Acharia muito bem, se Espanha aceitasse ser uma (con)federação como a Suíça, com Estados com elevado grau de autonomia, a começar pela autonomia fiscal. Porém, a Espanha não está para aí virada. Muitas das partes constituintes de Espanha não querem esse grau de autonomia para si mesmas.
Eu é mais galegas, nem que sejam vacas. Outros, têm fixação por marujos australianos, mas isso é lá com eles, gostos não discutem.
Você fala tanto nisso que parece pronto a embarcar no próximo submarino que chegar ao Alfeite. Veja lá se com a pressa não se entala na escotilha.
Até que enfim, consegui uma reacção. E não, não sabia que se podia ir de submarino paraa Austrália. Folgo em saber por haver quem saiba. Isto é assim, tudo brincadeira, para coisas tristes já basta este carnaval tardio mas duradouro. Cumprimentos sadios.
Pensei que era “nem que sejam couves”
Como diz que disse? Somos , na maioria , muito mais espanhóis que portugueses. Pergunte ao Feijoo , ou ao defunto Fraga ou à vinhaça e às tapas do meio dia e do meio da tarde e às passeatas e às berrarias 🙂 Há para lá uns do bng , que andam à procura de poiso politico , mas são poucos. Se ainda dissesse que Minho e Trás os Montes são mais galegos que portugueses , ainda vá.
Galegos são primos-irmãos dos portugueses, tal como os leoneses. Há muito mais afinidades entre um galego e um português do que entre um galego e um basco ou um canário ou um asturiano.
Não sei , eu sinto muito maior afinidade cultural com um asturiano , castelhano ou um vasco do que com um português de Aveiro para baixo. Se me disser um andaluz , ainda vá , nem percebo bem o que dizem pq comem letras das palavras.
União, só com os galegos.
Não tenha essa ideia. A Galiza não se quer separar da Espanha; o que a Galiza quer, é mandar em Espanha.
Não fale pelos galegos. Nem você nem o Lavoura estão mandatados para isso.
Fica por perceber se seria profecia ou desejo do nobel.
É mais fácil profetizar a desagregação de Espanha, do que a integração de Portugal na manta de retalhos vizinha. De qualquer modo, devemos temer que a dita desagregação nos traga dissabores.
Por mim, será sempre um rotundo nunca à união ibérica.
Parece tudo muito bem, mas uma coisa de cada vez; ainda não encaixei o leitãozito… não sei se o despache já hoje ao jantar ou deixe para amanhã.
Eu para o jantar vou cozinhar um risoto de pato. Prato português. Europeu. Universal.
Isto de falar de comida dá fome; lá vou ter que cozer meia-dúzia de mui ibéricas castanhas para o mata-bicho da tarde. E para dar o toque universal juntar o pau de canela, vindo das Índias.
Eu não sou colega de blog, apenas um modesto comentador ocasional. Levem lá então, para a troca . um espanhol é como um português…mas orgulhoso (Antolin não é apelido típico da Beira Litoral, Ribatejo ou Trás-os-Montes…)
Abraço
Abraço, Fernando.
Ele também deveria ter outras profecias idênticas a antecipar o desenlace da guerra fria.
Orgulhosamente sós. Neste momento, nem pensar. Mas por vezes imagino o que seria de nós, se há 400, ou há 600 anos atrás, tivessemos sido anexados. Onde estaríamos, como estaríamos, como seríamos. São questões que já as coloquei. Será que seríamos orgulhosamente espanhóis, ou andariamos às cabeçadas, como os catalães? Será que também teríamos o nosso grupo de terrorista? Ou andaríamos a saudar disciplinarmente o Rei? Isto se ainda houvesse Rei. Quanto a Saramago, tem muito valor cultural, mas politicamente, era uma desgraça. Se conseguisse verbalizar as suas ideologias, como conseguia escrever a sua arte, até o poderia levar em conta. Mas sempre que o ouvi a falar de política, deitei as mãos à cabeça. Quanto à professia, estou mais inclinado a que fosse um desejo. Nunca fez muito esforço por disfarçar a paixão que tinha por Espanha, nem a pouca consideração que tinha por Portugal. Mas era Saramago e a Saramago tudo aceite. Fosse outro que não Saramago, e era massacrado.
