«A versão inglesa do vírus surgiu e propagou-se vertiginosamente, abarcando mais de 50% dos casos em áreas como a Grande Lisboa.»
«O número de mortes cresce a um ritmo há meses inimaginável. E, com ele, cresce a perigosa insensibillidade à vida e à morte.»
«É preciso agir depressa e drasticamente.»
«Temos de estar preparados para confinamento e ensino à distância mais duradouros do que se pensava antes desta escalada.»
«Temos de, na medida do necessário, usar o controlo de fronteiras à entrada e à saída.»
«Não vale a pena esconder a realidade, fazer de conta, iludir a situação. Porque esta situação é mesmo a pior que vivemos desde Março do ano passado.»
Marcelo Rebelo de Sousa, em mensagem ao País, ontem à hora do jantar

O presidente Marcelo pareceu-me cansado e algo triste. Mas identificou a situação sem paninhos quentes. E deu alguns recados ao governo.
Pena não o ter feito antes…
Cansado? Pudera, com os km todos que fez no domingo, quebrando todas as regras.
Estamos bem entregues, estamos: agora começou a novela das Vákcinas, como eles gostam de dizer…
Não. Não quebrou as regras. Informe-se! Pode deitar o fel,mas escolheu mal o tema.
Só agora reparou nas “bestas quadradas” que amparou nos cinco anos do seu mandato anterior !
A.Vieira
Deu? Quais?
Sim, foi tudo surpreendente.
Ainda há quem acredite neste número?
A variante inglesa é pau para toda a obra.
Os espanhóis só ontem detectaram o primeiro infectado com ela. Duvido muito que em Portugal haja 50% infectados com a “brexit”
Não havendo já o Passos Coelho, deita-se a mão a tudo para justificar a desorganização
Os espanhóis só ontem detectaram o primeiro infectado com ela.
Esta epidemia (tal como outras) é extemamente assimétrica e irregular na forma como se expande. Observe por exemplo, cá em Portugal, a forma como ela ora se expande no Norte, ora na região de Lisboa. Noutros países dão-se fenómenos idênticos; por exemplo, na primeira vaga, a Lombardia estava extremamente atacada mas as regiões do Centro e Sul de Itália, não.
Por isso, não é lá muito surpreendente que a variante inglesa se expanda em Portugal, mas em Espanha não.
No próprio Reino Unido passa-se o mesmo: a Inglaterra está à rasca, todos os outros três países estão na maior.
Essa geografia a que você se refere, traduz mais o mapa dos testes (lugar e quantidade) e das pessoas do que a dinâmica real da transmissão do vírus. É difícil dizer com certeza quais são os passos reais da pandemia.
Não. A dinâmica da expansão do vírus pode ser observada ao vivo no enchimento dos hospitais. Os hospitais de Lisboa estão hoje muito cheios, quando há um mês os hospitais que estavam cheios eram os do Entre-Douro-e-Minho. De onde se constata, sem margem para dúvidas, que atualmente o vírus se está a expandir em Lisboa e não tanto no Norte.
Não. Os dados estatísticos mostram que a incidência do vírus e a taxa de transmissão é maior no Norte neste momento.
A dinâmica da expansão do vírus pode ser observada ao vivo no enchimento dos hospitais.
O SNS é um sistema —com hospitais centrais e de retaguarda que funcionam sempre numa lógica de assistência e substituição. Um doente pode ser do Norte e vem para Coimbra ou para Lisboa se for necessário. Observar o movimento dos hospitais não revela nada sobre a dinâmica geográfica da pandemia.
«A variante inglesa é pau para toda a obra. n-spain-has-new-british-variant-of-coron avirus-been-detected) do dia 30 mas do mês e, por coincidência, do ano passado.
Os espanhóis só ontem detectaram o primeiro infectado com ela.»
Eu, sobre o assunto até tinha uma vaga memória de ter lido algo que recuava ao fim do ano passado. Claro, fui à procura para ter a verteza e até acabei por dar de caras com esta “feique nius”: «Where in Spain has new British variant of coronavirus been detected?» (https://www.thelocal.es/20201230/where-i
Demissão do Governo já e regresso de Passos Coelho. É o mínimo exigível para nos livrarmos da pandemia.
Acho que o Paulinho não está para aí…
Temos de, na medida do necessário, usar o controlo de fronteiras à entrada e à saída.
