficaz. Besuntam-se com bosta de vaca que é sagrada e ficam protegidos mais de seis meses.
É em proporção directa. Quanto mais fezes, mais meses.
Não sei porque é que a Graça Freitas não aproveitou a ideia e em vez de ter comprado a vacina para os putos tinha comprado dois ou três contentores de bosta da sagrada vaca.
Sempre ficava mais barato e evitavam as miocardites.
Podemos chamar a isso uma ideia de bosta.
Você pode pensar que é fake mas na Índia houve mesmo quem se besuntasse com a bosta para se proteger da covid.
Eheh não é bem mas tem piada. ucknow/uttar-pradesh-government-says-ive rmectin-helped-to-keep-deaths-low-731178 6/ ional/ivermectin-obliterates-97-percent-o f-delhi-cases/article_6a3be6b2-c31f-11eb-8 36d-2722d2325a08.html tate-of-241-million-people-declared-covi d-free-after-government-promotes-ivermec tin/ s/all-adults-in-goa-to-be-given-ivermect in-to-prevent-covid-complications-101620 711504877.html
Recordam-se quando houve a ofensiva mediática com os “casos da India” ? Depois, o Governo indiano achou que andavam a brincar com os indios, retaliou, e fez-se o silêncio. Mas há uma história.
https://indianexpress.com/article/cities/l
https://www.thedesertreview.com/news/nat
https://english.lematinal.media/indian-s
https://www.hindustantimes.com/india-new
A ivermectina não interessa porque se vende a preço de aspirinas, e não vende vacinas: por isso foi diabolizada.
Já houve quem viesse denunciar que a razão porque este (e outros) tratamentos não são mencionados é porque os contratos dos Estados com as farmacêuticas expressamente rejeitam quaisquer outros tratamentos não provenientes das mesmas, além de que, as vacinas não teriam obtido aprovação de emergência da FDA na existência de tratamentos alternativos.
Se calhar, os indios somos nós…
Dá cor aos passeios
E previne formigas e baratas de se contagiarem.
A calçada portuguesa não foi inoculada, tem de usar máscara.
Se não usar fica descalça, coitada.
Boa tarde,
Concordo com o facto de que muitas pessoas são completamente selvagens no que diz respeito ao asseio que têm, na rua – sim, porque aposto que em casa não escarram para o chão, não tiram a máscara nem acabam de fumar e mandam ambos os restos para o chão!!!
Mas permitam-me falar noutro tipo de lixo que prolifera nas ruas do nosso país, e do qual quase ninguém fala: os cartazes e catrapázios que todos os partidos políticos continuam a fazer questão de afixar em altura de campanhas e que, terminadas as eleições, deixam ficar, pensando talvez que irão desaparecer por magia… o que infelizmente não acontece , ficando meses e anos à espera que o desgaste provocado pelas condições climáticas resolva este problema!!! Vergonha, os nossos políticos precisam de ganhar vergonha na cara e nas políticas que apregoam e não cumprem!!!
Nem todos procedem assim. Convém separar o trigo do joio e não meter tudo no mesmo saco. Ou, em alternativa, falar em questões concretas e não abstractas. Como estas fotos que eu aqui trago.
“Convém separar o trigo do joio” Apoiado. E incluo aqui a separação das máscaras dos cartazes políticos. Não digo que não devam ser retirados mas não são lixo. Considero que tudo o que respeita à participação na polis deve ser respeitado. Nunca classificaria, nem aproximadamente, a propaganda política como lixo.
Uma curiosidade:
Muitas portas têm o cartaz:”publicidade aqui não”. Há tempo vi um que dizia: “publicidade e propaganda política aqui não”. Desagradou-me profundamente.
Percebo o seu desagrado e revejo-me nessa posição.
“revejo-me nessa posição.” Até que enfim, encontrei alguém que me apoia nesta opinião. Não é fácil encontrar quem pense assim. E receio muito que isto vá acabar mal.
A ideia de que não devem existir políticos nem partidos está tão espalhada que impressiona. Bem como o desprezo pelos jornais, noticiários e debates. Nos meios rurais (que frequento) é mais do que comum.
Já encontrei quem diga “no tempo do Salazar não havia política”. Alguns acrescentam “nem corrupção como agora”. Pois, ninguém roubava!!
