Na edição especial de Natal do Economist, um artigo belíssimo sobre a memória da Grande Guerra, agora que já não há sobreviventes das trincheiras:

Na edição especial de Natal do Economist, um artigo belíssimo sobre a memória da Grande Guerra, agora que já não há sobreviventes das trincheiras:

Outra memória, sobre a qual escrevi umas linhas: faz hoje vinte anos que se deu o epicentro da Revolução da Roménia.
Tendo estado cerca de 20 dias em Londres,em Agosto deste ano,( aniversário do início da I Guerra)pude constatar o respeito que os Ingleses dedicam a todos os seus cidadãos e aos que com eles juntos combateram em conflitos que para nós parecem já esquecidos. Uma visita ao Imperial War Museum e ao Museu da RAF são eloquentes exemplos. Por cá o monumento aos mortos do chamado Ultramar é o exemplo de como lidamos mal com a nossa história.Quase escondido como uma vergonha a evitar. E aqueles nomes lá perpetuados( alguns conheci-os) não merecem essa atitude.Mas é assim que somos. Pena.
Também vi, Ana. Muito bem trazido para aqui.
Faço minhas as palavras do Mike.
Uma boa lembrança de um triste acontecimento.
Nunca esqueço o Capitãozinho, sobrevivente da terrível batalha de La Lys, com quem trabalhei em Moçambique.