Pensava que só os pulhas e os escroques utilizavam a blogosfera para recorrer à calúnia e à difamação. Afinal, também há jornalistas – que se autoproclamam candidatos ao prémio Nobel da Literatura – capazes de escrever textos com um chorrilho de mentiras e dislates. Se o post não estivesse assinado, diria que tinha sido escrito por um atrasado mental. Mas não. É só um post de um frustrado.
Desculpem, mas não resisti…
imagenscomhistoria,

Tem toda a razão. O texto em causa é uma lástima seja de que ponto de vista for.
🙂
O arquitecto endoidou. Perdeu a noção do ridículo, do decoro, da decência, da urbanidade, do bom senso; pode mesmo dizer-se que perdeu a razão. Alguém das suas relações, talvez algum dos amigos homossexuais de que ele fala, possa prover o seu internamento num qualquer hospício para doentes mentais.
Aquele arrazoado que ele escreveu dizendo que é um editorial é mau de mais em qualquer parte do planeta. Uma vergonha.
Os bons exemplos são para seguir: na querida URSS do não menos querido Stalin, quem não pensava como nós também era considerado doente mental e internado.
Haja quem mantenha viva a gloriosa tradição!
Ao ler “aquilo” só me ocorreu a expressão “Um vómito”.
O arquitecto passou-se.
O post é miserável a todos os níveis.
Só me ocorre um termo – disgusting!
O pequeno arquitecto (pequeno em tudo) igual a si próprio!
O Carlos podia ter avisado para se ler aquilo é preciso ir com calma e tomar dois comprimidos para o enjoou. Realmente fiquei enjoado com tanto disparate junto.
é uma salganhada primária, sem ponta por onde se lhe pegue. a minha vizinha do 1º seria capaz de o dizer e escrever, melhor!
O homem é um tarado e acaba de tentar demonstrar que deve ser um frustrado.
Jornalismo já anda nisto…..realmente não é de admirar toda a pouca vergonha que grassa na informação com pessoasinhas destas.
Ouvi ontem num programa de TV dizer que já tinha respondido muitas vezes em tribunal ;
Gastar dinheiro num canalha destes………
O velho jornalismo propriamente dito não seria capaz de… arquitectar isso.
Parei no trecho em que ele diz:
” Mas, com a vulgarização do aborto, a cedência de crianças para adopção tenderá a diminuir. E depois, não é a mesma coisa. Não é a mesma coisa ter um filho natural ou adoptado. Nem para os pais adoptivos nem para as crianças – que, para começar, não terão um pai e uma mãe mas dois pais ou duas mães.”
Não valeu a pena continuar…
Agora o Ribau ou o Branquinho (confesso a dificuldade em distingui-los) escreve aqui ressoes-e-pressionaveis-jose-antonio.htm l
http://marsalgado.blogspot.com/2009/11/p