
O primeiro-ministro que permitiu um 25 de Abril sem máscaras na Assembleia da República (dispensáveis por a cerimónia oficial decorrer num «edifício grande», na assombrosa definição da doutora Graça Freitas), a celebração ritual do 1.º de Maio pela CGTP em pleno estado de emergência e a Festa do Avante!, entre muitos outros “eventos”, vira agora pregador evangélico dizendo aos portugueses que «temos o dever de nos proteger e de proteger os outros».
Convém não sermos ludibriados por esta pose de recém-convertido aos rigores sanitários, entre ameaças de coimas pesadíssimas e da tentativa de imposição obrigatória (obviamente inconstitucional), em contexto laboral, de uma aplicação digital gerida por multinacionais da recolha de dados. Trata-se do mesmo chefe da mesma equipa governativa que, pela voz da directora-geral da Saúde, antecipava em Janeiro que «não há grande probabilidade de chegar um vírus destes a Portugal» e em Março desaconselhava o uso de máscaras por incutirem «falsa sensação de segurança». É o mesmo que em Junho “vibrava” entre duas mil pessoas que assistiram a um concorrido show humorístico no Campo Pequeno.
Soaram entretanto as doze badaladas da meia-noite e eis-nos imersos em nova quarentena social. Decretada por um governo que carece em absoluto de autoridade moral para o efeito. Fazem-se desde já prognósticos sobre as próximas excepções às novas regras – e a cor política que terão.

Barco à deriva deu À. Costa? Já eu tinha chamado à atenção num dos meus posts, com esse título devidamente patenteada.
Chamou “à atenção” onde? Não vi.
Agora é que eu vou votar no Duarte Pio.
Trate mas é de instalar a aplicação. Caso contrário ainda arrota 500 euros de multa “socialista”. 0-14-Ja-ha-proposta-de-lei-multas-ate-50 0-para-quem-nao-instalar-aplicacao—ou-q uem-nao-usar-mascara-na-rua–a-partir-do s-dez-anos-de-idade-
https://expresso.pt/politica/2020-1
Lá está você a ser tendencioso, isso não é assim. Os 500 euros são eles que dão para você comprar um telemóvel compatível com a aplicação.
Deixe-se de lérias e active já o Bluetooth no seu telelé. Para estar “geolocalizado” 24 horas por dia (e noite).
Com os cumprimentos do Grande Irmão António Costa.
Activar o Bluetooth para estar “geolocalizado”?
Humm! Agora percebo porque é que só 2% dos médicos forneceram o código.
Ainda por cima o pregador vem agora dizer que não concorda com as medidas que ele próprio decretou. osta/mascara-e-app-obrigatorias-se-gosto-n ao-gosto-mas-nao-podemos-estar-impavidos-a-a ssistir-ao-aumento-dos-numeros
https://tvi24.iol.pt/politica/antonio-c
Devia haver limites para a hipocrisia, mas pelos vistos não há.
Eu imagino a sua frustração. Saber que o Ventura é do mesmo clube que o Costa deve dar uma raiva…
São ambos do Benfica. Vocês, benfiquistas, é que devem sentir-se frustrados. Ou bater palminhas.
Não se zangue que eu vou pedir ao Ferro Rodrigues para lhe dar um cachecol autografado, a não ser que prefira uma máscara com um leãozinho de lado.
Você hoje não diz coisa com coisa. Vê-se que tem pouco que fazer.
Enfim, sempre fica mais um comentário para a contabilidade…
Um governo faz-de-conta num país de fingimento.
O Verão foi passado a fingir que se recuperara a normalidade das nossas vidas. Excepções às bancadas de futebol vazias, práticas desportivas canceladas ou limitadas (mas quem quer fazer desporto, afinal) e o uso de máscaras, voltou tudo aos antigamentes. Praia, restaurante, esplanada, viagens de avião, idas ao estrangeiro, recepção de turistas, como se nada fosse. Agora somos defrontados com a realidade, a de que o vírus afinal não desapareceu, apenas andou por aí (qual Santana) enquanto a malta se confinava.