A musa de Saramago foi a Pilar, daí a sua inspiração a dar-lhe para isso. E a Pilar adivinhando o futuro, já nem dobra a lingua para dizer uma palavrinha em português.
Para alguns talvez fosse melhor declarar já guerra aos espanhois e deixarmo-nos vencer e já ficavamos espanhois.
Então Saramago não escrevia em conformidade com a sua ideologia política? Tem que ler melhor os livros dele, mas depois não diga ‘afinal não tem nenhum valor cultural’.
O senhor não leu bem o meu comentário. O que eu escrevi foi que ele não conseguia verbalizar a política com a qualidade com que escrevia os seus romances. Se ler, ou vir uma entrevista de Saramago, vai perceber a dificuldade com que tentava fundamentar a sua ideologia. E por muito boa capacidade escrita que tivesse, o mesmo não se verificava na vertente oral. Se o entrevistador lhe desse luta, essa dificuldade notava-se ainda mais. Creio que o facto de tentar defender o indefensável, não o ajudava… nem a ele Saramago. Foi apenas isso que quis dizer.
Realmente foi muito difícil para ele fundamentar a sua ideologia, quando o orelhas Rodrigues dos Santos, dias a seguir à entrega do Nobel, lhe perguntou: agora como é que vai gastar o dinheiro do prémio? Sim senhor, grande jornalista.
Típico “herói” do sofá, entrincheirado atrás dum ecrã. Atira a pedra e esconde a mão. Não me refiro a José Rodrigues dos Santos, claro. Refiro-me a ti.
Leopedro Então a pergunta do jornalista estava naquela ‘então és comunista e com o dinheiro do Prémio devias ajudar os pobrezinhos’. Puro populismo jornalístico sem pedras ou sofás. Tás a perceber.
Mas essa entrevista em nada se debruçou sobre o Saramago político. Aliás, a pergunta em causa foi completamente inapropriada.
Não há perguntas inapropriadas. Pode é haver respostas indecorosas. Inapropriada é a censura, que interdita ou condiciona as perguntas.
«Não há perguntas inapropriadas. Pode é haver respostas indecorosas.» PC tem toda a razão do mundo do seu lado… basta ouvir o que ele, o JRS malandro e arrogante (já em Macau, quando adolescente o era!) disse nesta entrevista à inocente jornalista Judite Sousa (https://www.youtube.com/watch?v=H88FIQCppTk) para nos apercebermos disso.
Mas, fosse a Agustina a vencedora do Prémio ele não faria a mesma pergunta?
Bem visto P.C.. O Tratado de Lisboa “…é um tratado que foi assinado pelos Estados-membros da União Europeia (UE) em 13 de dezembro de 2007, e que reformou o funcionamento da União em 1 de dezembro de 2009,…”. Saramago, por meia dúzia de meses, realmente profetizou a presente integração das duas Nações Ibéricas. Esqueceu-se de frizar que “tudo acontecerá debaixo do mesmo Reich”. As profecias são sempre dúbias.
Entretanto, como sabemos, não foi uma integração a dois. Foi apenas uma absorção a 27 -para variar desta vez até foi pacifica- com o mel de uns Eurositos, prestimosamente organizada pelos fanáticos da organização, os mesmos de sempre. Curioso foi os políticos logo arrebanhados terem preferido mais ser simples mas pomposos administradores delegados, nas suas ex-nações, do que plenos executivos nos seu Países. Mais fácil?. Menos responsabilidades?. Em Portugal nem sequer pediram licença aos cidadãos, mas isso foi, é uma questão cultural, de sempre.
