Estes últimos tempos não me têm sido propícios. Tudo me cansa, física e psicologicamente falando. Vejo as pessoas adoecer à minha volta e saio de casa todos os dias a pensar se será aquele o último dia em que regressarei livre de viroses.
No trabalho, são-nos impostas cada vez mais regras, mais ordens, mais directrizes sob pena de pesadas coimas, que a cada dia que passa são mais complicadas de fazer cumprir.
O egoísmo é a única filiação comum a todas as cores e credos.
Em casa, vejo os meus netos e desespero.
E depois vejo isto e apetece-me partir tudo.
Quem sabe, sou quem quem vê mal e precisa mudar de lentes.


Marcelo e Costa deram o exemplo na praça de touros do Campo Pequeno para ouvir meia dúzia de larachas sem nexo.
Isto sem sido uma sucessão de “bons exemplos”, qual deles o pior. A dualidade de critérios é monstruosa.
Por falar em dualidade de critérios, vou aqui escrever um episódio ocorrido numa esquadra de polícia da nossa capital. Não foi presenciada por mim, mas foi-me contada por três dos presentes.
Ao início da tarde de um dia de semana, é informado o grupo de trabalho, que no dia seguinte de manhã iriam proceder a ações de fiscalização a pastelarias e cafés da zona, com vista à prevenção do excessso de lotação dos estabelecimentos, que acontece quando os clientes os enchem para tomar o pequeno almoço.
Com alguma cepticismo, dois elementos sugerem que tal ação só seria justa e completa, caso começassem por fiscalizar os transportes públicos, que funcionam em total desrespeito pelas normas sanitárias.
O argumento é simples. Com que moral se vai autuar um cliente, ou um proprietário por excesso de lotação, quando nas costas do fiscalizador está a passar um autocarro a rebentar pelas costuras?
Após esta informação, a reunião é suspensa e colocada a questão à hierarquia.
Resposta:
Não está permitida a fiscalização aos transportes, porque não existe oferta suficiente para colmatar as necessidades. Assim, de forma a não levantar ondas, revoltas e criar problemas para a administração pública, não se procede. A indicação teria vindo da tutela.
Indignação total. Então para aplicar coimas, impedir os comerciantes de ganharem o seu rendimento e fazer operações da treta, já é possível, mas fiscalizar as entidades públicas que não cumprem com as normas, já não se pode, para não colocar em cheque a administração do estado.
Ao que parece a revolta foi grande, a discussão foi acesa e no final, ganhou quem tem poder, agarrado aos regulamentos disciplinares, às ameaças de processos e de outras represálias.
É isto um exemplo dos dois pesos e duas medidas.
Já o outro dizia, não te metas com o PS.
E tantas mais… aqui vai outra, na primeira pessoa.
Em Janeiro, à porta de um estabelecimento comercial a fila era imensa. Um toxicodependente tentava a sua sorte, pedindo a moedinha às pessoas da fila. Incomodadas, pediram a intervenção do responsável pelo estabelecimento comercial, para “correr”com o rapaz. Como após várias tentativas se veio a verificar a intervenção ineficaz, telefonaram algumas das pessoas na fila para a PSP, que se apresentou prontamente e levou o o rapaz dali, explicando aos irados alinhados que o que se passa fora do estabelecimento não é da responsabilidade do mesmo.
Em Outubro, à porta de um estabelecimento comercial, a fila era imensa. Algumas das pessoas na fila não respeitavam a distância de segurança. Algumas das pessoas na fila ligaram de imediato para a PSP a expressar veementemente a sua indignação. Ninguém contactou o responsável pelo estabelecimento comercial, a não ser a PSP, que lhe imputou de imediato a responsabilidade pela fila na rua, frisando que as coimas podem ir até 10000,00€.
E esta hein?
A polícia é arma de arremesso. As leis, obrigações e demais regulamentos são publicados e cabe à polícia preservar o seu cumprimento.
Infelizmente as chefias são paus mandados, que a tudo dizem sim senhor, a troco de umas quantas mordomias, promessas de cargos sedutores quando acabarem a sua comissão, ordenados absurdamente desequilibrados em relação aos operacionais e perspetivas de progressão de carreira injustas em relação ao resto.
No fim, ficam os sacos de boxe, que são aqueles que acabam sempre por colocar em prática os devaneios e os desequilíbrios de quem manda e que acabam sempre por ser as vítimas das indignações.
E tudo isto, quando caminhamos para o 11° orçamento onde mais uma vez não se verifica a atualização da tabela salarial destes homens e mulheres.
No entanto, ainda se tem a distinta lata de os colocar de fora da lista prioritária das vacinas contra a gripe e da futura vacina contra a covid, quando se lhes pede que sejam eles a contatar com as pessoas, expondo-se ao risco com igual perigo que bombeiros ou profissionais de saúde. E sem o equipamento que aos outros lhes é garantido.