Tarde de mais, como de costume. Esse controle deveria ter sido instituído bem antes do Natal. Mas não se quis prejudicar a indústria turística, nem as pessoas que têm filhos a estudar ou trabalhar em Inglaterra, nem a TAP.
Agora que de qualquer forma já pouca gente viaja (janeiro é um mês muito baixo nas viagens) é que se institui o controle. Quando ele já poucos protestos levantará.
Qual quê, foi mais por causa dos africanos e dos brasileiros — gente adorada pelo regime não sei porquê.
Connosco estão-se a cagar.
Marcelo passou bem a mensagem!
A coisa tá preta!
Não sei, não.
Falou na insensibilidade dos portugueses no dia que foi votada a lei da eutanásia. Tiro ao lado.
Não percebi a referência aos 1000 “políticos”. Criticou o Costa ou quem criticou a a decisão. Tiro para o ar.
Por outro lado ao enfatizar que as restrições podem-se prolongar no tempo, não está a pensar nos milhares de empresários e trabalhadores privados. Está a pensar como servidor público. Tiro que faz ricohete
Para:16:02
Em relação a eutanásia concordo consigo: Penso que não era o momento certo.
Aos 1000 Políticos (vacinação) é um erro de Costa quando temos médicos que ainda não estão vacinados, bombeiros etc.( PM,PA,PR) concordo que sejam vacinados, os outros que aguardem a vez deles.
Quanto as restrições não temos saída, (basta ver a Europa) temos que travar a pandemia, não podemos deixar o vírus circular livremente e termos depois hospitais abarrotar e mortos por todo lado. A saúde tem que ser prioridade, nenhuma economia pode ser próspera sem a saúde dos seus cidadãos.
( e o covid está para durar…infelizmente)
Mas gostei da mensagem de Marcelo, para mim foi clara!
Gostaria primeiramente de deixar uma palavras de conforto, também extensíveis ao neofascistas, abortistas, feministas, eutanasianistas do PS, BE, PAN e Livre, bem como aos seus sequazes.
Como crente no Deus único e escondido e em Jesus, o Cristo, que no-l´O revelou, vivemos uma fase que nos revela a inutilidade das religiões e dos outros deuses mentirosos da política e de todas as políticas, tenham elas o cunho que tiverem, e também um período em que se revela a possibilidade de cada um concretizar por si algo de extrema relevância na conquista da plena autonomia e liberdade.
A saber:
Refere o apóstolo na carta aos Hebreus 8, 10-12 algo que importa descortinar:
“Porei minhas leis em sua mente e as escreverei em seu coração.
Serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. 11Ninguém mais ensinará o seu próximo nem o seu irmão, dizendo: ‘Conheça o Senhor’, porque todos eles me conhecerão, desde o menor até o maior. 12Porque eu lhes perdoarei a maldade
e não me lembrarei mais dos seus pecados”.
Em suma, foi isto que Cristo veio anunciar, oferecendo seu corpo como véu rasgado do templo que, atravessado, introduz cada um e todos nesse Santuário que de pedra nada tem e aí nada se encontraria, no mínimo encontra-se o vazio e no máximo a escravidão a uma qualquer leizinha feita para servir senhores ou fidalgos e tão a gosto de muitos religiosos e não menos a gosto dos criminosos que legislam e oprimem aqueles que deviam representar e libertar, em particular os mais fracos no ventre materno e os moribundos que, se não fossem os criminosos legislativos, encontrariam no homem e na verdadeira ciência o alívio de suas dores.
Feita a introdução, importa agora referir que o ti Celito é bem amanhado. A sua intervenção ao país serviu para mostrar que agora a luta se trava entre os mandados e governados por Bruxelas, governo e presidência, para mostrar qual deles manda mais.
O ti Celito teria sido mais respeitado se tivesse feito durante o primeiro mandato o que agora faz. Mas não por causa da falsa estirpe inglesa, ou brasileira ou sul-africana, ou russa ou alemã…, mas porque sim, por ser uma estirpe, o Sars, que tal como todas as estirpes de vírus, onde TAMBÉM se incluem os políticos, agem como camaleões, isto é: sempre em mutação dolosa.
Ainda assim, deixo mais uma palavra de conforto: preparem-se porque concomitantemente com esta estirpe, o Sars, surgirão outras doenças, inclusive as que se pensavam erradicadas, bem como as que serão provocadas pela fome que já existe e atingirá proporções inimagináveis.
