«(…) agressão que mandou o primeiro-ministro italiano para o hospital com dois dentes e o nariz partido (…)»
(Artigo sobre Sílvio Berlusconi, na Visão)
«O primeiro-ministro italiano ficou com dois dentes e o nariz partido.»
(Voz off no Bom Dia Portugal, RTP-1)

Convenhamos que até estava a merecê-las…
Aliás, nem entendo como é que só aconteceu agora.
Fartou-se de “abusar” da popularidade “rasca” a que o povinho italiano lhe consagra. Acha-se um verdadeiro deus romano, só lhe falta a toga, ou melhor, normalmente nas fotos aparece mesmo sem toga e… sem nada!!!
Pode ser que afrouxe um pouco os seus impulsos.
Caro(a) d.a.i. penso que apreciar a agressão a Berlusconi é algo repugnante. É puro facciocismo.
Por exemplo, eu não gosto do político X ou Y, posso mesmo odeá-lo, mas não é por isso que vou agredi-lo no meio da rua. Penso que em Democracia, não é preciso chegar a tanto. Há que sobretudo respeitar as pessoas e a sua integridade.
Digo-lhe mais, Berlusconi pode ser um “sacaninha” mas naquele dia teve um gesto nobre. Apesar de ferido, após os seus seguranças o terem colocado dentro do carro, voltou a sair para cumprimentar as pessoas e para as acalmar em relação ao seu estado físico.
Apreciar uma agressao a um político revela tudo. Isto é, podem até espancá-los, pois não são da minha cor partidária ou semelhante. É como aqueles que dizem que há mortes justificaveis, principalmente se são gajos de direita. Esse é um dos defeitos da esquerda, é intolerante e pensa que se justificam determinados actos devido a algumas situações.
Ai, ai, lá venho eu ser incómoda: o que é que está mal? O terem-lhe partido dois dentes ou o ter ficado só com dois dentes?
Ainda não sei. partiram-lhe dois dentes ou «ficou com dois dentes» e foi internado com dois dentes? Hehe…
A Teresinha nunca incomoda. Venha sempre e vá deixando sinal.
Pois, é mais com o “nariz e dois dentes partidos”. Sempre atento 🙂
Ora bem.
A diferença que faz um “éssezinho”…
:))
Pois é.
Muitos estragos faz a catedral de Milão…