Mais lata ainda, quando nas contas do próximo orçamento se prevê o aumento em 58% de encaixe financeiro em coimas. Ora quem procede às coimas? Exato, aqueles que ao fim de 11 anos não vêem 1 cêntimo de ganho salarial.
Tem muita verdade no que diz.
Ou, se calhar, há por ali muito boa gente a precisar de mudar de lentes e/ou, sobretudo, abrir os olhos.
Penso que sim.
Não dá para entender, Dulce.
Eu não sou de desistir facilmente, Cristina, mas tudo isto ultrapassa a minha compreensão e a minha vontade.
E tenho grande dúvidas em relação ao numero de 27500, sinceramente acho que eram mais.
Mas se fosse só isto, é festas de 150 pessoas na av.liberdade em Lisboa, num clube de luxo privado para meninos e meninas de cascais, é casamentos na Arruda dos vinhos com 200 pessoas …
(noticiado hoje na TV)
Isto não dá para entender !!!
Anda tudo maluco!!!
Eu sei que devem ser muitos mais. Tenho famíliares e amigos , famílias de coabitantes em que apenas um deles testou positivo e todos os outros terão que aguardar mais uma semana em isolamento até serem testados, apesar de manifestarem já alguns sintomas.
Entretanto andamos todos nesta travessia pandémica, muitos em alegres molhadas pelos caminhos das pedras, sem pensar sequer nos que não sabem nadar.
Este país é uma paródia. Sem grande graça. Nem em plena pandemia deixamos de ser uns pândegos.
Faz lembrar a Grande Farra.
À vista desarmada, sem precisar de mudar de lentes, no recente artigo científico “Infection fatality rate of COVID-19 inferred from seroprevalence data”, publicado no Bulletin of the World Health Organization e que passo a citar:
«In people <70 years, infection fatality rates ranged from 0.00% to 0.31% with crude and corrected medians of 0.05%.»
(…)
« If one could sample equally from all locations globally, the median infection fatality rate might be even substantially lower than the 0.23% observed in my analysis. COVID-19 has a very steep age gradient for risk of death [80]. Moreover, many, and in some cases most, deaths in European countries that have had large numbers of cases and deaths [81] and in the USA [82] occurred in nursing homes. Locations with many nursing home deaths may have high estimates of the infection fatality rate, but the infection fatality rate would still be low among nonelderly, non-debilitated people.»
Portanto, segundo o artigo, a taxa de mortalidade de infectados é de 0,23%, podendo ainda ser menor, e a de pessoas com menos de 70 anos é de 0,05%. Estes números estão em acordo com aquilo que se observa nas estatísticas e nas últimas projecções da OMS, que apontam para que 750 milhões de pessoas tenham sido já infectadas. É claro que esta informação, à custa de palas e não de lentes, nunca fará títulos nem merecerá destaque na indústria noticiosa – é o tipo de informação que atira as perspectivas de determinados negócios pela pia abaixo.
Já a informação relativa ao número de testes positivos, essa merece destaque diário, pelos mesmos motivos e porque o alarmismo e o pânico, escudados na ignorância generalizada, vendem bem.
Contudo, até a nossa DGS já produziu, há dias, esta afirmação:
«A conclusão a que chegámos é que a evolução clínica, e estamos a falar em doentes, é mais relevante do que a evolução laboratorial para determinar se um indivíduo se mantém ou não infecioso. Estas pessoas se tiverem tido doença ligeira ou doença assintomática mas com teste positivo, se ao décimo dia não tiverem febre e agravamento dos sintomas considera-se que não estão a infetar outras.»
Uma afirmação que vem ao encontro das peculiaridades do teste RT-PCR, que o Prof. Michael Mina (“um pão”, segundo a minha mulher) e página do site do CEBM da Universidade de Oxford bem explicam, bem assim como o artigo do NYT “Your Coronavirus Test Is Positive. Maybe It Shouldn’t Be.” th/coronavirus-testing.html)
(https://www.nytimes.com/2020/08/29/heal
Segundo o NYT:
«With a cutoff of 35 [cycles], about 43 percent of those tests would no longer qualify as positive. About 63 percent would no longer be judged positive if the cycles were limited to 30.»
E, chegados aqui, terá que se conceder estarmos, de facto, a precisar de mudar de lentes. E também de discurso.
PS – Interessante também este curto vídeo, sobre o que se passa num hospital nos EUA, nas palavras do próprio CEO:
“The current Covid-19 virus is not the same one we saw in March: Holy Name Medical Center CEO” cFA
https://www.youtube.com/watch?v=JTjVgqxe
É informação e é desinformação. Depende da intenção do comunicado.