Já foram 28, agora só 27 com a saída do Reino Unido. Muitos britânicos já se arrependeram de ter apoiado o Brexit. Nós, sem UE, estariamos bem tramados.
As palavras são do caraças. Como é que havemos de dizer: fruta e é ver nos supermercados, farmácias e noutras actividades a quantidade de produtos espanhóis? Fazer parte do mesmo espaço económico, e prontus.
Mais facilmente eles nos restituiriam Olivença do que nos aceitariam numa Grã-Espanha (velho sonho da direita mais rançosa) ou numa Federação de Estados Ibéricos (velha aspiração da esquerda mais delirante).
Portugal vai-se integrar em quem tiver dinheiro para nos subsidiar. Neste momento mais provável parece ser a China. Os Espanhóis até deitaram a fora a TVI, veja-se a esperança que têm neste cantinho de alguém alguma vez ser deixado prosperar. É a lógica da nossa cultura presente. Os Portugueses amam o capital. Mas o capital só pode ser obtido por via correcta, a socialista: impostos -> subsídios. Ao invés se os Chineses mandarem, o liberalismo económico mais extremo será adoptado pela elite como uma camisola que sempre vestiram, pois já será em nome do Povo e do 25 de Abril….afinal está lá a estrelinha vermelha.
Pronto, lá temos de matar o branco espanhol colonizador.
Eu a estas horas já matava o bicho. Com perdão das madames e dos cavalheiros do PAN.
Acharia muito bem, se Espanha aceitasse ser uma (con)federação como a Suíça, com Estados com elevado grau de autonomia, a começar pela autonomia fiscal.
Porém, a Espanha não está para aí virada. Muitas das partes constituintes de Espanha não querem esse grau de autonomia para si mesmas.
Tomaram os espanhóis aguentarem-se com o que lá têm.
Exatamente.
União, só com os galegos. Que são mais portugueses do que espanhóis.
Eu é mais galegas, nem que sejam vacas.
Outros, têm fixação por marujos australianos, mas isso é lá com eles, gostos não discutem.
Você fala tanto nisso que parece pronto a embarcar no próximo submarino que chegar ao Alfeite. Veja lá se com a pressa não se entala na escotilha.
Até que enfim, consegui uma reacção. E não, não sabia que se podia ir de submarino paraa Austrália. Folgo em saber por haver quem saiba.
Isto é assim, tudo brincadeira, para coisas tristes já basta este carnaval tardio mas duradouro.
Cumprimentos sadios.
Pensei que era “nem que sejam couves”
Como diz que disse? Somos , na maioria , muito mais espanhóis que portugueses. Pergunte ao Feijoo , ou ao defunto Fraga ou à vinhaça e às tapas do meio dia e do meio da tarde e às passeatas e às berrarias 🙂 Há para lá uns do bng , que andam à procura de poiso politico , mas são poucos.
Se ainda dissesse que Minho e Trás os Montes são mais galegos que portugueses , ainda vá.
Galegos são primos-irmãos dos portugueses, tal como os leoneses.
Há muito mais afinidades entre um galego e um português do que entre um galego e um basco ou um canário ou um asturiano.
Não sei , eu sinto muito maior afinidade cultural com um asturiano , castelhano ou um vasco do que com um português de Aveiro para baixo. Se me disser um andaluz , ainda vá , nem percebo bem o que dizem pq comem letras das palavras.
União, só com os galegos.
Não tenha essa ideia. A Galiza não se quer separar da Espanha; o que a Galiza quer, é mandar em Espanha.
Não fale pelos galegos. Nem você nem o Lavoura estão mandatados para isso.
Fica por perceber se seria profecia ou desejo do nobel.
É mais fácil profetizar a desagregação de Espanha, do que a integração de Portugal na manta de retalhos vizinha. De qualquer modo, devemos temer que a dita desagregação nos traga dissabores.
Por mim, será sempre um rotundo nunca à união ibérica.
União ibérica, para mim, só em matéria gastronómica. Já marchava uma paella valenciana ou um lechon de leche…
Ah bom. A essa união também adiro. A paella ia já neste almoço.
