Sendo governados por uma fauna que, regular e consistentemente, tem descredibilizado o regime, que se prepara para malbaratar em pouco tempo os milhares de milhões da bazuca, que pelas dívidas já contraídas comprometeu as escolhas das próximas gerações, que se prepara para fazer da regionalização – chumbada por referendo – mais uma prateleira para tachos destinados aos jotas e jotinhas, depois de olhar para as sondagens e sabendo que apenas pouco mais de um terço dos portugueses se recusaria a ser governado por um líder autoritário, a pergunta impõe-se:
Que destino de emigração recomendariam a um jovem que não tenha medo de trabalhar?
Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana.

Se é para trabalhar não precisa de emigrar basta ir para Odemira.
Aí o acesso é reservado a quem aceite ser despejado às 4:00 da manhã pela polícia, sem ter comprometido crime que o justifique.
Pegar em armas e derrubá-los a todos.
É colocar um anúncio:
“Procura-se grupo de capitães cansado com a estado a que isto chegou…”
Procura-se florista para as metrelhadoras
Depende do objectivo.
Aqueles países árabes são sempre aliciantes para quem quer fazer o “pé de meia” e não se importa em abdicar do estilo de vida europeu e aguentar a cultura local.
A velha Europa ainda tem uns locais interessantes para quem quer fazer uma vida mais ou menos desafogada e com qualidade
Fica a nota, embora isso dependa da fé que se tenha no projecto europeu.
para os USA , de caras. se trabalhar bem tem montes de hipóteses, lá ainda não vigora o nivelar por baixo; se for mandrião sempre poderá regressar à pátria.
” lá ainda não vigora o nivelar por baixo;” Sim, lá nivelam por cima. Todo o pobre fica rico em pouco tempo. Devíamos seguir este exemplo mas a mania de nivelar por baixo está-nos no sangue.
O que por lá se passa em algumas universidades é assustador. A elite em formação não nos deixa entusiasmados.
Li na edição de fim de semana do Diário das Beiras.
Ana Abrunhosa inaugura espaço de coworking. Numa pequena localidade da zona centro, Soure. Dinamiza o interior, fixa pessoas e empresas, etc.
Horário de funcionamento: 9:00 – 17:00
Soure não é propriamente um concelho castigado pela interioridade… e arrisco-me a achar que isso envolve dinheiro que não é do promotor. Somos um pais capitalista sem capital, que investe na costa para combater a interioridade. Estamos quase lá.
Em termos de emprego (e não só) Coimbra já é uma tristeza, quanto mais as terreolas em redor.
De qualquer modo, a “piada” está no horário
Pelo caminho que isto leva a Europa ou se submete totalmente aos americanos ou vai ver os americanos retirarem-se e deixar a Rússia ocupar a Europa. Assim eu recomendaria ao jovem que emigrasse para os EUA. Com sorte ainda poderia regressar como capataz.
O EUA estão bem piores que nós. Somos ineficientes, corruptos e não sabemos pensar, lá têm o Mal à solta nas universidades, nos media e empresas e ONG’s.
Têm é ainda muita corda civilizacional das gerações passadas.
Pode ser que essa margem para asneiras seja suficiente para a dor não ser tremenda. Mas o caminho em que estão leva à guerra civil e genocídio.
Só o Texas pode salvar os EUA
Há anos que nestas controvérsias digo que os EUA podem implodir racialmente. Mas, por outro lado, têm as melhores e mais variadas universidades do mundo e de lá poderão sair as soluções para o futuro. Bem sei que a ideia geral sobre as universidades americanas é muito má mas nós recebemos as notícias por uma dupla filtragem negativa. Por um lado a máquina de captação de fundos federais favorece o politicamente correcto e, por outro lado, o princípio de que um cão que morde não é notícia mas um dono que morde no cão já será, pôs a imprensa focada sobre o que começou por serem ideias insólitas, desde o racismo estrutural à “cancel culture” e agora há todo um efeito de “feed-back” em que os “media” europeus também colaboram. Mas há muito mais ruído do que substância, da mesma forma que os EUA não são a cidade de Nova Iorque e a California. E se em Chicago a “mayor” negra só dá entrevistas a jornalistas negros, a universidade tem a maior escola de economistas conservadores.
É certo que a vitória dos democratas pôs Biden triplamente refém, de interesses económicos – a campanha mais cara da história em que os democratas gastaram quase o dobro dos republicanos – dos grandes grupos mediáticos – 85% apoiou Biden e só Bloomberg gastou mais de 100 milhões de dólares no Texas – mas sobretudo da esquerda, a quem de facto deve a eleição com a campanha porta a porta que levou a votação postal a níveis impensáveis. E isso levanta riscos económicos excepcionais – a maior dívida de sempre e um orçamento militar que é o maior em percentagem desde a II Guerra – e, para acalmar a esquerda que ficou sem representação no governo, terá de gastar enormidades em programas sociais e poderá embarcar em desgraças como o “defund the police”.