O Salazar já saiu de cena há 55 anos.
Vai sendo tempo de se falar de outros temas.
Cartazes políticos como lixo, não. Como selvajaria, isso sim. À conta de uma lei desenhada pelos políticos e para os políticos, vemos os cartazes políticos aparecerem nos mais incríveis lugares, destruindo o equilíbrio citadino, tão ferozmente defendido pelos regulamentos urbanos contra os eventuais actos dos restantes cidadãos. E não podem ser removidos, estão protegidos por lei. Frequentemente, ficam por ali a pairar depois da eleição, a certa altura integrando até a própria paisagem.
Há cartazes com mensagens políticas que ocupam espaços reservados e pagos para o efeito por esses partidos, durante um ano inteiro, à margem de campanhas eleitorais. Acontece o mesmo com marcas comerciais – através de agências publicitárias ou das próprias marcas.
Refiro-me aos cartazes espetados em rotundas e praças durante as campanhas eleitorais. Nada contra os que estão em espaços concebidos para afixação.
Sim, compreendo.
Concordo consigo, os cartazes políticos não são lixo, mas alguns são uma autêntica poluição visual, basta ver os cartazes da última campanha autárquica.
Isso já tem pouco ou quase nada a ver com aquilo que eu hoje trouxe aqui. Vocês metem a política em tudo, caramba.
Não se enerve, você sabe que as conversas são como as cerejas, não conseguimos comer só uma.
Agora é mais tempo de castanhas do que de cerejas.
E sabe qual é o segredo para a castanha assada ganhar aquela cor esbranquiçada?
Deve usar o mesmo creme facial do Michael Jackson.
uma situaçao minha ainda mais insolita. As fotos ainda nao abriram, e o post nao tem texto.
aguardo. continuo a aguardar.
Abriram.
E vejo o inesperado.
(só tinha lido “beatas” nao tinha ligado ao “novas”)
ok, as beatas sao todas da mesma cor, falta mais cor nas fotos destas novas beatas.
Tem lá umas florzinhas amarelas, num dos bonecos.
acontece…e acabei por nao contar outra parte da coisa.
Mesmo no espaço de Destaque do sapo, as fotos demoram a abrir, alem de que nao indica o nome de quem escreve o post, cujo so vi quando entrei no blog. E se era possivel que fosse do Pedro, contava encontrar algo relacionado com beatas mas de duas pernas, tipo ministros.
Desta vez foram estas. As que são deitadas javardamente ao chão um pouco por todo o lado.
sobre fotos e curiosidades, para o Pedro. Neste momento o sapo está com fotos de aldeia submersa (nestre momento nao ) do alto lindoso. O mais assinalável é que o fontenario, agora nao submerso, continua a botar agua.
Agradeço-lhe a sugestão.
Bem visto.
O tuguinha sempre foi e será javardo, quanto mais não seja porque não gosta que lhe deem ordens. Onde é que já se viu ter que deitar mascaras no lixo quando a beata aprendeu há décadas que o seu lugar é no chão? Tenham paciência que a seu tempo havemos de nos habituar a mais um elemento decorativo da lixeira publica em que tornámos as nossas ruas.
O exercício de tentar culpar os autarcas seja de que cor politica forem, pelos munícipes serem porcos é no mínimo delirante. É como culpar os professores pelos miúdos serem estupidos e mal educados, Temos o melhor exemplo da nossa cultura em termos de higiene publica, no modo como ficam os arredores dos estádios de futebol após de um jogo.
Só falta voltarmos ao tempo da “água vai”.
Se as máscaras usadas já metem alguma repulsa, então espalhadas ainda metem mais. Não consigo imaginar quem as deite ao chão, prefiro pensar que voaram. Mais uma razão para que o uso desta coisa em espaços abertos, como praias, seja desaconselhável. Aliás vi máscaras usadas em praias e até ao lado de rios selvagens, em plena montanha. Pergunto-me quem é que se lemrará de levar estas coisas para tais sítios. Ainda falam na “cortesia” do uso das máscaras…
São tantas em Lisboa, sepultadas no chão de ruas e passeios, que não pode ter sido o vento a levá-las.
O PAN anda distraído com a questão das estufas-tornadas-túneis da líder: não teve ainda tempo para analisar o tema das novas beatas.