Eu “pinchava” qualquer petisco ibérico agora. Ovos rotos, batatas bravas, pedaços de tortilha, boquerones…
Parece tudo muito bem, mas uma coisa de cada vez; ainda não encaixei o leitãozito… não sei se o despache já hoje ao jantar ou deixe para amanhã.
Eu para o jantar vou cozinhar um risoto de pato.
Prato português. Europeu. Universal.
Isto de falar de comida dá fome; lá vou ter que cozer meia-dúzia de mui ibéricas castanhas para o mata-bicho da tarde. E para dar o toque universal juntar o pau de canela, vindo das Índias.
De Espanha nem bom vento nem bom casamento!
Saramago discordaria, obviamente. E pelo menos um dos meus colegas de blogue também discorda.
Diga lá quem é o colega/a Espanhol/a ?
Não sou porta-voz das minhas colegas nem dos meus colegas.
Mas estou convicto de que esse seu pedido encontrará eco.
Eu não sou colega de blog, apenas um modesto comentador ocasional.
Levem lá então, para a troca .
um espanhol é como um português…mas orgulhoso
(Antolin não é apelido típico da Beira Litoral, Ribatejo ou Trás-os-Montes…)
Abraço
Abraço, Fernando.
Ele também deveria ter outras profecias idênticas a antecipar o desenlace da guerra fria.
Espero que as palavras dele não antecipem uma Liga Ibérica de futebol.
Não acredito. Como o próprio diz, não é profeta:).
Saramago falava em ca(u)sa própria.
Orgulhosamente sós.
Neste momento, nem pensar. Mas por vezes imagino o que seria de nós, se há 400, ou há 600 anos atrás, tivessemos sido anexados.
Onde estaríamos, como estaríamos, como seríamos.
São questões que já as coloquei.
Será que seríamos orgulhosamente espanhóis, ou andariamos às cabeçadas, como os catalães? Será que também teríamos o nosso grupo de terrorista? Ou andaríamos a saudar disciplinarmente o Rei? Isto se ainda houvesse Rei.
Quanto a Saramago, tem muito valor cultural, mas politicamente, era uma desgraça. Se conseguisse verbalizar as suas ideologias, como conseguia escrever a sua arte, até o poderia levar em conta. Mas sempre que o ouvi a falar de política, deitei as mãos à cabeça.
Quanto à professia, estou mais inclinado a que fosse um desejo. Nunca fez muito esforço por disfarçar a paixão que tinha por Espanha, nem a pouca consideração que tinha por Portugal.
Mas era Saramago e a Saramago tudo aceite. Fosse outro que não Saramago, e era massacrado.
Não precisa de quebrar a cabeça com tanta interrogação.
A resposta às suas dúvidas ocorreu a 1 de Dezembro de 1640.
A musa de Saramago foi a Pilar, daí a sua inspiração a dar-lhe para isso.
E a Pilar adivinhando o futuro, já nem dobra a lingua para dizer uma palavrinha em português.
Para alguns talvez fosse melhor declarar já guerra aos espanhois e deixarmo-nos vencer e já ficavamos espanhois.
Pilar de Saramago, sim. Assim foi ela.
Então Saramago não escrevia em conformidade com a sua ideologia política?
Tem que ler melhor os livros dele, mas depois não diga ‘afinal não tem nenhum valor cultural’.
O senhor não leu bem o meu comentário.
O que eu escrevi foi que ele não conseguia verbalizar a política com a qualidade com que escrevia os seus romances.
Se ler, ou vir uma entrevista de Saramago, vai perceber a dificuldade com que tentava fundamentar a sua ideologia. E por muito boa capacidade escrita que tivesse, o mesmo não se verificava na vertente oral. Se o entrevistador lhe desse luta, essa dificuldade notava-se ainda mais.
Creio que o facto de tentar defender o indefensável, não o ajudava… nem a ele Saramago.