Mas, tal como o economista Paul Krugman, prémio Nobel, depois da eleição de Trump em 2016 disse que afinal não conhecia o seu país, os Estados Unidos podem ser imprevisíveis.
E há um facto simples que parece escapar aos intelectuais bem pensantes. A marinha de longo alcance dos Estados Unidos é mais forte do que as marinhas de longo alcance de todo o restante mundo combinadas. Por outro lado, enquanto os exércitos europeus definham por falta de voluntários – a Suécia voltou recentemente ao serviço militar obrigatório – os EUA continuam paulatinamente a preencher as suas unidades de fuzileiros com voluntários.
Não tenho a menor dúvida de que muito vai mudar, nos EUA e no mundo, mas em que sentido é assunto para a Maya o Zandinga ou o professor Karamba.
O penúltimo parágrafo do seu (de resto bom) comentário sugere que os EUA podem ou desejam submeter o resto do mundo através do seu poder militar. Os EUA não desejam nem podem fazer tal coisa. Arrisco-me até a dizer que a sua marinha de longo alcance e os seus fuzileiros serão, em geral (isto é, com a exceção de pequenos e insignificantes casos particulares), completamente inúteis.
Afinal o parágrafo que tenho de refazer é o último: “A Maya, o Zandinga, o prof. Karamba e o dr. Balio Lavoura”.
Os EUA não desejam submeter o resto do mundo. La Palice e La Palisse. Ao contrário da Rússia, da China ou de qualquer autocracia, não se pode falar dos EUA como uma entidade únivoca. Há sectores nos EUA que pretendem afirmar os EUA como modelo económico e ideológico do que a supremacia militar é um “sine qua non”.
E claro que uma marinha de longo alcance, aliada ao desmantelar de 2/3 a 3/4 da marinha de curto alcance depois da WWII, é o contrário de desejar submeter no sentido de conquistar e ocupar.
A “pax americana” de 1945-2015 custou muitos biliões de dólares e perdeu a sua “raison d’être” em 1989/1991 (queda do muro de Berlim e do regime soviético) e só se manteve devido á incapacidade de Bush (pai), Clinton, Bush (filho) e Obama para redefinir uma nova política externa de âmbito mundial. Trump também não o fez mas percebeu que uma marinha de longo alcance, com capacidade de destruição de alvos distantes, era mais eficaz e muito mais barato do que manter bases exteriores.
Agora que Biden conseguiu a proeza diplomática de lançar a Rússia nos braços da China, poderá prosseguir a retirada de forças no Afganistão (consequências imprevisíveis) e no Iraque (consequência guerra civil) mas mais cedo ou mais tarde os americanos terão de escolher entre o regresso à política de não intervenção ou mesmo ao isolacionismo – que está sempre presente no seu ADN – ou reforçar a presença na Europa.
A previsão de inutilidade dos fuzileiros vale o que vale. Se os EUA aceitarem ver a Rússia e a China dominar, um a um, os países africanos produtores de matérias-primas isso será possível (mas acho improvável). Mas se aumentar a instabilidade na América do Sul e Central aí vão os fuzileiros.
Explicando o tal penúltimo parágrafo, referia-me aos intelectuais que acham que a Europa se deve afastar dos EUA e desistir da NATO e que a Rússia até é um país europeu. Ou que a Alemanha já está próxima da Rússia com o Nord Stream 2 e da China com a Huawei no 5G e que os EUA já estão enfraquecidos e nem respondem ao ataque a uma base com mísseis iranianos. Se quiser confirmar, assine o Observador e leia as caixas de comentários onde, depois dos agentes do PS, as intervenções mais organizadas e repetitivas são nesse sentido.
Como percebe quem me leu, não gosto dos democratas e não tenho boa opinião de Biden, mas a questão é que me estão a fazer escolher entre Biden (ou quem se seguir) e Putin e Xi que não deverão ser substituídos tão cedo.
Não hajam dúvidas que os EUA, com toda a sua diversidade, forças e contradições, tem uma enorme capacidade de se reinventar e de colocar as suas muitas energias e capacidades ao serviço de causas que em nenhum outro sitio do mundo ganhariam chão. As universidades que causam notícias pelas suas excentricidades serão um minoria? Não sabemos mas o meu palpite é que sim, são uma minoria.