Números até ao final de Setembro:
– vítimas COVID-19 com mais de 80 anos: 1 352 óbitos
– excesso de mortalidade maiores de 85 anos: 5 395 óbitos
Números do mês de Setembro:
– média 2009-2019 de óbitos diários: 256
– média 2020 de óbitos diários: 300
– total 2020: 8 999 óbitos
– COVID-19: 153 óbitos
Outros números médios anuais:
– vítimas de diabetes: 4 300
– vítimas de acidentes: 4 200
– (complete o restante)
Vítimas de pneumonia:
– em 2017: 5 596
– em 2018: 5 724
– em 2019: número ainda não disponível
jornaleconomico.sapo.pt › noticias
Jul 18, 2020 — 3,9 milhões de consultas e 93 mil cirurgias canceladas. … recuperar as consultas e as cirurgias em atraso para que os portugueses não sofram …
Será que ainda não percebeu? Será que os 8 846 óbitos não-COVID-19 ocorridos em Setembro não contam? Será que apenas contam os 153 causados pela COVID-19? Porque pertenciam à nobreza e ao clero?
Será que o excesso de mortalidade não-COVID-19 cerca de 4 000 óbitos em maiores de 85 anos registados até Setembro não a comovem? Para salvar uma pessoa da COVID-19 quantas é que está disposta a matar?
Seriam zero, claro, com certeza muitas menos do que as que o Elvimonte estaria disposto a deixar morrer só para provar um ponto de vista.
Boa semana
“É informação e é desinformação. Depende da intenção do comunicado.” (Maria Dulce Fernandes)
É informação a minha, com artigo científico, com citações e com os números bem à frente dos seus olhos. É desinformação a sua, que apenas exprime um sentir, com flagrante presunção e pretensiosismo. Algo típico de cabecinhas falantes, mas não pensantes.
Continue, pois, de cabeça bem enterrada na areia, não precisando sequer de mudar de lentes nesse universo de trevas irracionais em que se encontra mergulhada – o medo. Uma “posição em que a Alemanha perdeu a guerra”, uma posição a implorar por vacina.
E ignore galhardamente que dispõe de exército destinado a combater infecções – o sistema imunitário. Ignore que, como qualquer outro exército, o sistema imunitário precisa de equipamento e armamento adequados.
Ignore que “Correcting Britain’s Vitamin D deficiency could save thousands of lives 6/correcting-britains-vitamin-d-deficien cy-could-save-thousands/ .
A groundbreaking new study points to a cheap, safe, effective way of tackling Covid”
https://www.telegraph.co.uk/news/2020/09/2
Ignore a profilaxia a que o presidente dos EUA vinha a ser submetido, de acordo com a Business Insider:
«The physician’s statement said Trump “remains fatigued but is in good spirits.” Conley added that the president has also been taking zinc, vitamin D, famotidine, melatonin, and a daily aspirin.»
Ignore que a vitamina D, o zinco, a melatonina e a famotidina são algumas das substâncias referidas no capítulo profiláctico do protocolo de tratamento MATH+, com origem na East Virginia Medical School e que pode encontrar neste link:
https://www.evms.edu/media/evms_public/d epartments/internal_medicine/EVMS_Critic al_Care_COVID-19_Protocol.pdf (MATH+)
Ignore também:
“Vitamin D deficiency 2.0: an update on the current status worldwide” 20-0558-y.pdf
https://www.nature.com/articles/s41430-0
“Immunologic Effects of Vitamin D on Human Health and Disease” s/PMC7400911/
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/article
“The Possible Role of Vitamin D in Suppressing Cytokine Storm and Associated Mortality in COVID-19 Patients” 020.04.08.20058578v4
https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2
“Vitamin D controls T cell antigen receptor signaling and activation of human T cells”
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/20208539/
“Vitamin D Insufficiency is Prevalent in Severe COVID-19” 020.04.24.20075838v1
https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2
“Effect of Calcifediol Treatment and best Available Therapy versus best Available Therapy on Intensive Care Unit Admission and Mortality Among Patients Hospitalized for COVID-19: A Pilot Randomized Clinical study” [calcifediol, análogo da vitamina D] ticle/pii/S0960076020302764
https://www.sciencedirect.com/science/ar
“Zn2+ Inhibits Coronavirus and Arterivirus RNA Polymerase Activity In Vitro and Zinc Ionophores Block the Replication of These Viruses in Cell Culture” rticle?id=10.1371/journal.ppat.1001176
https://journals.plos.org/plospathogens/a
“The Role of Zinc in Antiviral Immunity” s/PMC6628855/
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/article
“Efficacy of Famotidine for COVID-19: A Systematic Review and Meta-analysis” 020.09.28.20203463v1
https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2
Continue a ignorar , com o mais alto patrocínio do “Ministério da Verdade: guerra é paz, liberdade é escravidão, ignorância é poder”.
Concordo absolutamente que o reforço do sistema imunitário seja imperativo e que o nosso ( o de alguns de nós, humanos) sistema imunitário é eficiente, operativo e enérgico.