Não há segunda vaga alguma, há uma série de hábitos recuperados (a escola, a Universidade, o regresso em massa ao trabalho) cuja consequência é a mesma de há uns meses atrás, o contágio.
Os palermas que nos governam pouco mais sabem que emanar umas medidas avulsas, seja no combate à pandemia seja na economia, portanto vão-se divertindo com o impedimento da venda de bejecas após as 20:00 (determinante no combate à covid) e multas (nisso não falham) a quem não instalar a app. Entretanto, verdadeiras medidas de fundo que obrigassem a mudanças no paradigma, tinha que meter esta expressão, está quieto. Nada muda. Logo, os resultados são os mesmos.
Entretanto, o Governo/Estado esmera-se naquilo em que é perito: esbulhar os cidadãos. Mesmo à custa de medidas desprovidas de fundamento constitucional. 0-14-Ja-ha-proposta-de-lei-multas-ate-50 0-para-quem-nao-instalar-aplicacao—ou-q uem-nao-usar-mascara-na-rua–a-partir-do s-dez-anos-de-idade-
https://expresso.pt/politica/2020-1
“O primeiro-ministro que permitiu um 25 de Abril sem máscaras na Assembleia da República”
No ordenamento político português o governo depende da AR e não o contrário.
Quem define a política (e as práticas) de saúde é o Governo, obviamente. Não é o senhor Ferro Rodrigues, que era anti-máscara em 25 de Abril e virou a casaca a partir do dia 26.
Costa é um exemplo perfeito do que significa ser um “político de plástico”. Mas plástico também no sentido químico: “material orgânico polimérico sintético, de constituição macromolecular, dotado de grande maleabilidade (que apresenta a propriedade de adaptar-se em distintas formas), facilmente transformável mediante o emprego de calor e pressão (…)” (in Wikipedia)
Mas este governo prometeu combater o uso imoderado do plástico, declarando até guerra às palhinhas: dade/noticia/portugal-antecipase-vai-pro ibir-plasticos-descartaveis-2020-1862928
https://www.publico.pt/2019/02/22/socie
O Costa é o nosso super-herói
https://en.wikipedia.org/wiki/Plastic_Ma n
Não exagerem. O homem agora até diz que “odeia ser autoritário”. o-costa-odeio-ser-autoritario-eu-nao-que ro-ser-autoritario-mas-temos-de-controla r-esta-pandemia/
https://observador.pt/2020/10/15/antoni
Eu, que estudei as “Químicas” da velhinha e saudosa Faculdade de Ciências de Lisboa, adorei o seu comentário.
Maria
Temos que nos rir para não chorar. 🙂
Quando o calor é demasiado transforma-se no homem invisível.
Para já vai tornando invisível a democracia.
Vou iniciar uma petição para que a Katia “Ronalda” seja presença obrigatória nas conferências diárias da DGS. Precisamos do contraditório científico.
Para contraditório em patacoadas não é preciso procurar muito.
Aliás não é preciso procurar nada. Qualquer transeunte sacado na rua serve..
Há certas derivas discursais que são absolutamente chocantes.
https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-s aude/artigos/covid-19-costa-diz-que-nova s-medidas-sao-para-abanar-o-pais-e-alter ar-comportamentos
Mas que país é que pretende abanar? O dos governantes e outras figuras que contraíram o vírus?
Afirmam que o aumento da propagação se registaria fruto do desconfinamento; e agora querem fazer crer que tudo isto é fruto do “desabanão” da nação provocado por comportamentos? Comportamentos de quem?
Então quem foi que a desabanou ou abalou? Será que vêem a nação como um conjunto de pulgas que se pode amestrar?
Stayaway Covid porquê e com que legitimidade?
Até quando se permitirá que um bicho ignorante seja argumento para transformar em ignorante todo um povo e, pior ainda, esbulhá-lo de direitos fundamentais?
