8 comentários em “Tão amigas que elas eram”

  1. Desconhecia esta chungaria e nem acompanhei a campanha eleitoral. Também não votei.

    Mas, uma coisa é certa, houve 57 mil 172 retardados mentais que acharam que desta anormalidade é que devem ser eleitos deputados para o país.

  2. Mas, uma coisa é certa, houve uma retardada mental que achou que esta anormalidade é que deve ser um comentário apresentado ao país.

  3. Para quem percebeu nos anos oitenta que a diferença existe e devemos respeitá-la; para quem passou parte da segunda metade dos anos noventa a acompanhar amigos gays ao Boys’r’Us, ao Moinho de Vento, ao Frágil e até ao Trumps, porque era o espírito do tempo e o da amizade e por não lhe passar pela cabeça discriminar negativamente alguém pela sua orientação sexual, e só se espantou um pouco por alguns – poucos, felizmente – não perceberem que respeitar a diferença não é alardeá-la e que, com sobriedade e sensibilidade, se pode estar – presente e solidário – do lado da diferença, esta pantomina da doutrinação identitária não é totalmente estranha, mas tem extrapolado os limites do razoável e, nem é tanto pelo folclore (ou pimbalhada), porque vá, por mais patético que seja cada um que se expresse como quer, é por se voltar a confundir direitos com dogmas de fé, por se reinventar um reino dos céus, agora bem terreno e palpável e vedado aos impuros, violentando a liberdade de cada um a expressar o pensamento, caso não seja pautado pelos cânones e jargão da diversidade.

  4. Sejamos francos e objectivos: se isto, que assim se manifesta (e mais, acha apropriado assim se manifestar), é digno de protecção institucional e representação pública, e como tal financiada (a subvenção que tanto jeito deu), com dignidade de deputado(a) da Nação, de uma fracção (uma fracção, parece, de dimensão atendível) deste povo, do soberano, portanto, queiram fazer o favor de parar de vergastar o Chega e o seu deputado. O Chega e o seu deputado são, perante isto, tão dignos de respeito quanto o Livre (Deus dele, do Livre, nos livre). Tão dignos ou bem mais.

    As coisas são como são.

    Costa

  5. E há quem jure a pés juntos que este é um país muito tolerante com as minorias etnicas, sexuais e outras que tais. Até ao momento em que mal surja uma janelinha de oportunidade: tumba, cai a máscara!
    Se a hipocrisia e a sacanice matassem, este país seria um cemitério de hipócritas e de sacanas…

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