É a nova coqueluche da direita espanhola e, por arrasto, de alguma portuguesa. No passado foi-o Inés Arrimadas, que também já passou por esta coluna. Mas essa teve um triste destino: o seu partido está muito na mó de baixo. Vamos a ver se daqui a poucos anos não diremos o mesmo da nova coqueluche.
Você ainda não percebeu que há mais vida para além da política. E parece sentir alguma nostalgia do tempo em que a política era dominada por homens altos e espadaúdos.
Você parece sentir alguma nostalgia do tempo em que a política era dominada por homens
De forma nenhuma, muito pelo contrário.
As mulheres usualmente têm na política mais sucesso que os homens. As últimas eleições em Madrid mostraram-no de forma muito marcada: todos os vencedores dessas eleições são liderados por mulheres, todos os perdedores são liderados por homens.
Anseio pelo tempo em que Portugal venha a ter lideranças como na Finlândia ou na Nova Zelândia: mulheres jovens. Já estou farto de ver na política homens velhos.
Eu sendo homem gosto de me ver rodeado de mulheres em tudo. Sempre que posso, procuro que sejam nomeadas, contratadas ou promovidas mulheres para estas e aquelas funções. Sou parcial e confesso. Tenho opiniões e gostos. Há quem chame a isto machismo e à atitude contrária também lhe atribuem o mesmo classificativo. Serei sempre classificado como machista o que num certo sentido não me surpreende porque nasci assim. Não me impressiono e utilizo na minha profissão a influência de que disponho segundo o meu gosto e não segundo o gosto de outros. Nota: gosto de mulheres mas não altero a gramática (detesto o Acordo Ortográfico). Para mim “todos” inclui homens e mulheres. “Todas” para mim é só mulheres. Para uma colecção só de homens não existe palavra.
Já se lhe notam as marcas da idade.
Melhor ainda. Sinal que é de carne e osso, não é boneca insuflável.
Se tenho dúvidas que fique bem sem pinturas, tenho dúvidas que seja “belle toujours”.
É a nova coqueluche da direita espanhola e, por arrasto, de alguma portuguesa.
No passado foi-o Inés Arrimadas, que também já passou por esta coluna. Mas essa teve um triste destino: o seu partido está muito na mó de baixo. Vamos a ver se daqui a poucos anos não diremos o mesmo da nova coqueluche.
Você ainda não percebeu que há mais vida para além da política. E parece sentir alguma nostalgia do tempo em que a política era dominada por homens altos e espadaúdos.
Você parece sentir alguma nostalgia do tempo em que a política era dominada por homens
De forma nenhuma, muito pelo contrário.
As mulheres usualmente têm na política mais sucesso que os homens. As últimas eleições em Madrid mostraram-no de forma muito marcada: todos os vencedores dessas eleições são liderados por mulheres, todos os perdedores são liderados por homens.
Anseio pelo tempo em que Portugal venha a ter lideranças como na Finlândia ou na Nova Zelândia: mulheres jovens. Já estou farto de ver na política homens velhos.
Temos as jovens manas mortaguas e outras lindas que por lá andam a brincar ao escondidinho.
Não interessam ideias, o que interessa é o sexo e a idade…
Guapa ou liberdade
“Isabel Ayuso”
O nome diz tudo: já tem muito uso!
Eu sendo homem gosto de me ver rodeado de mulheres em tudo. Sempre que posso, procuro que sejam nomeadas, contratadas ou promovidas mulheres para estas e aquelas funções. Sou parcial e confesso. Tenho opiniões e gostos. Há quem chame a isto machismo e à atitude contrária também lhe atribuem o mesmo classificativo. Serei sempre classificado como machista o que num certo sentido não me surpreende porque nasci assim. Não me impressiono e utilizo na minha profissão a influência de que disponho segundo o meu gosto e não segundo o gosto de outros.
Nota: gosto de mulheres mas não altero a gramática (detesto o Acordo Ortográfico). Para mim
“todos” inclui homens e mulheres. “Todas” para mim é só mulheres. Para uma colecção só de homens não existe palavra.
Dava bom uso à Ayuso.
“La morena de mi copla “…
JSP