Ele não abanava nada se não andasse há quase três anos a ser embalado por este: i-rio-a-costa-a-sua-sorte-e-a-nossa-sort e/5e72594e0cf2f02ca42e43e0
https://tvi24.iol.pt/videos/politica/ru
Os pregadores seguem as vontades das manadas, neste caso de votos, que são quem os sustenta. As manadas, arregimentadas pela indústria noticiosa que essencialmente vende o medo e se alimenta do pânico, alinham o seu comportamento pela psicologia que as caracteriza, a da manada. E, em pânico, na tentativa individual de se salvarem, atropelam, espezinham e esmagam todos os que encontrarem pela frente e tenham o azar de cair.
É sempre assim. Com os búfalos, com as gazelas, com as ovelhas, com as cabras, com as vacas e com os humanos. Todos os pregadores sabem isso.
Assim sendo, as medidas agora introduzidas pecam por serem insuficientes. Em estado de calamidade já andamos há séculos, atingidos sempre pela mesma calamidade da incompetência. A calamidade governativa é-nos familiar e quotidiana, sendo inútil a sua declaração formal.
Como a “Maioria dos contágios ocorrem em casa e no emprego” (https://covid19.min-saude.pt/maioria-do s-contagios-ocorrem-em-casa-e-no-emprego/ ) e não na rua, o uso obrigatório de máscara deve estender-se ao interior das habitações, com obrigatoriedade adicional de distanciamento físico entre os residentes.
Decrete-se, por isso:
– A obrigatoriedade dos casais passarem a dormir em quartos separados; admite-se, em alternativa, que o façam em camas separadas, com afastamento entre elas nunca inferior a dois metros, sempre de máscara envergada e nada de truca-truca. As autoridades estarão atentas aos incumprimentos para os quais serão instituídas pesadas penas de multa.
– A obrigatoriedade das mães amamentarem os bebés por tele-conferência na impossiblilidade de manterem um distanciamento físico mínimo de dois metros entre elas e os lactantes.
– A proibição das mulheres – e dos homens transgénero, é preciso não esquecer – engravidarem, visto que não é possível garantir distanciamento físico entre fetos e mães durante a gravidez e os partos constituem ameaça grave para os profissionais de saúde, dada a impossibilidade de tele-trabalho de parto.
Esta campanha terá como mote “É a distância que nos une”, tendo sido já pagos por ajuste directo 1,5 milhões de euros ao autor, José Rapotacho, e garantida a expropriação dos terrenos do vizinho, que ele pretende adquirir.
Tendo ainda em consideração as propostas contraditórias da Associação dos Sem Abrigo e da Associação dos Presidiários, reclamando ambas a inexistência de casos e de vítimas entre os associados, o que se mostra ser verdadeiro porque a indústria noticiosa nada referiu em contrário, o governo deve ir para a rua e os pagadores de impostos, na impossibilidade das prisões os acolherem a todos, deverão recolher a campos de confinamento doravante designados por Auschvid-19.
A eficácia do Zyclon-B na erradicação do vírus já foi anteriormente testada com sucesso em ensaios clínicos (lá para os idos de 40 do século passado), pelo que os confinados serão compulsivamente tratados com a inovadora terapia. Ao promissor tratamento para a erradicação da doença foi já dado o nome de Holocauvid-19.
E ninguém é capaz de controlar o Costa!
PR e AR, segundo a Constituição.
E os Tribunais. Por causa dos abusos, não esquecer os Tribunais.
Os tribunais, sempre.
Sem esquecer a lider da oposição, que não tardou a dar sinal, dizendo o que havia a dizer: vid-19-ana-gomes-considera-inconstitucio nal-uso-obrigatorio-da-aplicacao-stayawa ycovid/
https://observador.pt/2020/10/15/co
Com todo o respeito que não merecem, durante 3 meses preocuparam-se foi com corredores aéreos, a lotação do Algarve e o regresso às esplanadas.
Vão mazé levar …
Vai tudo ficar mais ou menos na mesma. O povo é sereno ! É só fumaça, é só fumaça !… Siga a rusga.
Quem quer que governe este nosso Portugal haverá sempre problemas. Porquê? Portugal é, foi e será sempre pobre. O que vale são os milhões da Bruxa.Elas. Em casa onde ( sempre ) falta pão, todos brigam, ninguém tem razão.