Crise no PAN?


#$&%#,

PAN.jpg

Parece que o líder do aparente ecologista PAN está a ser contestado pelas suas hostes. Não será particularmente surpreendente. O partido cresceu imenso nas últimas eleições, a reboque da vaga internacional de preocupações ecológicas. Mas logo desapareceu da agenda mediática e mesmo da política, e não só pelo seu real vazio substantivo – que melhor contexto para afirmação poderia pedir um partido ecologista do que uma pandemia com estas características de emergência e difusão?, e o qual desaproveitou completamente dada a sua efectiva inexistência. Pois também se tratou de um eclipse comunicacional devido ao carinho da imprensa pelo “boi de piranha” espicaçado pelo PS, esse composto de histriónicos racistas e de assessores de saias, e o jeito que dão às audiências publicitárias as atoardas desventuradas. 

Mas as causas fundamentais deste triste espectáculo – um partido ecologista a desagregar-se devido a questiúnculas  em plena pandemia é verdadeiro manancial para um “estudo de caso” de ciência política – são mesmo internas.  Há algum tempo aqui deixei mostra de que André Silva, o inopinado líder de partido parlamentar, não aparentava possuir nem pinga de elegância devido a completa ausência de clarividência de atitudes, face à sua boçal pose em reunião de deputados com o presidente Sousa. Um rústico, por assim dizer … E ao saber-se hoje, na sequência do abandono do deputado europeu e de outros eleitos autárquicos, que também sai a deputada por Setúbal, Cristina Figueiredo, lembro a patética figura que a pobre fez quando se candidatou, uma coisa mesmo inenarrável, uma mulher ignorante e desnorteada, adornando-se com todos os tiques do aldrabismo. 

Enfim, a renovação do sistema política é mesmo necessária. Mas, como é mais do que evidente, não é com gente desta. E com este impensamento.

3 comentários em “Crise no PAN?”

  1. Isso é lá crise, jpt?

    Crise é a que eu vivo, pois sempre andei desconfinado precisamente para me poder agregar a um bom partido, ou boa partida, convenhamos, e não há maneira de fazer uma boa aliança por causa desta historieta da pandemia que tem provocado pânico atrás de pânico.
    Eu bem que quero fazer umas festas, mas num deixam com medo das contaminações. Eu bem tento as biodiversidades, mas não há maneira de acertar com a receita.

  2. “…a renovação do sistema política é mesmo necessária…”. Óbvio.
    A salvífica jangada verbal “deputado não inscrito” diz tudo.
    Uns são os “não inscritos”. Os outros continuam circoinscritos. (pun intended).

  3. É claro, jpt.
    O que até agora vimos foi sempre “mais do mesmo”.
    Fazer partidos novos com os velhos vícios, com a mentalidade de sempre e mantendo métodos antigos só podia dar no que se tem visto.
    E isso vale para todos eles. Os exemplos têm sido péssimos.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *