Pego no seu 1º parágrafo e subscrevo-o, Vento. Acrescento que devo ter a idade de sua mãe. Nesses tempos (anos ssessenta) a malta lia muito. Li “Esteiros” e gostei. As obras da Pearl Buck tiveram êxito e foi quase tudo lido. Bela série com que P. Correia nos brinda. Maria
Maria, se eu dissesse que existe um revivalismo nos conteúdos estaria a enganar-me. Pois no que é humano não existem avanços e retrocessos, mas um circulo clássico em sua condição. As excepções levam o nome de santo(a)s ou justo(a)s, sem nunca deixarem de ser incapazes da santidade e da justiça per se. Na sabedoria existe um espírito de inteligência que ajuda a perscrutar a primeira voz do nosso nascimento. E esta voz não são palavras. O resto são modinhas. O P. Correia é um leitor voraz, pecando por não ler ainda mais 😉
Se o PS obtiver a maioria absoluta, o que acontecerá se o PSD for liderado pelo candidato da comunicação social portuguesa, também não haverá governo de direita!!
Estamos, enquanto sociedade, a precisar de um abre-olhos. Blocos, pans, joacines, chegas. Andam por aí, divertem, mas são um sinal. Entretanto uma geração xuxa (e o que está em causa não é o PS, mas um certo grupo que se mantém no poder há anos) que vai drenando isto. Um choque de uma maioria absoluta ps pode ser o remédio.
Não sei o que atormenta mais a Coordenadora, se a possibilidade do PS governar com maioria, se de governar em minoria mas sem precisar de aturar o Bloco (via pcp ou pan), ou de ficarem atrás do Ventura e seus muchachos. Em linguagem da bola, o BE precisa de reforços. Joacine está no mercado.
Pego no seu 1º parágrafo e subscrevo-o, Vento. Acrescento que devo ter a idade de sua mãe. Nesses tempos (anos ssessenta) a malta lia muito.
Li “Esteiros” e gostei. As obras da Pearl Buck tiveram êxito e foi quase tudo lido. Bela série com que P. Correia nos brinda.
Maria
Creio que este seu comentário veio parar ao local errado, Maria. Mas agradeço-lhe à mesma.
Já tinha dado pelo erro. As minhas desculpas.
Maria.
Maria, se eu dissesse que existe um revivalismo nos conteúdos estaria a enganar-me. Pois no que é humano não existem avanços e retrocessos, mas um circulo clássico em sua condição. As excepções levam o nome de santo(a)s ou justo(a)s, sem nunca deixarem de ser incapazes da santidade e da justiça per se. Na sabedoria existe um espírito de inteligência que ajuda a perscrutar a primeira voz do nosso nascimento. E esta voz não são palavras.
O resto são modinhas.
O P. Correia é um leitor voraz, pecando por não ler ainda mais 😉
Se o PS obtiver a maioria absoluta, o que acontecerá se o PSD for liderado pelo candidato da comunicação social portuguesa, também não haverá governo de direita!!
Tantos ses. Tanta baralhação. Tanto ponto de exclamação desperdiçado.
Era engraçado um governo bloco-pcp. Quatro anos de governação de esquerda.
Engraçado para quem?
Por vezes é preciso dar um passo atrás.
Por vezes é preciso dar um mortal à retaguarda, com flic-flac.
Ensinou o kamarada Tolivaritch Imbecilianov.
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Penso que seja esta a frase mais adequada.
Aí, o medo do voto útil… Borregaram, agora assustados seguem.
Estamos, enquanto sociedade, a precisar de um abre-olhos. Blocos, pans, joacines, chegas. Andam por aí, divertem, mas são um sinal. Entretanto uma geração xuxa (e o que está em causa não é o PS, mas um certo grupo que se mantém no poder há anos) que vai drenando isto. Um choque de uma maioria absoluta ps pode ser o remédio.
Quando se perde a noção do ridículo já não há remédio que valha.
«Nunca haverá um governo de direita se o Bloco de Esquerda o puder impedir.»
Só uma pessoa muito dada a ditaduras é que diria uma coisa destas
Não sei o que atormenta mais a Coordenadora, se a possibilidade do PS governar com maioria, se de governar em minoria mas sem precisar de aturar o Bloco (via pcp ou pan), ou de ficarem atrás do Ventura e seus muchachos.
Em linguagem da bola, o BE precisa de reforços. Joacine está no mercado.