A implementação do SMO na Suécia tem de ser entendido pelo facto de não fazerem parte da NATO, são um país neutro, e por acharem que tem de tomar uma posição perante as repetidas provocações da Rússia.
A marinha americana é uma coleção de falhanços nas ultimas 2-3 décadas tanto que tiveram de ir buscar a nova fragata a Itália…
LCS – Littoral Combat Ship serva para pouco com o requerimento absurdo para 40 nós de velocidade que nem consegue cumprir. mas continuam a construí-lo… , Zumwalt o cruzador de milhares de milhões em que a artilharia em que cada projetil é muito caro para ser comprado…vão substituir a artilharia por mísseis. USS Ford o novo porta aviões onde os elevadores de armamento avariam e as novas catapultas por EMALS têm uma alta taxa de falhanços. O Ford está há anos sem entrar ao serviço.
Depois temos os diversos casos de colisões mortais entre destroyers com navios civis sempre com as culpas a serem da USN. Mas os marinheiros não devem ter falta de serem obrigados a andarem de saltos altos em aulas de educação sexual…
Neste momento a marinha Chinesa já é maior que a American, diz com razão que os EUA ainda têm vantagem na marinha oceânica. Mas a China atacar Taiwan implica os EUA terem de combater a China onde essa diferença não se nota tanto. E se os EUA perderem essa guerra implica o fim do sistema Americano.
Os falhanços repetidos da Boeing. O facto de o F-35 ser demasiado caro e ter forçado a USAF a retornar parcialmente ao F-15 um desenho do fim dos anos 60.
O B-52 continuar operacional – note-se que são aviões com quase ou mais de 60 anos, os últimos foram produzidos em 1962. geração de avós, pais e filhos passaram por eles
Todos os sinais mostram um anquilosamento geral das capacidade da maquina militar dos EUA no domínio físico. Salvam-se os drones, talvez os submarinos.
No domínio de software e informação é mais difícil fazer uma analise.
Genericamente estou em desacordo com a sua opinião.
É certo que se têm verificado falhanços nas novas unidades incluindo no porta-aviões Gerald Ford, nome de uma nova classe que aumentará a capacidade de aviões em mais de 30%. Mas a entrada em funções operacionais está prevista para 2024, seguindo-se outro em 2028 e outro em 2030. Não há atrasos no planeamento mas falhas durante testes que creio irão ser corrigidas dentro do programado e que são falhas esperadas já que os americanos deram saltos tecnológicos inovadores nestas novas classes e estão a apostar em dispositivos não-tripulados com uma brutal redução de tripulações e até armamento “laser” (que suponho ser ao que se referiu estar a ser substituído por mísseis por ser demasiado caro).
Basta dizer que os classe Ford estão, como disse, equipados com novas catapultas (já existiam na classe anterior) enquanto os chineses ainda usam rampas inclinadas e apenas podem utilizar aviões de asas fixas enquanto os americanos podem usar asas de geometria variável.
Há cerca de um ano os EUA tinham 11 grupos navais cada um com um super-porta-aviões e os chineses tinham 2. Além disso os chineses carregavam 30-40 aviões (contra 50-60 americanos) deslocavam 60-66 mil ton. (contra 100 mil EUA) e tinham propulsão convencional (EUA nuclear). Até ao final de 2021 os chineses poderão ter mais 2 porta-aviões carregando até 60 aviões stealth e ainda drones stealth mas não ultrapassarão as 85 mil ton.. Mas é certo que os chineses estão a fazer um esforço brutal e a reduzir o fosso.
Mais preocupante é a sua correcta informação que, se uma batalha se travar por Taiwan, os americanos terão a sua vantagem anulada quer pela muito maior extensão das linhas de abastecimento quer pela possível utilização de instalações chinesas no continente quer ainda pelo grande número de submarinos de que os chineses dispõem. Mas os americanos estão perfeitamente cientes desse problema que está a ser atacado de dois ângulos já desde a administração Trump. Primeiro é bem possível que o campo de batalha se decida também no espaço, onde os chineses já têm presença (e uma muito preocupante parceria com a Rússia) mas os americanos são mais fortes e estão a financiar fortemente esse ângulo.
Por outro lado Trump em 2017 revitalizou o Quad (uma aliança EUA, Japão, Austrália e Índia) formada em 2004 para acorrer ao devastamento de um tsunami; e novamente em 2019 onde ocorreram já importantes exercícios navais. Ora a marinha de guerra japonesa é a 4ª do mundo em tonelagem e os japoneses têm uma fortíssima tradição de guerra naval. Aqui mais uma vez o preocupante é a Rússia que pouco antes do encontro Putin-Biden realizou enormes manobras navais no Pacífico 300-500 km a oeste do Havai.
