Não concordo com a justificação da “renovação” das gerações, simplesmente existem momentos da história do homem em que os sentimentos “bons” (presumo que seja esses a que se refere) são obscurecidos pelos sentimentos “maus” e estes num dado momento “parecem” prevalecer mas como diz o ditado : não há bem que sempre dure nem mal que nunca acabe. Talvez o pensamento devesse ser que hoje até a bondade genuína consegue ser manipulada para fazer surgir a maldade em nós e penso ser essa a questão a que se quer referir. Bom Ano
Certíssimo. Acarretam sempre cargas pesadas, positivas ou negativas, com as quais nem sempre é fácil lidar. Escolher ignorar é apenas comprar a exclusão.
Maria, penso que “não ser grátis” se aplica ao próprio, não aos outros. Ou seja, os nossos sentimentos não são grátis para nós mesmos, porque implicam capacidade para os aguentar. E responsabilidade. Para os outros, acima de tudo, para quem merece, o verdadeiro sentimento é grátis, sim. Pelo menos, é assim que eu compreendo a frase.
Olá Cristina, interpretei a frase de modo diferente. 🙂 Mas, já agora, aproveito para lhe desejar uma excelente entrada em 2020. Que seja um grande ano para si e família, incluíndo naturalmente a Lucy 🐕 Beijinho Maria
Cara Maria, para dizer a verdade, e depois de ler outros comentários, não sei se a minha interpretação é a correcta. Quanto a sentimentos, tendo sempre para o lado de que muitas pessoas têm medo dos próprios sentimentos e os evitam. Mas uma coisa é certa: quem o faz, também cobra um preço alto aos outros.
As boas frases são assim, passíveis de serem interpretadas de várias maneiras.
Agradeço e retribuo os votos para 2020!
Porém, a Lucy, infelizmente, já não está entre nós. Partiu a 15 de Outubro, duas semanas antes de completar os 16 anos. Tinha insuficiência cardíaca há cerca de um ano, mas praticamente não sofreu, morreu na sequência de um desmaio.
Oh, es tut mir leid, Cristina. Eu sabia que ela estava doente, mas não me apercebi que já tinha morrido. Foi uma vida longa e feliz e agora já podemos dizer que a Lucy is in the sky with diamonds. Cristina, se puder, leia uma novela gráfica do Jiro Taniguchi que se chama Terra de Sonhos. A primeira história é “Ter um cão” e conta a história verídica do cão do autor. Termina com estas palavras dos donos:
《Era só um cão. Mas aquilo que tínhamos perdido era bem mais que isso. E o que ele nos deixou… era ainda mais.》
Comprei este livro em Junho/2016 (com o jornal Público) e descobri este autor japonês, com um traço e uma sensibilidade extraordinários. Entretanto falecido, deixou inacabado um livro maravilhoso “La Forêt Millénaire”, um hino à natureza e à preservação do planeta. Consegui encomendá-lo, bem como um outro sobre Veneza, que ele fez para a colecção de viagens da Louis Vuitton. São livros maravilhosos, penso eu; pode pesquisar na net.
Cristina, que este 2020 lhe traga muitas, muitas alegrias. Beijinho. 🌹 Maria
Muito obrigada, Maria, pelas suas palavras e sugestões de leitura. Beijinho.
Uma grande verdade. Eles custam tanto, que alguns de nós não estão dispostos a pagar o preço e os confinam às catacumbas da sua existência.
Exactamente, Cristina. E parece que essa tendência se está a agravar a medida que as gerações se renovam.
Não concordo com a justificação da “renovação” das gerações, simplesmente existem momentos da história do homem em que os sentimentos “bons” (presumo que seja esses a que se refere) são obscurecidos pelos sentimentos “maus” e estes num dado momento “parecem” prevalecer mas como diz o ditado : não há bem que sempre dure nem mal que nunca acabe.
Talvez o pensamento devesse ser que hoje até a bondade genuína consegue ser manipulada para fazer surgir a maldade em nós e penso ser essa a questão a que se quer referir.
Bom Ano
WW
Não concordo.
Pode comprar-se o corpo mas não a alma.
Pois não.
Só que a moeda é outra.
Sentimento com sentimento se paga.
Joào de Brito
Certíssimo. Acarretam sempre cargas pesadas, positivas ou negativas, com as quais nem sempre é fácil lidar. Escolher ignorar é apenas comprar a exclusão.
Não tenho a certeza, Teresa.
Acho que ainda há por aí muito amor que não espera pagamento… não será fácil de encontrar, mas quero acreditar que há 🙂
Beijinho e Boas Entradas.
🌹
Maria
Maria, penso que “não ser grátis” se aplica ao próprio, não aos outros. Ou seja, os nossos sentimentos não são grátis para nós mesmos, porque implicam capacidade para os aguentar. E responsabilidade. Para os outros, acima de tudo, para quem merece, o verdadeiro sentimento é grátis, sim.
Pelo menos, é assim que eu compreendo a frase.
Boas Entradas.

Olá Cristina, interpretei a frase de modo diferente. 🙂
Mas, já agora, aproveito para lhe desejar uma excelente entrada em 2020.
Que seja um grande ano para si e família, incluíndo naturalmente a Lucy 🐕
Beijinho
Maria
Cara Maria, para dizer a verdade, e depois de ler outros comentários, não sei se a minha interpretação é a correcta. Quanto a sentimentos, tendo sempre para o lado de que muitas pessoas têm medo dos próprios sentimentos e os evitam. Mas uma coisa é certa: quem o faz, também cobra um preço alto aos outros.
As boas frases são assim, passíveis de serem interpretadas de várias maneiras.

Agradeço e retribuo os votos para 2020!
Porém, a Lucy, infelizmente, já não está entre nós. Partiu a 15 de Outubro, duas semanas antes de completar os 16 anos. Tinha insuficiência cardíaca há cerca de um ano, mas praticamente não sofreu, morreu na sequência de um desmaio.
Uma vida longa e feliz, mais não se pode desejar…
Tudo de bom para si e a sua família!
Oh, es tut mir leid, Cristina. Eu sabia que ela estava doente, mas não me apercebi que já tinha morrido. Foi uma vida longa e feliz e agora já podemos dizer que a Lucy is in the sky with diamonds.
Cristina, se puder, leia uma novela gráfica do Jiro Taniguchi que se chama Terra de Sonhos. A primeira história é “Ter um cão” e conta a história verídica do cão do autor.
Termina com estas palavras dos donos:
《Era só um cão.
Mas aquilo que tínhamos perdido era bem mais que isso.
E o que ele nos deixou… era ainda mais.》
Comprei este livro em Junho/2016 (com o jornal Público) e descobri este autor japonês, com um traço e uma sensibilidade extraordinários. Entretanto falecido, deixou inacabado um livro maravilhoso “La Forêt Millénaire”, um hino à natureza e à preservação do planeta. Consegui encomendá-lo, bem como um outro sobre Veneza, que ele fez para a colecção de viagens da Louis Vuitton.
São livros maravilhosos, penso eu; pode pesquisar na net.
Cristina, que este 2020 lhe traga muitas, muitas alegrias.
Beijinho.
🌹
Maria
Muito obrigada, Maria, pelas suas palavras e sugestões de leitura.


Beijinho.
Em psicologia evolutiva :
Altruísmo recíproco
O sentimento é o cocó do coração
Pensamento encantador, V.
Pergunto-me o que será o xi-xi do coração…
🚽
Maria