No mundo ocidental poder casar com quem se quiser é um dado adquirido, por isso muitas mulheres não pensam duas vezes sobre o assunto. É bom lembrar que houve, antes de nós, mulheres que lutaram (com o apoio inestimável de homens que foram sensíveis à causa) para termos esta liberdade. Também é bom não esquecer que no mundo ainda há muitas sociedades que não reconhecem este direito elementar às mulheres. O feminismo, ao contrário do que muitos e muitas acreditam, ainda tem toda a razão de ser.
Tal como a própria Cristina já aqui fez notar uma vez, poder casar com quem quiser não é um direito só das mulheres – é também um direito dos homens. Não se trata, portanto, de uma conquista feminista.
Esta conquista feminista só o é em relação aos casos em que o noivo escolhe a noiva, que não tem direito a recusar. Muitos desses “noivos” compram as noivas aos pais dela. O contrário existe? Não digo que não, mas deve ser raríssimo.
No mundo ocidental poder casar com quem se quiser é um dado adquirido, por isso muitas mulheres não pensam duas vezes sobre o assunto. É bom lembrar que houve, antes de nós, mulheres que lutaram (com o apoio inestimável de homens que foram sensíveis à causa) para termos esta liberdade. Também é bom não esquecer que no mundo ainda há muitas sociedades que não reconhecem este direito elementar às mulheres. O feminismo, ao contrário do que muitos e muitas acreditam, ainda tem toda a razão de ser.
Calma!
Ainda não chegamos lá!
Casa com quem queira casar consigo.
Saiu anónimo…
Tem razão
Mas o inverso (mulheres e mulheres-crianças a casar com quem não querem) é uma realidade em muitos lugares da Terra
Tal como a própria Cristina já aqui fez notar uma vez, poder casar com quem quiser não é um direito só das mulheres – é também um direito dos homens. Não se trata, portanto, de uma conquista feminista.
Esta conquista feminista só o é em relação aos casos em que o noivo escolhe a noiva, que não tem direito a recusar. Muitos desses “noivos” compram as noivas aos pais dela.
O contrário existe? Não digo que não, mas deve ser raríssimo.