Cabe aqui relembrar que Trump disse acreditar em Putin desautorizando o director do FBI mas que, com ele, a Rússia não se aliou aos chineses e os americanos podiam dispensar a NATO. Independentemente de motivos (creio que pressionado pela esquerda democrata) Biden chamou assassino a Putin a agora viu-se obrigado a “perder a face” pedindo uma cimeira mas já depois dos chineses e russos terem programas de armamento espacial conjunto, dos russos abastecerem de gás a China por pipe-line próprio, de fornecerem centrais nucleares à China, de projectarem um avião comercial conjunto para abandonar os Boeing e os Airbus e, entre outras menos significativas, da Rússia ter patrocinado a ligação Irão-China.
E resta saber quem vai pagar a factura da revitalização da NATO que agora também teria de adquirir competências na guerra cibernética.
“até armamento “laser” (que suponho ser ao que se referiu estar a ser substituído por mísseis por ser demasiado caro).”
Não. AGS um canhão de 155mm mas com munições tão especiais que custam quase 1 milhão de dólares. Na prática um navio com “fake guns” pois não têm munições.
“equipados com novas catapultas (já existiam na classe anterior) enquanto os chineses ainda usam rampas inclinadas e apenas podem utilizar aviões de asas fixas enquanto os americanos podem usar asas de geometria variável.”
As catapultas do Ford são com tecnologia EMAL eletro magnetica. As catapultas dos PA anteriores são todas a vapor e continuam a ser muito mais fiáveis.
O EMAL é necessário para o futuro mas nunca deveria implicar que um navio lançado em 2013 ainda não esteja operacional, deveria ter sido lançado com catapultas de modelo antigo mas preparado para ser modernizado.. Só se espera que tenha o seu primeira missão em 2023-4 , mais de 10 anos depois. Completamente fora de prazo.
A USN não tem aviões de geometria variável desde que os F-14 foram retirados e o facto não tem relação com o assunto. O problema das rampas nos PA Russos,Chineses e Europeus(UK, Itália, excluída a França que tem catapultas americanas a vapor) é que os aviões têm de ser lançados com menor carga militar pois falta a energia da catapulta. A vantagem é simplicidade pois nada pode avariar, além de que os aviões não precisam de modificações nos trem de aterragem para poderem usar a catapulta.
“Há anos que nestas controvérsias digo que os EUA podem implodir racialmente.”
Tem pouco que ver com raça. O racismo serve como instrumento politico de um Partido Democrata cada vez mais Marxista.
Biden disse numa rádio que os pretos que não votassem nele não eram pretos. Como é obvio os jornalistas de “referência” censuraram ou não ligaram a tal coisa..
“Bem sei que a ideia geral sobre as universidades americanas é muito má mas nós recebemos as notícias por uma dupla filtragem negativa.”
A filtragem é positiva, a situação é bem pior. Para começar a discriminação racial sistémica anti Asiática e anti Branca.
As punições de que temos notícia só podem existir quando a cultura já está estabelecida.
“E se em Chicago a “mayor” negra só dá entrevistas a jornalistas negros, a universidade tem a maior escola de economistas conservadores.”
Parece-me uma ideia presa ao passado dos anos 80-90. As gerações mudaram.
Mas o caminho em que estão leva à guerra civil e genocídio.
Inevitável desde o primeiro dia.
Andou a ver o Walking Dead?
Isso é já o day after
Festa do Avante sem dúvida.
Só se for pela parte da isenção fiscal.
Da forma como está o mundo, o único sítio onde o jovem trabalhador pode alcançar a sua independência com total liberdade e sem consequências é na Pasárgada.
Apostar no lado errado da história também não me parecer ser coisa vencedora…
Da história real ou utópica?
Noruega.
Está no top três. Não fora o clima psicótico e ficaria no topo.
O meu filho mais velho já tem dupla nacionalidade, é Português e Norueguês. O mais novo está à espera que decidam se aceitam o seu pedido, depois de cumprir todos os trâmites exigidos a cidadãos filhos de noruegueses que crescem e vivem fora da Noruega.
O mais velho vai viver na Noruega, o mais novo prefere os Estados Unidos.
Tenho imensa pena que não fiquem em Portugal, mas eu própria teria emigrado, se soubesse o que sei hoje…
Nos EUA há mais escolha entre diferentes climas do que na Noruega, se é que isso tem peso na escolha.
A cultura de trabalho e de reconhecimento por quem o desempenha pesa a favor dos EUA. Para os noruegueses, reverência equivalente é dirigida a quem respeita a ordem e é confiável.