Isso é informação.
O medo é o inimigo de lógica…lá dizia alguém com toda a razão.
as minhas lentes são iguais às suas, Elvimonte.
Presumo que a imagem seja do GP de fórmula um.
Começa a ser muito complicado para mim entender ISTO e a coima ao professor de arquitetura. E então explicar aos meus filhos, é impossível. Eles ainda não têm idade para abarcar a magnitude do desnorte, incompetência, e maldade – sim, maldade – de quem nos governa.
Desnorte, diz muito bem. É o cataventismo da ignorância aliado à teimosia e à arrogância.
Mas, o mais grave foi ter havido pessoas que vieram de zonas de país com grande incidência de casos e se misturaram com as outras naquele ajuntamento.
Parece que a dgs não aguentou a pressão económico dos organizadores que venderam bilhetes a mais dos que estavam higienicamente autorizados.
E o que dizer dos bloqueios concelhios e dos nuestros hermanos que correm o país de norte a sul em grupinhos de 20 /30 a viajar em pullman delux?
Uns idiotas que nos enfurecem e toldam o espírito.
Estou doente, bastante. Às tantas acabo por ir morrendo com esta peste que me arruína a alma e não me permite a liberdade anterior a Março.
Maria
Como diria o Bardo, Maria , “A dor que não fala, geme no coração até que o parte.”
Temos que acreditar que isto vai acabar. Todo o mal… até o virus terá um fim.
Beijinho e boa semana
Isto é a F1?
É sim, jpt. É giro. Também gosto. Assim é que não.
Tem razão a formula 1 acabou no final da década de 80.
Muita da essência já se apagou.
Maria Dulce Fernandes, já li algures que essa imagem era uma fotomontagem… não sei se é, ou não? Mas eu até nem acredito que isso seja relevante porque sei que outras imagens do mesmo esplendor até, de vez enquanto, vão surgindo aqui e ali. Nas praias ou em casamentos…
Muitos insistem que a culpa é do governo, ou dos partidos, ou das igrejas, etc, etc: para mim, parece-me apenas como uma justificação do inevitável facto de que apenas são uns idiotas… que exigem ser tratados como tais porque lá está, lendo a maioria dos comentários aqui colocados neste blogue, aos “posts” dos seus habituais parceiros dados como autores, não se pode deixar de descobrir que “A Constituição” (a “socialista”, a “politicamente correcta”, o “veneno”, etc em outras situações, de repente) até passou a ser a referência deles. Se lhes pretendo negar esse direito? Não, e de modo algum: o que me incomoda é que o manifestem apenas numa retórica abstracta mas depois se ponham a defender que o povo merecia viver “numa” Venezuela quando ele varre as prateleiras dos “super”/”híper” mercados da sua vizinhança e até a “martelar” no crime do “1.o de Maio” ou no do “Avante”, que, invariavelmente, até em eco – que exigem eles, até não é “culpa” deles – soa apenas a mais uma daquelas mensagens onde o estrago provocado pelo “bicharoco” é, dados estatísticos até confirmam, dizem eles, muito menos mortal do que os de “é apenas uma gripezinha”!
Sim, de facto, até nem tenho aquela bola de cristal que me permitiria ler o pensamento dos (na sua maioria) gajos que estão a colorir a imagem a que recorreu mas tenho a certeza absoluta de que se eles não comentaram na maioria dos “posts” aqui colocados no DO, sobre tudo o que aqui se disse sobre o Covid-19, foi apenas porque o blogue ainda não chegou a eles: é que a diferença entre eles e a maioria dos que comentam/”postam” aqui no blogue, é que eles levam à letra e à prática o que os outros teorizam ou insistem em tornar numa lengalenga sobre o sexo dos anjos.
Eu, a propósito de tudo isto, infelizmente encontro-me num dilema: o de investir as minhas energias contra os da “É apenas uma gripezinha” ou contra os hipócritas manipuladores do “Ela pode ser uma gripezinha ou não, mas a Constituição não permite que ela seja de maneira diferente de uma gripezinha!”
«E depois vejo isto e apetece-me partir tudo.» – inicie pelos que, finalmente, descobriram uma razão para a existência da “socialista”!
A informação e a desinformação são duas faces da mesma moeda, que pode cair cara ou coroa, segundo os interesses do momento.
A imagem a que recorri foi apenas uma de entre centenas que ilustraram hoje os nossos telejornais .
Se foi fotomontagem, ficou muito tosca, na verdade.
Quanto à pergunta se é apenas uma gripezinha, deverá ser feita aos familiares daqueles que perderam a vida a lutar pela inspiração… de uma golfada de ar.
Boa semana António Vaz.
Porque não investe as suas energias contra um espelho? Assim já podia partir tudo.
