RIO DÃO
Nascente: No Planalto Beirão, freguesia do Eirado, concelho de Aguiar da Beira
Foz: Rio Mondego, na barragem da Aguieira
Aflluentes: Rios Carapito, Sátão, Pavia, Criz
Extensão: cerca de 90km
"A Foz do Dão tinha grande manancial de água. Se outro não houvesse, bastavam os dois rios que banhavam a aldeia. A água para uso doméstico provinha de uma fonte de chafurdo que ficava no meio do areal do rio Mondego. Água boa! No Verão, fresca como que saída de um frigorifico. De Inverno, tépida.
Sempre que havia enchente a fonte ficava submersa mas a mãe natureza não nos deixava sem água de boa qualidade, pois, logo que a fonte submergia, brotava uma bica na barreira do encontro do lado esquerdo da ponte."
Do blogue Foz do Dão




Dão? Hoje em dia, ninguém dá nada. Mas há por ali umas reservas de tintol que estão sempre a dar…
Pois é, compadre. Hoje em dia não Dão nada. Às vezes nem emprestam…
O Dão aqui em sossego e eu distraída com o outro rio que veio depois, Pedro. Este é mais um rio com “carácter”…
O que a região do Dão já deu, vai longe, mas o que dá, ainda, melhor dizendo, o que produz interessa-me…Hoje para celebrar o dia de São Martinho uma taça de Dão Touriga Nacional – não me caia mal, agora…
Nem a mim, Maria. Continuo a apreciar bons tintos do Dão, como o Duque de Viseu, com excelente relação qualidade/preço.
Também gosto do Casa de Santar.
Eu idem.
Vivi, até aos 5 anos, bem perto da Foz do Dão, em Travanca do Mondego.
Lembro-me de lá ir à lampreia, com o meu pai e lembro-me, também, de ter visto a aldeia a ser mergulhada no escuro eterno das águas da Barragem da Aguieira.
Cumprimentos.