Esses são dois destinos do meu top cinco.
Para quem se adapta bem ao estilo germânico (regras definidas, pontualidade, exactidão, características aliás muito vantajosas no mundo laboral) recomendo a Alemanha. E não é preciso ter medo do clima. Nunca passei Invernos tão confortáveis em Portugal, como passo na Alemanha (nem de longe). Até deixei de ir a Portugal no Inverno.
A Alemanha tem aliás um problema: ao contrário da Holanda e da Escandinávia, não se vai longe com a língua inglesa. Os alemães pouco entendem de inglês e são uma catástrofe a falá-lo.
A Alemanha tem três problemas:
– Nada nem ninguém sabe quem e o quê vai suceder a Merkel.
– Desde o Nord Stream 2 que há o risco dos alemães passarem a falar russo melhor do que inglês.
– Desde as fábricas na China (o país que Merkel mais visitou) à Huawei no 5G há o risco que os chineses decidam aprender alemão.
Viver/trabalhar na Alemanha … só mesmo falando alemão.
Enquanto destino para trabalhos qualificados também concordo que seja interessante.
O sotaque dos alemães a falar inglês é macarrónico, quase divertido.
Conhece aquela anedota do capitão de um navio a afundar na costa alemã e que pede ajuda e diz: “I’m sinking!!”. E a autoridade marítima responde: “You are sinking in what?”
Não conhecia essa. Mas assisti ao vivo, quando uma conhecida nossa alemã quis ser simpática com uma australiana e falou com ela em inglês. A australiana não respondeu e eu achei estranho. Disse-lhe então que a senhora lhe tinha perguntado algo em inglês. Ela olhou-me espantada, não tinha notado.

Por muito má e conspurcada política que seja a do mundo português, vejo com muito receio essa vontade de um líder autoritário. Depressa esquecem os tempos idos de fascismo à portuguesa.
O Estado Novo foi aceite como alternativa ao caos a que a Primeira Republica nos conduziu. Felizmente não chegamos a esse ponto, mas o sabor a pouco em relação a tanta oportunidade perdida é uma dor de alma. Quem governa o país anda a explorar as gerações futuras e, está visto, que o que nos garantem hoje como válido, não irá sobreviver a avaliações futuras.
Marte?!
O clima parece ser ainda pior que o da Noruega.
Ahahah!
Confesso que o meu filho que vai viver para a Noruega acha que o clima lá é muito melhor que cá, e isso pesa na sua escolha. E já lá viveu no Inverno, portanto não é inconsciência (pronto, o rapaz tem Asperger, e como consequência sensibilidade alterada…)
Quanto aos marines, não sabem o que são neste momento. Acabaram com os tanques e estão a transformar-se numa especie de defesa costeira móvel.
Passam a vida na praia como os vendedores de bolas de Berlim.
Volto à ideia inicial. A solução não é emigrar mas destruir o regime para voltarmos a ser livres e igualitários (coisa que nunca chegámos a ser).
Este regime é composto de Função Pública + Maçonaria/PS + ISCTE + Benfica. São os vértices principais do buraco onde estamos enfiados. Para sermos um país decente estas coisas têm de ser destruídas para todo o sempre.
Acabar com os programas de comentários de futebol, já seria uma grande evolução, e maior ainda se fosse por escolha dos espectadores.
Canadá
Austrália (cuidado com os bichos)
Holanda
Dinamarca
Noruega
EAU
Alguns do meu top 5 estão na sua recomendação.
Paulo, eu emigrei há muito e dou o mesmo conselho a toda a gente que me pergunta: tentem não emigrar. É uma vida bastante difícil, memso quando profissionalmente seja melhor.
Tendo trabalhado em 3 países (além de Portugal) e trabalhando noutros em projectos, o meu único conselho a quem quiser emigrar é: saibam a língua local. Aprendam-na antes ou assim que cheguem. O mais depressa possível e bem. Do resto, depende de cada um.
Sim João,
Há muita gente que não coloca sequer essa hipótese por comodismo e apego às rotinas. E sei, por experiência familiar, que é difícil sair daqui. Mas esse é um tipo de decisão que acaba por ser comparável à escolha de onde fazer um investimento. Onde quero investir uma ou duas décadas do meu maior activo, que é a vida? Essa é a questão levantada por inúmeros jovens que cresceram num mundo aberto e, depois de olhar em volta e não gostam do que vêm, nem conseguem antecipar melhorias. A estagnação do país e a falta de estomago para ter de militar na JS, tem cada vez mais peso nesta avaliação.