É a tristeza dos partidos…
Deduzo que se tenha enganado na colocação do seu comentário: é que não fui eu que escrevi «E depois vejo isto e apetece-me partir tudo»…
Eu apenas sugeri à autora da frase que iniciasse o “partir tudo” «pelos que, finalmente, descobriram uma razão para a existência da “socialista”!»
Nada disso. A colocação foi directa e incisivs mas passou-lhe ao lado. Coisas de antigos, sabe, a cáustica pergunta : tu não tens um partido? Não! Tenho os dois.
Over and out , António Vaz.
A sua escrita parece uma tradução do google. Nem com processador extra, antivírus, corrector, etc, etc, etc se consegue perceber o que escreve sem pelo menos dedicar duas horas à tarefa – e nem assim! O senhor é um fenómeno literário – bem capaz de se tornar um consagrado Nobel. Ainda que “de vez enquanto” invente uma nova gramática para enfatizar o inimitável estilo.
Quanto à substância, vai-me desculpar, é-me completamente impossível emitir opinião, por manifesta incapacidade de interpretação!
Muita saúde é o que lhe deseja este humilde escriba
Zé do Sameiro
Caro Zé do Sameiro, o meu comentário não era destinado a si mas, como até estou tentado a admitir que consiga alcançar esse surpreendente facto, admito por isso que facilmente conseguirá perceber que ele era apenas dirigido, surpresa das surpresas, à Maria Dulce Fernandes. Do que me apercebi, ela não se queixou (do que V. se queixou)… mas também lhe confesso que se até me estivesse a dirigir a si (ao assumido «humilde escriba») até teria baixado o meu nível literário… e na verdadem a propósito, até lhe pretendo revelar um segredo: eu até consigo dialogar com a minha neta que recentemente fez 3 aninhos e até, na sua língua materna, que é o tailandês… agora faça lá um esforçozito e imagine do que eu não seria capaz de fazer, consigo mas em português!
“Boa semana António Vaz.”
“Over and out , António Vaz.”
“…ele era apenas dirigido, surpresa das surpresas, à Maria Dulce Fernandes.”
Get a room!
Padded, for sure.
Boa semana Francisco Almeida
Em tailandês?! Já percebi: o seu estilo é rocorococó e a língua é portulandes
Zé do Sameiro
O egoismo, porque é disso que se tratra, reina em pleno no sec. XXI. É Darwin a demontrar-se, como se necessitasse de o ser…
É o epítome da humanidade
Já alguém me garantiu a pés juntos que essa e outra fotos que por aí andam não são na verdade da fórmula 1 mas sim da Festa do Avante.
Garantias fora de prazo, essas. Basta ir ao Google procurar a primeira página de qualquer jornal.
Para os nossos governantes, nem óculos, binóculos, nem máscaras, nem viseiras, nem capacetes de mineiro podem assentar naqueles ornamentos em bruto a calcar o pescoço.
O único adorno que lhes fica a condizer e usam apropriadamente, são as desgastadas, por tanto uso, opacas palas de burro velho que lhes assentam que nem luvas por medida.
Isso não é novidade, é apenas triste e revoltante.
Em casa, vejo os meus netos e desespero.
Eu também desespero quando vejo o meu filho mais novo, que é obrigado a estar uma manhã inteira de máscara nas aulas. Mal se consegue concentar, devido ao fraxo afluxo de oxigénio ao sangue. No outro dia, ele e outra começaram a chorar no meio de um teste, na última aula da manhã. As máscaras ficaram molhadas, pediram para tirá-las por um momento, e a professora retorquiu, se querem tirá-las têm que ir lá para fora – entenda-se, não só para fora da sala, mas para fora da escola.
É este o regime de crueldade inominável que atualmente se impõe às crianças, que não têm culpa e são o futuro, para salvar os velhos, que são o passado.
A minha neta anda de máscara na escola. E na rua. Tem familiares velhotes. Muitos. Já deram muito pelo país e sem passado, não há futuro, anónimo mascarado.
A sua escolha eugénica nem merece comentar.
Penso que os idosos deveriam arranjar formas de preservar a sua saúde que não passassem pelo sacrifício dos jovens.
Se a sua neta deixasse por alguns meses de contactar com os seus familiares idosos, poderia ter mais liberdade e mais felicidade.
Os familiares idosos deveriam ser menos egoistas, pensar mais no interesse da criança e menos no seu próprio. Deveriam prescindir eles de conviver com os jovens, em vez de obrigar os jovens a barbaridades como essa de passar as aulas todas de máscara.
Tenho primos suíços, idosos (70 anos), que ficaram durante meses proibidos de contactar os seus netos. O governo suíço proibiu. E fez ele muito bem.
O seu egoísmo, apenas porque tem um filho que tem que usar máscara é indescritível.