Finalmente, a falência das instituições já ocorre e agravar-se-á durante os próximos 2 anos, a contar de agora.
A Boa notícia: todos merecemos o que estamos a viver.
A melhor vacina para combater esta situação é a penitência, isto é, conversão, e a oração.
Aproveitemos, mas não nos façamos de santinhos.
Fica o aviso: se volta a tentar publicar aqui um “comentário” com este tamanho, será de imediato encaminhado parav o ecoponto.
Alguns de vocês abusam da minha paciência, mas ela não é inesgotável.
Vou seguir sua recomendação na extensão de meu comentário. E acrescento:
1 – saiu uma hoje uma notícia que nos dá conta do “racionamento” no atendimento nos Centros de Saúde. Entre os curtos critérios para atendimento, diz a notícia, encontram-se consultas para a IVG.
2 – Numa altura em que presumivelmente se concorre para manter a vida, também se legisla em favor da morte (eutanásia) em nome duma ciência que para ter encontrado evolução na morte.
Face ao exposto, é minha convicção que existe um silêncio e uma atitude hipócrita e bipolar relativamente ao tema morte.
“hipócrita e bipolar relativamente ao tema morte.” Da sua parte é verdade.
Sim, queridinho.
“se volta a tentar publicar aqui um “comentário” com este tamanho, será de imediato encaminhado parav o ecoponto.”
Eu quero aplaudir. Palmas.
Como costuma bater palmas?
As palavras mais sensatas e profundas sobre a actual situação!
Retribuo em agradecimento com Romanos 16:27
“soli sapienti Deo per Iesum Christum, cui gloria in saecula. Amen.”
Nas entrelinhas senti que o Presidente está preocupado com um facto no mínimo preocupante: o colapso da nossa democracia. O avançar do plano de vacinação indicia o pior e pode levar a comportamentos/ reações extremas. Lembro-me com frequência do “Ensaio sobre a Cegueira” e tenho a sensação assustadora que só agora atingimos o primeiro terço do romance.
A sua observação faz muito sentido.
Sim, a democracia está por cá a colapsar. Se o não for formalmente, sem dúvida que o é substantivamente. Ver o ministro Cabrita, na assembleia da república, berrando inflamado, qual vanguardista revolucionário, que se restringe a saída de cidadãos nacionais para os proteger (para os proteger; quando é cá dentro que a situação está pior), remete inevitavelmente para uma espécie de delírio estalinista. Não será o muro de Berlim. É o muro do Caia.
Costa
“Sim, a democracia está por cá a colapsar.” A saúde mental de muitos cidadãos é que está a colapsar.
E com exemplos alucinados como este, do ministro Cabrita, é caso para temer que Dante tenha razão: abandonai toda a esperança…
Quanto à saúde mental e a tudo o resto.
Costa
É verdade. Você dá prova disso com tão ilustres palavras. E frases com poucos caracteres. O que não seria se se estendesse.
Palhaçada. Acabamos de ultrapassar a Suecia, que nunca confinou, nem obriga ao uso de mascaras, entre outras medidas restritivas. Bem podem tomar as medidas que quiserem que de nada adianta.
Ultrapassamos a Suécia – e todos os outros países, incluindo EUA e Brasil, que andaram a ser visados durante meses, dia após dia, nos nossos canais televisivos, com grande destaque para a SIC. Que confundia deliberadamente números absolutos com números relativos de infecções nesses e noutros países.
Agora que Portugal ocupa o top mundial, acabou-se o escárnio e o sarcasmo e a sobranceria arrogante com povos estrangeiros. Foi um período demasiado longo de que a SIC não pode orgulhar-se.
Isso não é de todo verdade!
A Suécia no principio sim é um facto, mas salvo erro no principio de Novembro reconheceu que falhou e começou a confinar parcialmente com medidas restritivas, neste momento já segue o que basicamente se faz por toda a Europa.
João Alves
Sim, faz já algum tempo que a Suécia também adoptou medidas restritivas. Ao ponto de o próprio Rei ter admitido que as autoridades políticas e sanitárias falharam na estratégia inicial. z-o-rei-da-suecia-sobre-a-estrategia-do-p ais-contra-a-covid-13148425.html
https://www.dn.pt/mundo/falhamos-di
Já vi este número antes. Se soubesse que era assim…
Passadas as eleições, ficará na gaveta o #MarceloBom? Aquele que recebe apoios explícitos do PM em fábricas.
