
João Carvalho: «O nome do edifício, como pode ver-se, prima pela modéstia, uma vez que, além do piano, há um violino transparente com uma escadaria e cuja decoração interior consiste numa exposição de projectos e ideias destinados ao futuro desabrochar da cidade e arredores. Convenhamos que a construção é desajeitada: falta altura nas três pernas do piano, sobem-se muitas escadas para entrar e o violino que serve de quarto apoio ao chão é totalmente desproporcionado.»
Luís M. Jorge: «O João Galamba afirma que esta notícia é falsa, e que o primeiro-ministro não mudou de telemóvel. Vamos dar crédito ao homem? Eu dou. Afinal é um deputado por Santarém, por amor de deus.»
Teresa Ribeiro: «Se a maioria das mulheres se sentissem amadas assim, a cirurgia plástica, a indústria da cosmética e as terapias da felicidade, em vez de apresentarem lucros fabulosos, estariam em dificuldades. A “pressão social” sobre as mulheres foi inventada por estas áreas de negócio quando identificaram o amor transgénico como uma janela de oportunidades.»
Eu: «Um retrato fidedigno do “socialismo do século XXI”, prestes a alastrar aos cinco continentes sob os alvores da V Internacional. A História repete-se, como ensinava Marx: primeiro como tragédia, depois como farsa. Com Chávez, chegámos à fase da farsa em todo o seu universal esplendor.»