Afinal quem é que está a sacrificar quem, caramba? O consolo nisto tudo é que você também está a ir para velho e toda essa basófia se vai acabar assim que se sentir … velho. Pode ser que o que ensinou ao seu filho seja posto em prática e que ele o carregue nas costas para o cimo de um monte e o deixe por lá apenas com um obertor, sozinho a definhar.
Que pessoa horrível! Não admia que use a máscara do anonimato!
Concordo consigo. Acho um enorme egoísmo limitar a vida dos jovens de formas tão radicais e pouco sensatas, com marcas que ficarão para toda a vida, em nome dos mais velhos, que já viveram essa infância de forma mais ou menos feliz e despreocupada. Pertenço a um grupo de apoio de mães, a quantidade recente de pedidos de recomendações de pedopsiquiatras e psicoterapeutas infantis é assustador.
Há um equilíbrio e um bom senso que se perdeu em nome do medo, e esta forma de estar na vida assusta-me muito mais que qualquer vírus, confesso.
Para:19:15
“em nome dos mais velhos”
Pois muitos desses velhos nasceram durante a 2 guerra mundial, passaram por uma ditadura, muitos abdicaram da juventude e estiveram presos em nome da liberdade o caso por exemplo de Edmundo Pedro com 14 anos preso com o pai no Tarrafal, por uma guerra do ultramar que para muitas famílias ainda não acabou, pela revolução de Abril e diversas crises europeias e nacionais, FMI, Troikas,Pandemias.
Deram a geração seguinte a liberdade, mas alguma coisa falhou em valores e não querendo generalizar pois muitos comportam-se como gente mal formada,egoista e pouco civilizada e pouco evoluída.
Haja respeito!!!
E quem pensar que o Covid é doença de pessoas mais velhas, daqui uns tempos vão ter uma surpresa, basta ouvir alguns estudos de investigadores.
Manuel Pereira
Não vale a pena, Manuel. Respeito por quem construiu o presente em que vivem, é um conceito em desuso, como dá para perceber pelos comentários supra. Just laugh and walk away.
Sr Manuel Pereira, não compreendeu o meu comentário, lamento.
Aproveito para lhe recordar, a propósito das realidades que enumera, um provérbio oriental:
“Homens fortes criam tempos fáceis e tempos fáceis geram homens fracos, mas homens fracos criam tempos difíceis e tempos difíceis geram homens fortes”.
Quanto ao covid-19 passar para pessoas mais novas, o que um amigo médico (ortopedista…) me explicou recentemente foi que será difícil pois os jovens não terão no seu sistema respiratório os “encaixes” necessários ao vírus para ele se fixar. Esses “encaixes” vão-se naturalmente desenvolvendo nas nossas células à medida que vamos envelhecendo, e é por isso que as pessoas mais velhas têm mais tendência a adoecer com este vírus. É também por isso que há tantos jovens que até podem testar positivo mas não desenvolvem infeção, o bicho não tem onde se fixar.
E é por isso também que os jovens deveriam poder apanhar o covid, ganhar anticorpos, criar a tão falada imunidade de grupo enquanto os mais velhos estão protegidos, e depois seria essa imunidade que protegeria toda a gente com um sistema imunitário fortalecido com vitamina D3, vitamina C, Magnésio, Zinco e melatonina (tomo tudo isto). Mas isto implicava uma gestão desta pandemia que tivesse o real interesse dos portugueses como objectivo, com uma estratégia clara baseada nos princípios da epidemiologia, claramente explicada aos portugueses, que assim muito mais facilmente compreenderiam as medidas de prevenção (que são obviamente importantes e necessárias) e as aplicariam. Sem as incoerências políticas que só dão maus exemplos.
Uma rave de Covid! Caturreira, tia.
«E é por isso também que os jovens deveriam poder apanhar o covid»
Não creio que tenha lido que tem filhos jovens mas se os tem não creio que lhe seja muito difícil pôr em prática essa sua brilhante ideia… mas quando eles tiverem contagiados mantenha-os longe dos filhos dos outros.
As estatíscas estão para aí a indicar que a taxa de mortalidade da COVID-19 em pessoas até aos 20 anos é basicamente nula. A título de exemplo, na Suécia, num universo de 1,8 milhões apenas se registaram 2 óbitos na faixa etária 0 – 19 anos (de crianças com menos de 10 anos). Ao contrário do que acontece com os síndromes gripais. Há retóricas que não têm, por isso, qualquer fundamento.
Deixo imagens e links onde se pode verificar.
http://prntscr.com/v7tuwp (https://www.euromomo.eu/graphs-and-maps/ ) 7913/number-of-coronavirus-deaths-in-swe den-by-age-groups/)
http://prntscr.com/v7uhh6
(https://www.statista.com/statistics/110
E do recente artigo científico “Infection fatality rate of COVID-19 inferred from seroprevalence data”, publicado no Bulletin of the World Health Organization e que passo a citar:
«In people <70 years, infection fatality rates ranged from 0.00% to 0.31% with crude and corrected medians of 0.05%.»
