As alternativas dentro do sistema aparecem ciclicamente ‘vem aí a recessão’. A ‘doença’ dura mais ou menos tempo, até ser arranjada a ‘vacina’ especial aplicada aos doentes em estado grave e obrigando os que não aceitem ser vacinados, com excepção dos geneticamente imunes.
Por isso é que os BE, os LIVRE e os CHEGA se afirmam cada vez mais. Fala-se muito e reprova-se mais, o chamado populismo… mas isso será necessariamente mau? O que é o populismo? Definição mais consensual será: Populismo é um conjunto de práticas políticas que se justificam num apelo ao “povo”, geralmente contrapondo este grupo a uma “elite”. Ora então quem é que vota nestes partidos e nestes deputados? Não é o povo? Então se é o povo, porque razão é que é que estes deputados não devem trazer para o debate assuntos populistas? Mas agora a política, o debate político, as intervenções na assembleia da república só devem versar sobre temas afetos a determinadas elites? Estamos mal habituados, ou melhor, estes anti populistas estão mal habituados. E esquecem-se que a maioria do povo votante não é intelectual, nem douturado, nem comentador político num canal de televisão. É absurdo que se queira minimizar o debate político a temas sugeridos nas tertúlias, nas quadraturas do círculo, ou nas salas das faculdades. Meus senhores, os temas falados e discutidos no café, na associação recreativa, ou na adega regional também são importantes… e de certeza com mais representantes do que esses círculos elitistas. Ao ponto de o Sr. Ricardo Costa, irmão do nosso PM, num debate com os pequenos partidos, dizer que falar sobre os problemas do povo e dos quais o povo fala, não é necessariamente bom… mas que snob de merda. Ora para estes embaixadores do politicamente correto, os deputados não devem dar voz ao povo que o elegeu. Devem apenas aplaudir os temas intelectualmente superiores, inseridos a debate por mentes superiores aos eleitores. E é isto democracia? Em democracia debate-se tudo. Em democracia até as opiniões mais aterradoras são respeitadas. Em democracia não há temas do povo e temas das elites. Em democracia não se tenta silenciar partidos. Portanto é a falta ďe populismo, de aproximação ao povo, que é quem vota, que torna um PSD num reflexo de um PS e vice versa…. e agora o povo fartou-se… não abram a pestana, não….
Então e os outros partidos que já falavam do povo e dos problemas que os afecta? Este ‘populismo de agora’ é apontado a quem se serve propagandeando os problemas do povo, que muitos gostam de ouvir, mas não os resolve. É tão fácil dizer que os imigrantes nos tiram os empregos e, depois, não há cá mão d’obra barata para termos produtos e serviços rentáveis. Praticamente todos os produtos/serviços de grande consumo é feito por imigrantes desde o fim da 2ª.guerra mundial, apenas tem variado a origem e o status dos imigrantes.
Se for a ver todos falam. Não falam é da mesma maneira. Os partidos do sistema… e atenção que eu sempre votei em partidos do sistema, falam para elites, falam do povo, mas nunca em nome do povo. Falam do povo, mas nunca para o povo. Daí a minha decepção e a decepção de muita gente que vê nestes partidos emergentes a sua voz. A questão da emigração não é nem de perto, nem de longe a mais importante e maior bandeira destes partidos, apelidados de populistas. E em Portugal, meu amigo, mão de obra barata não falta, não é preciso virem os emigrantes para cá trabalhar. Não quero com isto dizer que sou contra a emigração, não sou. Mas não vejo com bons olhos potenciar uma autêntica invasão. É que estes partidos do sistema querem emigrantes queques, querem os dos vistos gold, os mafiosos e aqueles que vêm para aqui lavar dinheiro. E eles aproveitam, com um sistema judicial decrépito, lento, cheio de falhas e com molduras penais ridículas. Os problemas do povo têm de ser falados, têm de ser difundidos, em liguagem corrente e sem medo de ficar mal na fotografia da comunicação social beta e elitista. Já agora, aconselho-o a ler os programas eleitorais de alguns destes partidos. Aí verá que não é só falar, também se apresentam sugestões, direções, rumos a tomar para melhorar. Obviamente, dentro das ideologias de cada partido. Agora estar a dizer que estes partidos são populistas só porque falam, é pura ignorância. Falam, mas apresentam soluções. Mas uma coisa é certa, estes partidos nem falar podem, porque os partidos do sistema escondem-se atrás dos regimentos arcaicos e anti democráticos, para os calar. Agora diga-me… que raio de democracia é esta, que igualdade e bons princípios são estes, para defender a emigração, só porque são mão de obra barata? A mim parece-me exploração
Emigração ou imigração? A que sai (emigração) é considerada altamente especializada, a que entra (imigração) quanto mais inculta é a melhor as estufas, agricultura intensiva e trabalhinhos mal pagos que na nós não nos apetece.
