Perante esta notícia do Sol, com ou sem os esclarecimentos da Procuradoria Geral da República, que já todos sabem o que valem, só lhe resta um caminho, se estiver confortável para isso: processar o jornal dos brindes e aguardar que o senhor arquitecto ou um dos seus escribas faça a prova da verdade dos factos.
Prova da verdade dos factos
Sérgio de Almeida Correia,

A comunicação social está acima da lei, os sindicatos do 3º poder estão acima da lei.
Desculpe, dr. Sérgio. Qual prova? As provas estão nas palavras do primeiro-ministro que disse no Parlamento uma coisa e ao telefone com Vara o contrário.
Se querem as conversas integrais também se publicam…
” Se querem as conversas integrais também se publicam…”
Suponho que o Anónimo, faz parte dos serviços Judiciais ou Policiais, pois de outro modo não entendo como pode publicar a gravação(ões) completas. Aguarda esclarecimento sff
No meio disto tudo , Kafka , menino do côro
I Parte
Há inverdades oficiosas
proferidas convictamente,
são verdades falaciosas
reveladas miseravelmente.
Tantas verdades oficiosas
enganando miseravelmente,
de comprovações viciosas
mentindo compulsivamente.
II Parte
A mentira verdadeira
devidamente registada,
só pode ser brincadeira
de uma moral enquistada.
Um negócio conhecido
prontamente desmentido,
mais um caso encanecido
por tanto decoro incontido.
É o processas…
Hehe…
Muitos bons estes dois posts , caro Sérgio. no entanto, se me permites, acrescentava uma coisinha. Quando é que alguém se vai reocupar com as fugas de informação que têm como único objectivo destruir a imagem das pessoas na praça pública? Este concubinato entre jornalistas de esgoto e justiceiros que têm mais interesse na destruição de pessoas, do que na administração da justiça, só denigre o jornalismo e a justiça.
Ambos confundem confraternizações bem regadas à volta de uma mesa em restaurantes de luxo, com liberdade de imprensa e justiça. Estamos a enveredar por caminhos perigosos. é imperios restituir dignidade à justiça e credibilidade ao jornalismo.
Muito perigosos, Carlos, muito perigosos, e é isso que há anos me aflige e me deixa sem jeito.