(…)
« If one could sample equally from all locations globally, the median infection fatality rate might be even substantially lower than the 0.23% observed in my analysis. COVID-19 has a very steep age gradient for risk of death [80]. Moreover, many, and in some cases most, deaths in European countries that have had large numbers of cases and deaths [81] and in the USA [82] occurred in nursing homes. Locations with many nursing home deaths may have high estimates of the infection fatality rate, but the infection fatality rate would still be low among nonelderly, non-debilitated people.»
Espero ter contribuído para o esclarecimento geral.
Eu a pensar que já não se vendia banha da cobra!!!!!!
os jovens deveriam poder apanhar o covid, ganhar anticorpos, criar a tão falada imunidade de grupo enquanto os mais velhos estão protegidos, e depois seria essa imunidade que protegeria toda a gente com um sistema imunitário fortalecido
Estou 100% de acordo consigo.
Muito me espantaria se Lavoura el Mataviejos, não estivesse a favor da eugenia acima proposta.
As pessoas são a favor da eugenia até chegarem a velhas. Depois passa-lhes e querem tudo a que têm direito por terem tido uma vida de trabalho. Mas sim, acho que que vem com histórias sobre “são só velhinhosos afetados, vão ter de partir na mesma”, deveria ser sinalizado, e em caso de covid positivo devia ser isolado e deixado à sua sorte. Ventiladores, para quê? A covid é só uma invenção…
Este Balio está todo apanhadito !
Quando se sabe pouco ou quase nada da capacidade de imunidade, vem para aqui o catedrático da pacotillha.
Na mouche, Patrícia.
Em comentário meu anterior neste post encontra lista de artigos científicos sobre a vitamina D, o zinco, a melatonina e a famotidina. E também link para o protocolo de tratamento MATH+.
Esse é o caminho para se salvarem vidas. Aqui fica o link:
https://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/mu dar-de-lentes-11952445?thread=96657213#t 96657213
Sugiro também que veja a Great Barrington Declaration, se é que não a conhece:
https://gbdeclaration.org/
Tenham coragem e digam o que pretendem com todas as letras:
Querem matar os “velhos” !!!!!
Pois esta gente já se fartou de os abandonar a porta dos hospitais ou coloca-los em lares ilegais, ou dar porrada neles, com o covid é uma justificação mais limpa.
Em relação ao Covid
Agora expliquem porque é que há pessoas com 90 anos que se safam,
e já houve pessoas novas saudáveis de 30 anos que morreram.
AS
Nada como uns números, umas estatísticas, uns gráficos para se avaliar da eficácia de certas medidas. Veja-se então o que se passa na Suécia e na Noruega, países onde o uso obrigatório de máscara não foi instituído em parte alguma.
http://prntscr.com/v7ffi5 (Suécia)
http://prntscr.com/v7fgoj (Noruega)
Compare-se agora com o que se passa em Itália e em Espanha, onde a obrigatoriedade do uso de máscara se estende a todos os espaços públicos, fechados e abertos.
http://prntscr.com/v7fjyp (Itália)
http://prntscr.com/v7fl7e (Espanha)
(imagens colhidas a partir de https://www.ecdc.europa.eu/en/covid-19/c ountry-overviews , que remete para a página onde se encontram os relatórios semanais https://covid19-country-overviews.ecdc.e uropa.eu/ )
Pelo que se pode ver nos gráficos, não há qualquer vantagem no uso de máscaras (e eu até fui o primeiro a defender o seu obrigatório em espaços fechados neste blogue, lá para meados de Março, sendo por isso insuspeito).
Esta é a evidência factual. Sem preconceito nem paixão. Digam o que disserem, pensem o que pensarem (também eu estava enganado), decretem o que decretarem, não se vislumbra qualquer efeito positivo no uso de máscara.
E se não é possível ver efeitos positivos do seu uso nos gráficos, temos que concluir que eles não existem. A teoria até pode ser muito bonita, as pessoas muito inteligentes, mas se os resultados não confirmarem a teoria, é porque a teoria está errada.
não se vislumbra qualquer efeito positivo no uso de máscara
Toda esta epidemia tem sido gerida com base em pseudo-ciência teórica, em vez de ser gerida com base em boa ciência experimental.
Elabora-se teorias, sobre o crescimento exponencial da infeção, sobre os benefícios do uso de máscara, e sobre muitas outras coisas, e depois combate-se a epidemia com base nos resultados (ou nos pressupostos!) dessas teorias. É a ciência puramente teórica em ação.
Só que, toda a boa ciência é experimental. A boa ciência é feita de teorias (“hipóteses”) comprovadas pela experiência. A ciência puramente teórica não é boa ciência.
