Não são as lutas pela estrita igualdade de direitos e pela tendencial equidade de oportunidades que são erradas. Mas sim estes devaneios de roupagem interseccional, o “radicalismo pequeno-burguês de fachada identitária”. Tralhas folclóricas originadas nos campi norte-americanos, e que por cá @s conselheir@s Acáci@s seguem em falsetes mui abespinhados. E nisso tudo o mais ridículo ainda serão os ademanes da “linguagem inclusiva”.
Diante destes constantes dislates “interseccionais” estava hoje de madrugada a rir-me com isto da cantora Sara Tavares – que dobra personagens de animação ciganas mas não quer que brancos dobrem personagens negras – e dou com isto. Trata-se da oração na abertura do Congresso americano, já de si uma coisa risível. Enfim “americanices”… Mas o notável é como o parlamentar gringo, Cleaver, segue a cartilha multicultural do “politicamente correcto” – apelou à protecção de várias entidades, as aceitáveis lá no espectro dele. E depois termina a oração, prenhe de “linguajar inclusivo”, com o sacramental “Amen … e Awoman”.
Awoman!!!
Que belo corolário desta tralha toda, desta gente tão ciosa das suas reflexões … Perdão, dest@ gent@. Que patetas. E tão convictos deles-mesmos …

Parece anedota e não é. Tamanha ignorância num congressista surpreende. Ou estará brincando com coisas sérias.
Não está a brincar … é mesmo um sinal dos tempos.
Esse é só um exemplo, pior é o que os Democratas no Congresso querem fazer à linguagem. Estas são as palavras que querem banidas das regras do Congresso: ules.house.gov/files/BILLS-117hresPIH-hr es5.pdf
In clause 8(c)(3) of rule XXIII, gendered terms, such as “father, mother, son, daughter, brother, sister, uncle, aunt, first cousin, nephew, niece, husband, wife, father-in-law, mother-in-law, son-in-law, daughter-in-law, brother-in-law, sister-in-law, stepfather, stepmother, stepson, stepdaughter, stepbrother, stepsister, half brother, half sister, grandson, or granddaughter” will be removed.
In their place, terms such as “parent, child, sibling, parent’s sibling, first cousin, sibling’s child, spouse, parent-in-law, child-in-law, sibling-in-law, stepparent, stepchild, stepsibling, half-sibling, or grandchild” will be used, instead.
https://rules.house.gov/sites/democrats.r
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Este caso particular é bem possível que não seja só ignorância mas resultado de coerção e assédio social que caracteriza o Marxismo. este tipo de situações existia nos regimes Comunistas onde algumas pessoas ultrapassavam toda a lógica para mostrarem aos outros que pertenciam sem reservas ao movimento.
A linguagem inclusiva é um mecanismo para criar Totalitarismo. Se não escreveres, falares essa linguagem deixas de ser promovido, serás assediado, terás de ser “reeducado”, resistes e serás expulso.
Quiseram Biden agora têm o Fim da Liberdade.
Pior???! Pensa mesmo isso? Julgo serem duas coisas completamente diferentes. A primeira trato-a como anedota, não me merece outro comentário. A segunda parece-me mera questão linguística: busca de certa simplicidade universalista, necessária na fórmula em vigor e em que não vejo atropelo ao que já existe e nem me parece ter relação com o marxismo. A esquerda de Biden é moderada(íssima), mas é a arma de que dispõe a crítica.
Awoman
Tem razão, o disparate ainda é maior.
e obrigado, emendei …
Lapidar.
lápide mortuária do intelecto global
Se calhar nunca houve — não havia era “comunicação”…
Não sei se ria ou se chore…
Ria. “Rir é o melhor remédio”, era secção nas velhas “Selecções”
Pelo menos que seja ridículo no plural, senão nem o ridículo faz sentido.
Pelos exageros, jpt! Awomen.
Pois, tem toda a razão. Eu fiz o postal sob o título Amen e Awomen, presumi que era essa a asneira. Mas fui aqui corrigido (e bem) e logo mudei. De facto nem sentido na patetice isto tem. Como, aliás, grande parte desta pantomina da “linguagem inclusiva” não o tem.
Cada vez se sentem mais seguros em Pequim : terra de “sambos”…
JSP
“@s conselheir@s Acáci@s” (o que diria Eça destes anormais?) não aceitam o “@“ porque induz uma conotação demasiado próxima do “a”, de dedo em riste, imagino, exigem que a letra neutra adequada deverá ser um “x”, o que no singular dá qualquer coisa como “X concelheirx Acácix”. Soa a conterrâneo do gaulês de Uderzo.
Às vezes sinto-me rodeado de invasores idiotas e mas não tenho poção mágica…
Eu também. Mas encontrei, e tenho-a divulgado, a poção Queen Margot (7 euros a garrafa, no Lidl). Tem-me robustecido, até mesmo blindado.
Isso pode explicar a violência para com desconhecidos, manifestada pelo aquele sujeito com umas calças do FCP que caiu dentro da destilaria quando era pequenino.
Recebi hoje reforços para o confinamento e, sim senhora!
Monarcas com um custo benefício desta categoria abalam até as convicções mais republicanas. Era mandar uma Queen Margot para a Catalunha, que punha aquilo tudo na ordem.
Melhor ainda, faz falta é uma Queen Margot em cada esquina!
Abraço
eu estou aqui no refúgio confinado, em regime monogâmico com a Margot, a Queen ela mesmo
É inacreditável. Será quele não sabe que amen não quer dizer um homem, ou quis mesmo dizer um homem… uma mulher.
A ignorância de grande parte dos americanos é gritante, a todos os níveis, mas “O Observador”, com os habituais disparates do português, arranja awoman como amulher e ámen em vez de amém.
Pobre Observador que tão criticado é …
Isto é tanto mais absurdo considerando o facto de o indivíduo ser pastor – dos de pessoas, não de ovelhas. Ele devia ter uma mínima noção do que significa a palavra.
Por outro lado, talvez nós estejamos a fazer uma tempestade num cálice de licor e o homem tenha dito “a man and a woman” em vez de “amen and awoman”.
seria bom, mas muito duvido
Hei man, and a woman.
Ou seria o He-man?
hé, pá!
Hímen?
na volta … (já nem digo nada)
Aman and awoman.
E é assim mesmo que deve ser! Nada de modernices do demo.
Pronto, num dia de festa, aman and tuwoman. Uma vez na vida.
Anonimus …. cuidado com a brigada, cuidado com a brigada