Todos sabiam que viria uma segunda (ou terceira) vaga, que mal começasse o frio (já agora, seria boa altura também para se falar de qualidade de construção e responsabilização de construtores e de Câmaras) e a época das doenças respiratórias, o vírus ia atacar, que os cenários de confinamento, sobreuso do SNS, tele-trabalho e ensino à distância seriam prováveis, alguém se preocupou com estas minudências durante o Verão? Claro que não, estava tudo preocupado, Marcelo à cabeça, em acções de propaganda e auto-elogio.
O Costa em Dezembro nem sabia o que era a estirpe inglesa, coitado, se soubesse o que sabe hoje não teria havido Natal.
E porque é que as vacinas covid têm de ser administradas em Centros de Saúde, que já costumam ter mais “clientela” nesta altura, ao invés das farmácias? Planeado com antecedência, não poderia a rede de farmácias aplicar o plano?
Para aplicar o plano na rede de farmácias seria necessário alocar verbas para o efeito: logística, custos de inoculação e acompanhamento médico para eventuais e prováveis reacções à vacina.
Quanto ao que anteriormente refere, não há dúvida que se tivesse sido levado em conta o comportamento destes bichinhos algo poderia ter sido minorado, sem que se usasse um confinamento com tantas restrições, incluindo tomar um café comprado ao guichet, e bastantes consequências.
Mas Portugal é uma Maria vai com as outras e não antecipa nada. Precisamos de um governo e de um presidente que na realidade seja isso mesmo.
O Natal é um argumento fait-diver.
” e não antecipa nada.” Pois, só retarda. O que no caso de pandemias é bom. Quanto mais tarde, melhor.
Pois, tao inteligente que você é. Pelo andar da carruagem sobrar-nos-á os veterinários para cuidar disto.
Falta pulso ao Costa e Marcelo!
Devem decretar medidas como:
1-chibatadas na rua para os incumpridor
2-55 flexões na rua para o incumpridor
3-teste anal obrigatório para o incumpridor
Quem é que se ia arriscar?
1- assim com jeitinho, e pena executada por uma agente bem apessoada devidamente fardada, eu incumpro de bom grado
2- muita gente que sente falta das sessões com o PT, os maluquinhos dos ginásios, incumprem propositadamente 10 vezes ao dia, e fazem um instastory depois
3- eh pá, quer dizer, há que guardar os testes para quem precisa…
Não seria melhor para acabar com a parvoíce dar uma olhadinha a estes link´s, que ilustram o mês de Janeiro dos anos 2017, 2018, 2019, e se possível mostrá-los ao hipocondríaco Marcelo?
https://arquivos.rtp.pt/conteudos/urgenc ias-hospitalares-lotadas
https://arquivos.rtp.pt/conteudos/caos-n as-urgencias-hospitalares
https://www.jn.pt/local/noticias/setubal/s etubal/caos-na-urgencia-de-setubal-esgot ou-oxigenio-para-idosos-10394727.html
Por acaso no outro dia estava a ver um video acerca das urgências de janeiro 2017, o mÊs pré-covid com mais mortalidade da última década. Estavam 94 pessoas em cuidados intensivos por causa das gripes. Agora estão 800 por causa do covid. Dá para ver bem as diferenças.
Mas se não for fundamentalista e quiser olhar para a situação com imparcialidade há-de reconhecer que neste momento os números são apresentados para mascarar a realidade. Tem o exemplo da transferência de doentes para a Madeira, que na minha óptica se tratou apenas de show off.
Mas os números também podem traduzir factos, e é um facto que no dia 14 de janeiro de 2019 morreram 500 pessoas só de gripe. E não houve nenhuma histeria.
Não houve “histeria” simplesmente porque não morreram nada 500 pessoas DE GRIPE naquele dia: morreram 50 pessoas AO TODO, número para o qual as gripes contribuíram. Já li esse artigo do DN não sei quantas vezes e sei bem o que diz.
É raro haver dias em que haja mais 500 mortes, mesmo em janeiro. Este mÊs já tivemos vários com mais de 700. Acha que isso é “histeria”? Na sua “óptica” pode ser, mas isto não é caso para ópticas, achismos ou “cá para mins”: é uma situação real. Temos uma epidemia a fustigar-nos, que não é gripe, é bem pior do que isso, e Portugal tem o pior desemepnho mundial. Nem sei como é que continuam as “ópticas” a negar o evidente.
