Coisas a mais. Da Maria João Caetano, n ‘ A Gata Christie.
Natal com ‘nouvelle cuisine’? Da Luísa, no Nocturno.
O peru, o coitado do peru! Gluglu… De Eugénia de Vasconcellos, no É Tudo Gente Morta.
Doce de pera com jeropiga. Da Sofia Loureiro dos Santos, no Defender o Quadrado.
Rapaz de veludo. De Maria N, na Segunda Língua.
A árvore perfeita. Da Sofia Vieira, na Controversa Maresia.
Comboio, Campolide. Da Ana Cláudia Vicente, no Quatro Caminhos.
A síndrome do DAEN. De Ana Lima, no Dias Imperfeitos.
Mobilar as estantes. Da Nicolina Cabrita, no Ângulo Recto.
O Natal e o amor genuíno. Da Ana Gabriela, no Rio sem Regresso.
Do frio. Da Joana Carvalho Dias, no Hole Horror.
Viver em esperança. De GJ, na Grande Jóia.

Pois há Pedro. E eu, suspeito que sou, direi que há muita vida no Nocturno e, em especial, na Grande Jóia.
Sem dúvida, Mike. Dois blogues ‘muito cá de casa’.
Pedro, agradecendo a referência, aproveito para lhe desejar – e a todos os autores do Delito – um Natal muito feliz (com ou sem ousadias de «nouvelle cuisine») e um bom ano de 2010. 🙂
Agradeço e retribuo, Luísa. E confesso-lhe que partilho do seu gosto pela ‘nouvelle cuisine’, tão injuriada por gente que nada percebe de gastronomia.
Tenho esse livro da Irene Lisboa «atravessado» até hoje! Nem às paredes confesso as ideias malucas que já me passaram pela cabeça a propósito desse livro…
Votos de Boas Festas para ti, Pedro, e para toda a equipa do «Delito».
Adorei o teu apontamento. Até porque essa história seria perfeitamente capaz de se passar também comigo.
Feliz Natal. Um beijinho.
Fico mais consolada 🙂
Obrigada, Pedro. Um beijinho.
Oh, Pedro, que surpresa! Obrigada pela amabilidade.
Espero que o post consiga mostrar a complexidade da peça de Tennessee Williams, a sua interessante adaptação para a linguagem do cinema e a magnífica representação de todos os actores!
Ana
É um filme que revejo vezes sem conta, sem nunca me cansar. Gostei muito da sua análise, que subscrevo sem reservas.
Feliz Natal.
Será que também pretendes dizer (subtilmente, é certo) que há vida para além dos homens? É que as tuas escolhas são todas femininas. Nada a reclamar, repara. Todas elas são de mão cheia.
Pronto!… já cá faltavas com as tuas alfinetadas, Ana. Mas há dúvidas que Elas escrevem melhor que Eles?… não, mas não precisas carregar na ferida. 😉
Se tu o dizes… 😉
Só devido ao teu reparo percebi que apenas havia ‘escrita feminina’ nestas minhas escolhas, Ana.
O que é ainda mais significativo, se não foi intencional. Boa, Pedro. Sem guerrilhas sem sentido, que não são o meu género, gosto dessa tua sensibilidade.
Olá Pedro,
então foi dar conta do meu desgosto de peru? Merci.
Abraço.
Essa pequena odisseia culinária ‘a propos du’ peru é simplesmente deliciosa, Eugénia.
Hummmm! Terá este gineceu todo a ver com o post da Teresa sobre a “escrita feminina”?
:))
Bem observado, Maria do Sol.
Não sei se é uma “alfinetada”. Mas confesso que também reparei no facto de se tratarem de textos só de mulheres. Espero que a escolha não tenha nada a ver com quotas. Pela parte que me toca agradeço a chamada de atenção. E, não podendo com eles, junto-me a eles desejando um bom Natal a todos.
Quotas não, Ana. Sou contra: há sempre uma componente de humilhação subjacente a isso. Já bastaram as reservas dos índios. E esses, mesmo assim, tramaram-se.
Ah, assim estou mais descansada. 🙂
Pedro, muito obrigada pela referência. Feliz Natal. Grande Abraço.
Um abraço muito especial para si neste Natal, GJ.