É necessário combater esta epidemia com base em ciência experimental, com base em dados experimentais, em vez de a combater com base em teorias sem suporte experimental.
Que tal seres voluntário para apanhares uma vacina experimental, pode se ser que te atrofie os tomates.
A razão ainda impera nalguns espíritos, sobre o medo, sobre a crença e sobre a superstição.
Apesar de sermos poucos, ainda bem.
Poderá ou não ter razão no que defende mas os dados que utiliza não são bastantes para qualquer conclusão.
Recorrendo à Suécia com população semelhante à nossa, o SNS tem 6 vezes mais capacidade do que o nosso. Só por isso pode dar-se ao luxo de não restringir tanto porque arrisca menos a situação de saturação hospitalar que é o que verdadeiramente assusta e não as taxas de infectados e de mortes.
Sem medidas governamentais, apenas por civismo e bom senso, os transportes públicos em Estocolmo circulam com 20/30% de capacidade. Isto porque os habitantes sabem que em 2/3 minutos têm alternativa de transporte.
Mais importante ainda, a grande maioria da população com mais de 65 anos (a estimativa que vi era de 80%), em circunstâncias normais, muito raramente contacta com pessoas de idade inferior a 40 anos, sendo assim a vida normal já um confinamento limitado.
E, se nunca fecharam as escolas primárias e secundárias, fizeram-no para o ensino superior e também limitaram os ajuntamentos de pessoas e pediram que guardassem o distanciamento físico (que idiotas chamam distanciamento social). Ora os suecos são civicamente muito mais educados e muito maioritariamente cumprem. Assim a questão é perguntar se cumprido o distanciamento será necessário impor o uso de máscaras, o que na Suécia não faz sentido. Em Portugal a pergunta é, se sabendo que não se consegue distanciamento se justifica ou não uso obrigatório de máscaras.
Eu certamente não sei a resposta e, também não tenho grande confiança nos nossos decisores políticos mas não creio que a sua conclusão esteja suficientemente fundamentada.
“os suecos são civicamente muito mais educados “
Diz isso porque nunca esteve casado com uma sueca, senão ia ver o que é bom para tosse.
“Eu certamente não sei a resposta”
Até fico admirado pois o Sr. é outro da pandilha dos sabichões.
Mais evidência factual sobre a ineficácia do uso de máscaras pode ser encontrada nos sites worldometers, ourworldindata e nos que já referi anteriormente do ECDC: ountry-overviews uropa.eu/
https://www.ecdc.europa.eu/en/covid-19/c
https://covid19-country-overviews.ecdc.e
RU e França, cuja obrigatoriedade do seu uso em espaços públicos fechados foi imposta em Julho/Agosto, são exemplos disso. Portugal, cuja obrigatoriedade remonta a Maio, é também disso exemplo. Assim como o caso paradigmático, e muitas vezes referido por mim neste blogue como exemplo, da República Checa, que terá sido o primeiro país europeu a implementar a sua obrigatoriedade em espaços públicos fechados.
O caso da República Checa é bem demonstrativo da dinâmica da infecção: tendo sido um dos mais poupados anteriormente é agora um dos mais fustigados, indiciando que em meses anteriores o vírus terá tido pouca circulação entre os seus habitantes. Neste grupo encontram-se também a Polónia, a Hungria e a Roménia, entre outros.
E já nem vou escrever sobre o Peru, a Argentina e o Chile, todos com medidas draconianas desde Março. Constate por si.
Podia ainda socorrer-me de comparações entre estados dos EUA, mas não disponho nem do tempo, nem do espaço necessários. Constate também por si.
Perante esta abundância de evidência factual a demonstrar a ineficácia do uso de máscaras (e também dos confinamentos), temos que chegar a conclusões.
Conclusões a que também podemos chegar por via da evidência científica estabelecida anteriormente. Para o efeito, o seguinte artigo científico:
“Nonpharmaceutical Measures for Pandemic Influenza in Nonhealthcare Settings—Personal Protective and Environmental Measures” s/PMC7181938/
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/article
constitui prova cabal. Nele se afirma:
«Although mechanistic studies support the potential effect of hand hygiene or face masks, evidence from 14 randomized controlled trials of these measures did not support a substantial effect on transmission of laboratory-confirmed influenza.»
Acrescento eu: nem os 14 ensaios aleatórios controlados suportam a eficácia do uso de máscaras, nem a evidência empírica colhida ao longo dos últimos meses neste doloroso ensaio de campo a suporta.
É um pequeno texto!
Mas que diz muita coisa!
Esta sociedade está doente no egoísmo e na falta de solidariedade das pessoas umas com as outras.
O eu impera sobre o nós.
Tempos tristes em que vemos isto tudo, que consegue para mim ainda ser mais triste do que o maldito covid.
Miguel Nunes
Concordo plenamente, Miguel.