DELITO há dez anos


Pedro Correia,

21523202_SMAuI.jpeg

 

José Maria Gui Pimentel: «As corridas de toiros são uma instituição defensável, com argumentos lógicos. Porém, fingir que não se percebe a questão, valendo-se de comparações despropositadas, não tem outro nome senão desonestidade intelectual. É profundamente irritante o modo como alguns dos poucos comentadores que têm o privilégio de apenas ter como adversário um jornalista mais concentrado na condução da emissão do que no debate do tema em questão desbaratam esse capital utilizando constantemente argumentos falaciosos.»

 

Luís M. Jorge: «Assim estragou-se a propriedade privada de um cidadão cumpridor que manifestava, como se nota, imenso carinho pelo seu prédio. Acode-nos, Virgem Maria.»

 

Luís Menezes Leitão: «Há muito que sabemos que a Câmara de Lisboa é amiga dos grafiteiros. Não é amiga é do povo de Lisboa. É por isso que é isto que vemos em toda a Lisboa. Alguns graffitis podem ter alguns laivos artísticos, mas isso não justifica a utilização da propriedade alheia sem consentimento dos seus donos. A esmagadora maioria dos graffitis é pura e simplesmente horrível, gerando um ambiente degradado. Por mim, é Rui Rio que pode descer a Lisboa que faz cá muita falta.»

 

Rui Rocha: «A extinção da Fundação para as Comunicações Móveis e o fim da distribuição dos computadores Magalhães simboliza o ponto final na ilusão de que seria possível tornar Portugal um país mesmo muito evoluído. Com Sócrates, tinha a secreta esperança de que, embalado pelo sucesso dos programas E-escolas E-escolinhas, este viesse a lançar os programas Rodas e Rodinhas. Através dos quais seria possível aos pacatos e ordeiros cidadãos lusitanos adquirirem viaturas topo de gama ou compactos familiares por, respectivamente, 2000€ e 1000€ a unidade, ficando a seu cargo, apenas, as revisões periódicas junto dos concessionários oficiais das marcas aderentes. E a substituição dos pneus. Com estes miserabilistas que lá estão agora, já vi que nada feito.»

 

Teresa Ribeiro: «A revista Gingko vai estar no Green Festival com um programa à sua medida, ou seja, perfeito. Sou insuspeita (cof, cof, cof), por isso posso afirmar sem constrangimentos que fazem muito mal se não passarem pelo Estoril para participar numa das actividades da sala Gingko.»

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *