Achismo lusitano (1)


Pedro Correia,

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«Acho que aspectos que foram vertidos nesse acordo [PSD/Chega, nos Açores] confrontam a Constituição.»

João Ferreira, dirigente do PCP e candidato presidencial, em entrevista ao Expresso (24 de Dezembro)

49 comentários em “Achismo lusitano (1)”

    1. Acho que até nem é muito de “doido” «Acusa(r-se) a UE de imiscuir-se nos assuntos da nação» quando se é contra a “dependência” «da ajuda europeia». Chamo a isso coerência.
      Mas V. até terá alguma razão no que diz: o gaijo é pobre e mal agradecido… falta-lhe a sua “humildade”!

  1. Antigamente um verdadeiro comunista nunca achava no singular: era sempre “nós achamos”.

    Qualquer dia começam a investir no imobiliário ou a sanear e a despedir pessoas.

          1. Acho que o Aloísio teve mais sorte do que o Vítor Baptista, do Benfica, que perdeu um brinco de diamante durante um jogo e esse jogo parou durante um quarto de hora e ninguém achou nada. Nem sequer o árbitro.

    1. “Antigamente um verdadeiro comunista nunca achava no singular: era sempre “nós achamos”. “

      Excelente ponto V.

    2. Grande verdade! Mas lá está, acho eu que, “Antigamente”, «um verdadeiro comunista» até nunca poderia “achar no singular” ou no plural, publicamente o que quer que fosse… infelizmente, “Actualmente”, ele até tem a possibilidade de, como todos os outros candidatos, expurgar-se do “nós” e passar ao discurso do “eu”.
      Mas até concordo consigo: os “comunas” deveriam ser proíbidos de atitudes hipócritas… não são dignos disso!

    1. Não encaixa nem um pouquinho na fileira da Always Handsome.
      É engraçadinho, mas o ar de comuna não ajuda nada. Sempre zangados por não nos perfilarmos . . .

      1. É uma questão de abstrair do que pensa e diz: who cares?

        E afinal a afirmação em causa está em linha (como se diz agora) com o pensamento da elite bem pensante, que brandiu contra o acordo PSD/Chega. Esses bem instalados fazem pior ao País do que os 5% de comunistas portugueses ou os que têm o tique de dizer ‘acho’ por cortesia.

      2. Um “candidato engraçadinho”, portanto…
        Não me admirava nada que fosse uma jogada de Jerónimo de Sousa (ou do coletivo do comité central).

  2. Também fiquei com essa impressão.
    Tenho um amigo, açoriano, que me falou de algo semelhante, não posso afirmar com total certeza, mas não tenho provas em contrário, portanto acredito que sim, seja verdade.

  3. 450 000 euros dão para achar isto e muito mais… Partido do Povo que gasta mais que a elite toda junta… 🙂

    1. Coitada da nossa elite… prometo que 2021, se o “bicharoco” não me apanhar e sobreviver ao confinamento recentemente decretado, aqui onde resido (isto está, parafraseando o PC, pior que em Cuba e na Venezuela), vai ser passado a choramingar com a triste sina dela.

      1. Tem toda a razao. Obrigada. Isto de escrever a correr, no telemovel e com a escrita inteligente ( desinteligente) activa da sempre ajneira 🙁
        Bom ano novo

  4. Acho, Acho,Acho,Acho…..????
    Pedro Correia onde é que está a sua coerência?
    Pensei que tinha um acordo com os leitores!
    Mas certamente já se esqueceu!
    Pois passou a achar!

  5. Que expressão sugere o Pedro como alternativa ao popular “acho que”?

    Conheço outras expressões (“penso que”, “creio que”, “sou da opinião que”), mas todas elas me parecem a modos que pedantes.

  6. Eu acho que quer tacho.
    E que o Ventura é facho.
    Eu acho que o mundo é belo
    E que elegemos o Marcelo
    Eu acho que faltam nomes
    Só para rimar com Ana Gomes
    Eu acho logo existo
    Dizia o filósofo grego Evaristo

  7. “aspectos que foram vertidos nesse acordo confrontam a Constituição”

    Só esta frase em si é de topo.
    Elencasse umas sinergias e ficava imparável

  8. Verdadeiramente é o ‘acho’ que incomoda, doutra forma nem se falava nisso, ou o achado não estar em último nas sondagens.

  9. Acho que é melhor ele não achar muitos aspectos, não vá o partido achar que são poucos e ter de aumentar a dízima.

    1. Acho que não me importava nada de auferir o dízimo que o partido dele saca: quase meio milhão de votos numa “campanha presidencial” semi-confinada, durante 20 dias, é muita maçaroca num país em crise.

      1. Maçaroca ou massaroca?
        A maçaroca também vai dar jeito… para fazerem pipocas enquanto vêem lá no Comité Central o discurso vencedor do Marcelo via TV.

        1. Acho que é maçaroca, com bago graúdo. Ou milho, bago, taco, grana, graveto, carcanhol.
          Tudo para “investir” no latifúndio da Atalaia, no Seixal, fechado ao povo 362 dias por ano.

          1. Leopedro
            Afinal não é ‘acho’ nenhum, sem concentrações, festas, congressos não há nada para por a cassete a tocar e arranja-se um ‘acho’ e toma lá com a Atalaia fechada ao povo 362 dias por ano…. ano de pandemia evidentemente.

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