A Madeira já é independente?


Pedro Correia,

«A Organização Mundial de Saúde pediu que os países que estão a vacinar crianças e adolescentes contra a Covid-19 deixem de o fazer e entreguem essas doses ao sistema Covax, para que possam ser distribuídas por países mais necessitados, como a África do Sul, onde nem o pessoal médico foi ainda completamente vacinado.»

Organização Mundial de Saúde, 15 de Maio

 

«A Organização Mundial de Saúde divulgou um vídeo explicando por que não recomenda que a vacinação de crianças seja uma prioridade neste momento da pandemia do novo coronavírus.»

Organização Mundial de Saúde, 11 de Junho

 

«Tudo está preparado para, nos fins-de-semana entre 14 de Agosto e 19 de Setembro, serem administradas as duas doses de vacina às cerca de 570 mil crianças e jovens entre os 12 e os 17 anos.»

António Costa, primeiro-ministro, 21 de Julho

 

«DGS recomenda vacinar crianças dos 12 aos 15 anos só com co-morbilidades.»

Notícia do Eco, 30 de Julho

 

«Decidimos aguardar por mais informação, nomeadamente a nível da União Europeia [sobre a vacinação generalizada de adolescentes entre os 12 e os 15 anos].»

Graça Freitas, directora “geral” da Saúde, 30 de Julho

 

«Madeira começa a vacinar no sábado 20 mil jovens a partir dos 12 anos.»

Notícia do Jornal de Notícias, 30 de Julho

 

«[Vacinar cerca de 20 mil adolescentes entre os 12 e os 18 anos] é uma decisão política do Governo [regional da Madeira] que segue aquilo que são as orientações da Direcção Regional da Saúde, da task force regional da vacinação e que segue no fundo aquilo que são as linhas orientadoras da Organização Mundial da Saúde.»

Miguel Albuquerque, presidente do Governo regional da Madeira, 30 de Julho

40 comentários em “A Madeira já é independente?”

  1. Espero que os pais tenham a decência de contrariar esses atentados sanitários. O escândalo é ainda mais gritante quando perante as evidências os vacinados transmitem o vírus entre si quanto os não vacinados; e não existem evidencias científicas de que a vacina impeça a morte em organismo de pessoas que naturalmente repeliriam o bicho.

    É altura de parar esta farsa que está aí não em favor das pessoas mas da economia; e que se virará contra as pessoas.
    Porém quem quiser vacine-se.

    1. O problema vem de baixo, não de cima.
      Qualquer tuga, vendo um microfone estendido na sua direcção, desata a debitar a cartilha sanitariamente correcta.
      Somos assim. Daí a democracia, na história de Portugal, ser excepção e não regra.
      O que está a passar-se na Madeira devia merecer indignação geral, cá e lá. Nada disso acontece. Todos baixam as orelhas.

      1. Está correcto o que afirma. Certamente que em sua actividade já se deparou com o que abaixo vou escrever, e que retracta o que se está a viver também nesta matéria.
        Na psicologia de vendas e negociação existe uma conjunto de leis (7, que se aplica consoante as culturas) designadas por Leis da Influência.
        São elas:
        reciprocidade; contraste; escassez; coerência; compromisso; conformidade e autoridade.
        Na lei da Conformidade existe um adágio que refere: “onde todos pensam igual, ninguém pensa muito”.
        Esta lei aplica-se quando existe um elevado grau de incerteza. E o problema está aqui: aproveitam-se deste grau de incerteza, explorando os medos, para incutir o “produto” que se pretende.
        Já agora, para concluir, a moralista Pelosi parece não ter muita moral, ainda que tudo seja legal. O vídeo foi publicado ontem:
        https://www.youtube.com/watch?v=hcsx4Xi5M-I

  2. Boa tarde Pedro Correia
    Palavras para quê, não é ?
    Este Portugalinho está cada vez mais pitoresco…..picaresco…….adiante
    Tenha um bom fim de semana
    António Cabral

    1. Querem “regionalização”? Aqui a têm.
      Imaginem um país “regionalizado”, com Madeiras um pouco por todo o lado, impondo-se à orientação geral numa governação geral “à la carte”.

  3. Nem as miocardites nem as pericardites provocadas pelas vacinas nas crianças são suficientes para travar a loucura do Albuquerque.
    Qual será a urgência de incapacitar o futuro de uma geração?
    E o governo da República não tem nada a dizer?
    Será possível que agora qualquer palhaço com poder se ache no direito de tratar as pessoas como gado? E ainda não está aprovada a mudança na constituição que o PSD quer fazer. Quando estiver, já estou a ver que o arquipélago da Madeira vai mudar de nome e passar a chamar-se arquipélago de Auschwitz.

  4. Parece que alguns não seguiram a intervenção do especialista Henrique de Barros na recente reunião do Infarmed: para termos um inverno feliz, “é fundamental a vacinação das crianças”.

    1. Desculpem a intromissão mas, no que diz respeito a atendimento no SNS, são consideradas crianças até ao dia em que fizerem 18 anos. São seguidas em consultas/ urgências de pediatria e isentas do pagamento de taxas moderadoras.
      Porque é que no que diz respeito à vacinação haveriam de ser considerados de forma diferente?

  5. Quando a febre da propaganda governamental se sobrepõe aos mais elementares princípios de decência, rigor e seriedade, deixando para trás doenças, misérias e abusos de toda a ordem verificados de alto a baixo da pirâmide, nem se chegando a perceber onde começa e acaba a desordem, é nisto que a matreirice dá. Mais e mais incompetência, arrogância, irresponsabilidade, fuga das culpas e abuso desenfreado do poder.