Não se trata de “ópticas ” nem de “evidências “, trata-se apenas de haver troca de argumentos sem fundamentalismos.
Se você viu os outros links, viu de certeza o mesmo caos nos hospitais e a mesma falta de oxigénio nos momentos mais críticos. Não houve este alarmismo social, não houve o show off de 3 doentes serem transferidos para a Madeira e também não houve este constante policiamento por parte dos vizinhos.
Não considero que alguém seja mais responsável do que eu, ou que se sinta no direito de me dar lições de moral.
Considero que as outras doenças não covid são tão ou mais importantes que as doenças covid e muito mais mortíferas.
Não percebo o interesse em manter esta pandemia de medo.
Depois de 10 estados de emergência, medidas draconianas e contraditórias, proibições estúpidas e sem fundamento para apresentarmos uns números superiores aos da Suécia.
Concordo consigo isto não é histeria é loucura mesmo.
Não, não vi “o mesmo caos nos hospitais” noutros anos. Isso é falso. Noutros anos não havia necessidade de se acrescntarem camas e multiplicarem os serviços UCI, ou de transferir doentes. Qualquer comparação com situações gripais de outros anos é absurda. São os argumentos típicos para fugir à realidade. Quem é que disse que as outras doenças são menos importantes? Vou dar-lhe uma novidade: com a avalanche de doentes covid, torna-se muitíssimo mais difícil tratar todos os casos. Ou seja, pela sua ideia peregrina – que infelizmente não é só sua – de que isto é um “exagero” (ou uma loucura), garanto-lhe que os números de mortes se multiplicariam. Bo sorte com os números da Suécia, que pro sinal não os apresentam nem actualizam ao fim de semana. E se quer discutir “sem fundamentalismos” faça-o sem apresentar “provas” falsas.
Por vezes questiono-me como seria um país governado pelos heróis de sofá sempre prontos a negar todas as evidências e que fazem disso uma espécie de senha de identidade.
Doenças do aparelho respiratório mataram mais de 13000 pessoas em 2018. É uma noticia do observador, espero que não a considere falsa.
Quando eu digo que há histerismo é porque a informação está a ser dada para provocar o alarmismo social.
Contabilizar como mortos covid pessoas que morrem de outras patologias não é a forma correcta de divulgar informação.
Não sei se os outros países também substituem a causa básica pelo evento final na contabilização dos mortos, mas aqui em Portugal essa confusão só serve para inflacionar o número de mortos e lançar o pânico.
Não digo que não haja uma pandemia o que eu digo é que este tipo de actuação só tem um objectivo, que é aterrorizar as pessoas para as levar a aceitar medidas próprias de estados totalitários.
Consequência deste trágico ano que vivemos: e-covid-e-triste-chegar-a-um-ponto-de-na o-ter-dinheiro-para-ir-ao-supermercado/n oticia/228558/
https://rr.sapo.pt/2021/03/01/pais/cris
As histórias deste ano, em Portugal, vão girar em torno deste tema. Infelizmente.
Agora era só perguntar a essas pessoas o que é que preferiam. Se era acatar todas as ordens absurdas e acabar na miséria ou se era apanhar covid e continuar a sua vida normal.
O facto do Durão Barroso ser o presidente da distribuição das vacinas para mim só revela até onde pode ir a promiscuidade desta pandemia.
Fingir que foi apanhado de surpresa não cola e fede até.
Agora que assegurou a reeleição é que acordou?
Se não sabia o que aí vinha, se não fazia a mínima ideia, se pactuou com um PM que (des)governa na base da fezada e do empurrar com a barriga, e de forma a fazer corar um venezuelano, então, como há muito se percebeu, não serve para o cargo que ocupa. Que demita o pior (des)governo que este país já viu e se demita a seguir.
Não somos um país de brandos costumes, somos um país de bananas que têm o que merecem. Se assim não fosse, já estavam todos com alcatrão e penas em cima do lombo.
Claro que a “solução” era mesmo essa: demitir o governo depois demitir-se ele próprio dias depois de ter sido reeeleito com uma percentagem esmagadora…
Ficava tudo resolvido assim, por um passe de mágica.
Pior do que os nossos políticos, só estes “treinadores de bancada” que se limitam a cuspir ódio na Internet. Incapazes de escrever uma só frase que não seja a expressão desse ódio ideológico mais rançoso e mais primário.