Foi apenas isso que quis dizer.
Realmente foi muito difícil para ele fundamentar a sua ideologia, quando o orelhas Rodrigues dos Santos, dias a seguir à entrega do Nobel, lhe perguntou: agora como é que vai gastar o dinheiro do prémio? Sim senhor, grande jornalista.
Típico “herói” do sofá, entrincheirado atrás dum ecrã. Atira a pedra e esconde a mão.
Não me refiro a José Rodrigues dos Santos, claro. Refiro-me a ti.
Leopedro
Então a pergunta do jornalista estava naquela ‘então és comunista e com o dinheiro do Prémio devias ajudar os pobrezinhos’. Puro populismo jornalístico sem pedras ou sofás. Tás a perceber.
Mas essa entrevista em nada se debruçou sobre o Saramago político.
Aliás, a pergunta em causa foi completamente inapropriada.
Não há perguntas inapropriadas. Pode é haver respostas indecorosas.
Inapropriada é a censura, que interdita ou condiciona as perguntas.
«Não há perguntas inapropriadas. Pode é haver respostas indecorosas.» ppTk) para nos apercebermos disso.
PC tem toda a razão do mundo do seu lado… basta ouvir o que ele, o JRS malandro e arrogante (já em Macau, quando adolescente o era!) disse nesta entrevista à inocente jornalista Judite Sousa (https://www.youtube.com/watch?v=H88FIQC
Mas, fosse a Agustina a vencedora do Prémio ele não faria a mesma pergunta?
Bem visto P.C.. O Tratado de Lisboa “…é um tratado que foi assinado pelos Estados-membros da União Europeia (UE) em 13 de dezembro de 2007, e que reformou o funcionamento da União em 1 de dezembro de 2009,…”.
Saramago, por meia dúzia de meses, realmente profetizou a presente integração das duas Nações Ibéricas. Esqueceu-se de frizar que “tudo acontecerá debaixo do mesmo Reich”. As profecias são sempre dúbias.
Entretanto, como sabemos, não foi uma integração a dois. Foi apenas uma absorção a 27 -para variar desta vez até foi pacifica- com o mel de uns Eurositos, prestimosamente organizada pelos fanáticos da organização, os mesmos de sempre.
Curioso foi os políticos logo arrebanhados terem preferido mais ser simples mas pomposos administradores delegados, nas suas ex-nações, do que plenos executivos nos seu Países. Mais fácil?. Menos responsabilidades?.
Em Portugal nem sequer pediram licença aos cidadãos, mas isso foi, é uma questão cultural, de sempre.
Já foram 28, agora só 27 com a saída do Reino Unido.
Muitos britânicos já se arrependeram de ter apoiado o Brexit. Nós, sem UE, estariamos bem tramados.
As palavras são do caraças.
Como é que havemos de dizer: fruta e é ver nos supermercados, farmácias e noutras actividades a quantidade de produtos espanhóis? Fazer parte do mesmo espaço económico, e prontus.
Dar e receber. É a vida, como dizia o outro.
Penso que antes disso a Espanha poderá implodir….
Mais facilmente eles nos restituiriam Olivença do que nos aceitariam numa Grã-Espanha (velho sonho da direita mais rançosa) ou numa Federação de Estados Ibéricos (velha aspiração da esquerda mais delirante).
Portugal vai-se integrar em quem tiver dinheiro para nos subsidiar.
Neste momento mais provável parece ser a China. Os Espanhóis até deitaram a fora a TVI, veja-se a esperança que têm neste cantinho de alguém alguma vez ser deixado prosperar.
É a lógica da nossa cultura presente. Os Portugueses amam o capital. Mas o capital só pode ser obtido por via correcta, a socialista:
impostos -> subsídios.
Ao invés se os Chineses mandarem, o liberalismo económico mais extremo será adoptado pela elite como uma camisola que sempre vestiram, pois já será em nome do Povo e do 25 de Abril….afinal está lá a estrelinha vermelha.