  6. Dêem-lhes a independência de uma vez por todas. Mesmo que não a queiram. E aos Açores, também, já agora. (Por conta do César, quanto mais não seja.)

  7. Estamos perante uma pandemia com um vírus muito pouco disciplinado.
    Algo fora das rotinas comuns que aparece perante o poder político.
    A centralização -desde o nível mais alto da OMS até aos níveis locais mais comezinho- deixa muito a desejar com tanta ordem e contra ordem entre todos os níveis de poder.
    Afinal quem manda na saúde dos cidadãos?. Porque puxa cada um para o seu lado?. Os peritos em saúde (não dependentes)?. A comunicação social?. Os múltiplos interesses dos negociantes nas áreas de saúde?. Os políticos?. Os partidos?.
    Porque em vez de tanta (pseudo) vacina que ninguém quer certeficar, não se pesquizou um simples efeciente fármaco?.
    O que será que se vaticina com as recente notícias sobre o insuficiente desempenho, a vários níveis, de estas “vacinas”?.

  8. Como é que um cidadão comum reage ao que vai ouvindo, lendo e vendo?
    A TV já pouco me acompanha, os jornais (alguns) grandemente tendenciosos, escrevendo sob uma cartilha preocupante, desgostam-me.
    Assim, para não me infernizar vou ouvindo rádio e venho até aqui. Obrigada.
    Maria

  9. A Madeira não é independente. mas na verdade está-se “a cagar” (citando Ferro Rodrigues num episódio diferente) para o governo central o qual muda várias vezes ao dia de opinião, reduzindo a sua credibilidade a zero.

    Cumprimentos
    Pedro Cunha

        1. A Inglaterra abandonou os mais velhos?
          A Suécia abandonou os mais velhos?
          O Texas abandonou os mais velhos?
          Vá lá perguntar aos lares quem é que os abandonou neste ano e meio.
          Se o vírus fosse assim tão perigoso, África com os seus esgotos a céu aberto e sem sistema de saúde, já não existia.
          É um crime o que estão a fazer às crianças. Espero que um dia, quando a história desta ” pandemia ” for escrita, os responsáveis ainda sejam vivos e possam ser julgados pela barbárie que estão a cometer.
          Lembre-se que a talidomida era um comprimido para as dores de cabeça e muito seguro para as grávidas, veja no que deu.
          Por isso é que você agora tem de assinar um termo de responsabilidade para certificar que toma a vacina de livre vontade.
          Palavras para quê?

          1. Lembre-se que o rádio matou Marie Curie.
            Mas quando o homem for à lua e a Terra voltar a ser redonda, tudo vai ser diferente.

          2. “Lembre-se que o rádio matou Marie Curie.”
            E a estupidez mata os anónimos, tenha cuidado.

  10. Seja como for, precisávamos de um grupo de controlo.
    A bem ou a mal, os adolescentes madeirenses vão prestar-nos esse serviço.
    Os ratos de laboratório merecem um mínimo de respeito.

  11. Os alemães votaram no Hitler e… Acabaram transformados em nazis convictos.
    Os madeirenses votaram no Albuquerque e…

    Frases chave:
    #as vacinas não foram aprovadas
    #as vacinas foram autorizadas para uso de emergência
    #desconhecem-se os efeitos de médio e longo prazo
    #as vacinas são terapia genética, não são vacinas
    #a taxa de mortalidade de infectados menores de 25 anos situa-se entre “0.002% at age 10 and 0.01% at age 25”
    #no Reino Unido a taxa de mortalidade dos vacinados infectados com a variante delta é 5,7 maior do que a dos não vacinados
    #no recente surto de Provincetown nos EUA 75% estavam vacinados
    #em Provincetown a carga viral dos vacinados é idêntica à dos não vacinados
    #como consequência o CDC americano passou a recomendar máscara também aos vacinados
    #os vacinologistas têm vindo a alertar para a possibilidade de agravamento de doença provocado pela vacinação (ADE em inglês)
    #os vacinologistas têm vindo a alertar para a possibilidade de aparecimento de variantes em consequência da pressão vacinal
    #todas as vacinas que não impedem a doença nem a transmissão são designadas por “vacinas imperfeitas” e anteriormente foram todas retiradas do mercado
    #se as vacinas contêm óxido de grafeno não sei, mas que há patentes pendentes há
    #como há problemas com as vacinas temos que revacinar a cada seis meses – venha a nós o vosso dinheiro, amen
    #se me meterem 10 cêntimos por vacina numa conta no Panamá mando vacinar toda a gente duas vezes por mês, diga o que a constipação disser (Costa Freitas de Albuquerque Temido e Cornuptos)

    1. Para mim foi fácil optar. O IPO propunha-me 38 sessões enquanto a FC com 28 aplicava maior dose. A taxa de efeitos colaterais da FC é 3 a 5 vezes mais baixa.
      Nada a ver com médicos, técnicos, enfermagem ou auxiliares que, no IPO, até têm melhor dimensão humana no trato e acompanhamento. Mas as cativações, os orçamentos por executar e outros malabarismos, não permitem ao IPO e à generalidade dos hospitais públicos substituir equipamentos que, como quaisquer outros, ganham folgas com o uso. Por isso há que abrir o feixe, diminuindo a eficácia e aumentando o risco de efeitos colaterais.
      Lamento sinceramente a população que não tem acesso à saúde privada (e ao ensino onde será ainda pior) mas a experiência que tive foi, apesar do excelente seguro de saúde que tenho, num dado exame inovador em Portugal, pagar 250 euros, enquanto um FP pela ADSE pagou zero.
      “Ganda sucialismo”!

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