Os fuzileiros usam companhias aéreas comerciais para se deslocarem? Julgo que não, nunca. Os fuzileiros devem usar um avião militar. Caso isso seja impossível, devem fretar um avião no mercado de alugueres.
O dr. Balio agora já dita regras à NATO. Ou acha que quem decide enviá-los e paga as suas deslocações é o Estado português? A ENTERair é uma charter polaca, país muito querido da NATO desde que os americanos lá montaram as baterias de mísseis que tanto irritaram Putin. Quanto aos nossos fuzileiros, servem para justificar a resposta dos EUA caso Putin perca a cabeça com os lituanos. São mais baratos e mais dispensáveis do que americanos.
Por acaso pensava que quem pagasse as deslocações fosse o Estado português. Obrigado por me esclarecer.
A ENTERair é uma charter polaca, país muito querido da NATO
Mais uma vez, obrigado por informar. Tal como eu calculava, trata-se de uma empresa fretada para este objetivo explícito. Como disse no meu comentário, não faria sentido utilizar um vôo comercial para transportar pessoal (e material) militar.
Diz então que devem recorrer ao mercado de aluguer estratégico. Ou então ao mercado estratégico de aluguer. Até nos voos “humanitários” de repatriamento a partir do Brasil, no início da pandemis, foram cobradas tarifas igualmente estratégicas. Brincadeiras à parte já lá vão mais de 300 euros por português, valor que não temos mas que iremos prontamente pedir emprestado. Estamos quase lá.
Diz então que devem recorrer ao mercado de aluguer
Claro. É concebível transportar pessoal e, também, material militar num vôo comercial? Claro que não. Os militares, quando em serviço, utilizam sempre veículos próprios, ou fretados somente para eles.
nos voos “humanitários” de repatriamento a partir do Brasil, no início da pandemis, foram cobradas tarifas igualmente estratégicas
Não foram vôos humanitários. Foram vôos efetuados para resolver situações específicas, especiais, de pessoas que tinham ficado retidas, mas não por motivos humanitários, uma vez que essas pessoas não estavam em risco. Só tomou esses vôos quem precisava e, naturalmente, teve que pagar pela viagem.
Fotografia surpreendente. Julgava que os cubanos da UE tivessem bandeira própria.
Os estrategas do país vergaram-se aos preços competitivos das companhias privadas. É a vida.
Os fuzileiros usam companhias aéreas comerciais para se deslocarem? Julgo que não, nunca.
Os fuzileiros devem usar um avião militar. Caso isso seja impossível, devem fretar um avião no mercado de alugueres.
O dr. Balio agora já dita regras à NATO. Ou acha que quem decide enviá-los e paga as suas deslocações é o Estado português?
A ENTERair é uma charter polaca, país muito querido da NATO desde que os americanos lá montaram as baterias de mísseis que tanto irritaram Putin. Quanto aos nossos fuzileiros, servem para justificar a resposta dos EUA caso Putin perca a cabeça com os lituanos. São mais baratos e mais dispensáveis do que americanos.
Por acaso pensava que quem pagasse as deslocações fosse o Estado português. Obrigado por me esclarecer.
A ENTERair é uma charter polaca, país muito querido da NATO
Mais uma vez, obrigado por informar. Tal como eu calculava, trata-se de uma empresa fretada para este objetivo explícito. Como disse no meu comentário, não faria sentido utilizar um vôo comercial para transportar pessoal (e material) militar.
Diz então que devem recorrer ao mercado de aluguer estratégico. Ou então ao mercado estratégico de aluguer.
Até nos voos “humanitários” de repatriamento a partir do Brasil, no início da pandemis, foram cobradas tarifas igualmente estratégicas.
Brincadeiras à parte já lá vão mais de 300 euros por português, valor que não temos mas que iremos prontamente pedir emprestado. Estamos quase lá.
Diz então que devem recorrer ao mercado de aluguer
Claro. É concebível transportar pessoal e, também, material militar num vôo comercial? Claro que não.
Os militares, quando em serviço, utilizam sempre veículos próprios, ou fretados somente para eles.
nos voos “humanitários” de repatriamento a partir do Brasil, no início da pandemis, foram cobradas tarifas igualmente estratégicas
Não foram vôos humanitários. Foram vôos efetuados para resolver situações específicas, especiais, de pessoas que tinham ficado retidas, mas não por motivos humanitários, uma vez que essas pessoas não estavam em risco. Só tomou esses vôos quem precisava e, naturalmente, teve que pagar pela viagem.