O Moedas já tem o destino traçado: dar prioridade às milhares de casas para famílias pobres, acabar com a fantochada do alojamento ( os grandes grupos hoteleiros queixaram-se por desvio de clientes), acabar com as rodovias biks para os carros melhor circularem (pedido pelo acp), acabar com as milhares de esplanadas nu meio das ruas da baixa para dinamizar a circulação automóvel (as pessoas pagam iuc e não podem usar o carro) e tudo mais que os das notas quizerem.
Desde a distribuição de bilhas de gás butano na pandemia do ano passado, esta atitude revela o inicio de algum contrato obtido sem favores de algum pato bravo socialista.
Com os tijolos assim alinhados na vertical, não antevejo grande futuro a esta parede. Sempre vi assentar tijolos de forma desencontrada na vertical.
Outra coisa que não entendo é porque é que se continua a construir casas desta forma ineficiente, tijolo a tijolo. Fica muito mais barato fazer a casa pré-fabricada em painéis numa fábrica, e depois no local montá-la.
1º O título do postal confirma que o país é Lisboa ou que Lisboa é o país. 2º Será que é canhoto? 3º Aquilo não é uma casa a não ser que a parede seja interior (tijolo de 7). 4º O acento agudo do título está muito redondinho (o que talvez faça sentido porque o país já não tem ponta por onde se lhe pegue).
1- A escola de construção onde este senhor foi amestrado, é a que “constrói” o futuro do país. 2- Destro não é, nem mesmo no sentido de ter destreza. 3- Pode ser a parede mestra do palheiro do LFV. 4- Já corrigi. Obrigado
A campanha já leva mais de um ano. A SRU (a Parque Escolar parte II) desde inicio de 2020 que ganhou uma nova dimensão, são centros de saúde, reabilitação de escolas, habitação para rendas acessíveis… Em cada empreitada lá vai o Sr. Medina assentar o tijolo, umas vezes com a companhia da Sr.ª Temido ou o Sr. Brandão, e mais uns quantos elementos, tantos quantos os tijolos que vemos na foto. Sim, cada assenta um tijolo, o empreiteiro prepara os primeiros e depois estes senhores acabam o serviço. Obviamente depois da TV, das manchetes e das fotos tudo é demolido.
Mesmo que não seja demolido, os elementos iriam derrubar aquilo tudo. Este Dr. Medina, que aprendeu com quem sabe, faz de uma obra cinco ou seis momentos mediáticos. No cortar da fita, ainda a novela vai a meio.
é caso para dizer… que este nem para assentar massa…
Ele começou por dar serventia, mas o mestre era o Sócrates.
Mais respeito pelo futuro Primeiro.
(nem todos podem ser Tinos)
Não sei qual a cotação dele na casa de apostas, esta foto pode abalar o mercado.
Não é Tino quem quer!
Saber calcetar e fazer parede faz calos e os calos que o Sr. Medina tem, são de aplaudir nos congressos.
O futuro vai ficar melhor com o Moedas a dar serventia ao mestre Ventura.
Podiam fazer uma competição entre eles a tecer parede. O árbitro podia ser o Bob, o Construtor.
O NB financia a obra através do L F V
Olhar para aquela obra e pensar em financiamento, a primeira ideia que surge é a da Bazuca.
O Moedas já tem o destino traçado: dar prioridade às milhares de casas para famílias pobres, acabar com a fantochada do alojamento ( os grandes grupos hoteleiros queixaram-se por desvio de clientes), acabar com as rodovias biks para os carros melhor circularem (pedido pelo acp), acabar com as milhares de esplanadas nu meio das ruas da baixa para dinamizar a circulação automóvel (as pessoas pagam iuc e não podem usar o carro) e tudo mais que os das notas quizerem.
É bonito ver o mundo composto por duas entidades. Os bons e os maus.
Eu prefiro dividi-lo entre anónimos e identificados.
Desde a distribuição de bilhas de gás butano na pandemia do ano passado, esta atitude revela o inicio de algum contrato obtido sem favores de algum pato bravo socialista.
A.Vieira
Essa manobra foi mais uma fraude. Destruiu aquele maravilhoso imaginário da modelo polaca a distribuir as Galp Pluma.
por acaso era uma publicidade que estava com tudo. Mas o senhor que distribui o gás na minha terra é gordo e barrigudo.
Não me estrague o dia Bea…
Com os tijolos assim alinhados na vertical, não antevejo grande futuro a esta parede. Sempre vi assentar tijolos de forma desencontrada na vertical.
Outra coisa que não entendo é porque é que se continua a construir casas desta forma ineficiente, tijolo a tijolo. Fica muito mais barato fazer a casa pré-fabricada em painéis numa fábrica, e depois no local montá-la.
O senhor está a tentar poupar no ferro, mas, bem visto, aquilo é uma parede metafórica.
1º O título do postal confirma que o país é Lisboa ou que Lisboa é o país.
2º Será que é canhoto?
3º Aquilo não é uma casa a não ser que a parede seja interior (tijolo de 7).
4º O acento agudo do título está muito redondinho (o que talvez faça sentido porque o país já não tem ponta por onde se lhe pegue).
1- A escola de construção onde este senhor foi amestrado, é a que “constrói” o futuro do país.
2- Destro não é, nem mesmo no sentido de ter destreza.
3- Pode ser a parede mestra do palheiro do LFV.
4- Já corrigi. Obrigado
Não me digam que isto são muros para hortas de favas e alfaces lá pró Lumiar! Daqui a pouco nem se consegue curvar nas estradas. Tamos tramados…
Eu acho que ele tem um ar de quem está bastante concentrado.
A campanha já leva mais de um ano. A SRU (a Parque Escolar parte II) desde inicio de 2020 que ganhou uma nova dimensão, são centros de saúde, reabilitação de escolas, habitação para rendas acessíveis… Em cada empreitada lá vai o Sr. Medina assentar o tijolo, umas vezes com a companhia da Sr.ª Temido ou o Sr. Brandão, e mais uns quantos elementos, tantos quantos os tijolos que vemos na foto. Sim, cada assenta um tijolo, o empreiteiro prepara os primeiros e depois estes senhores acabam o serviço. Obviamente depois da TV, das manchetes e das fotos tudo é demolido.
Mesmo que não seja demolido, os elementos iriam derrubar aquilo tudo.
Este Dr. Medina, que aprendeu com quem sabe, faz de uma obra cinco ou seis momentos mediáticos. No cortar da fita, ainda a novela vai a meio.
Qualquer pessoa que perceba de construção sabe que aquilo está mal feito, vai cair … Deve ser metafórico.
Tão metafórico como o nosso futuro.