Se há coisa que impressiona na velha Telavive (Jaffa) é a diversidade religiosa. Logo atrás de uma mesquita aparece a Igreja de São Pedro, uma igreja católica franciscana, que representa a visão de Pedro, de que os cristãos poderiam comer quaisquer animais, deixando de estar sujeitos às interdições alimentares judaicas. Mais abaixo surge a casa de Simão, o curtidor, que se diz ser o lugar onde Pedro terá tido essa visão. A missa na Igreja está a ser celebrada em indonésio para visitantes desse país, o que ainda torna mais cosmopolita este lugar.




Interessante essa diversidade religiosa, um templo paredes meias com outro.
Pois, o Muro das Lamentações é que não é pra todos.
Toda aquela zona deveria ser o Estado da Palestina com o culto das três religiões em perfeita diversidade religiosa. Os ingleses foram na conversa, ou não, dos sionistas e temos um problema sem fim à vista.
Se há coisa que impressiona na velha Telavive (Jaffa) é a diversidade religiosa.
Essa diversidade religiosa é na verdade muito comum em muitos lados, e só impressiona quem, como o Luís Menezes Leitão, vem de um país em que, fruto de uma secular aliança entre a Igreja e o Estado, se cultivou durante séculos um monopólio religioso. Como Portugal.