Peço desculpa se não me fiz entender, nomeadamente na questão da emigração e imigração. Mas se for a ver bem, vai dar tudo ao mesmo, porque a emigração, que como diz, é especializada, também não deixa de ser mão de obra barata, para os países que a recebem.
Quereria ele dizer: “PS e PSD são a mesma coisa sem grandes alternativas”?
As alternativas dentro do sistema aparecem ciclicamente ‘vem aí a recessão’.
A ‘doença’ dura mais ou menos tempo, até ser arranjada a ‘vacina’ especial aplicada aos doentes em estado grave e obrigando os que não aceitem ser vacinados, com excepção dos geneticamente imunes.
Bem: se não é verdade, assemelha-se bastante.
Por isso é que os BE, os LIVRE e os CHEGA se afirmam cada vez mais.
Fala-se muito e reprova-se mais, o chamado populismo… mas isso será necessariamente mau? O que é o populismo? Definição mais consensual será: Populismo é um conjunto de práticas políticas que se justificam num apelo ao “povo”, geralmente contrapondo este grupo a uma “elite”.
Ora então quem é que vota nestes partidos e nestes deputados? Não é o povo? Então se é o povo, porque razão é que é que estes deputados não devem trazer para o debate assuntos populistas? Mas agora a política, o debate político, as intervenções na assembleia da república só devem versar sobre temas afetos a determinadas elites?
Estamos mal habituados, ou melhor, estes anti populistas estão mal habituados. E esquecem-se que a maioria do povo votante não é intelectual, nem douturado, nem comentador político num canal de televisão. É absurdo que se queira minimizar o debate político a temas sugeridos nas tertúlias, nas quadraturas do círculo, ou nas salas das faculdades. Meus senhores, os temas falados e discutidos no café, na associação recreativa, ou na adega regional também são importantes… e de certeza com mais representantes do que esses círculos elitistas.
Ao ponto de o Sr. Ricardo Costa, irmão do nosso PM, num debate com os pequenos partidos, dizer que falar sobre os problemas do povo e dos quais o povo fala, não é necessariamente bom… mas que snob de merda.
Ora para estes embaixadores do politicamente correto, os deputados não devem dar voz ao povo que o elegeu. Devem apenas aplaudir os temas intelectualmente superiores, inseridos a debate por mentes superiores aos eleitores.
E é isto democracia? Em democracia debate-se tudo. Em democracia até as opiniões mais aterradoras são respeitadas. Em democracia não há temas do povo e temas das elites. Em democracia não se tenta silenciar partidos.
Portanto é a falta ďe populismo, de aproximação ao povo, que é quem vota, que torna um PSD num reflexo de um PS e vice versa…. e agora o povo fartou-se… não abram a pestana, não….
Então e os outros partidos que já falavam do povo e dos problemas que os afecta?
Este ‘populismo de agora’ é apontado a quem se serve propagandeando os problemas do povo, que muitos gostam de ouvir, mas não os resolve. É tão fácil dizer que os imigrantes nos tiram os empregos e, depois, não há cá mão d’obra barata para termos produtos e serviços rentáveis. Praticamente todos os produtos/serviços de grande consumo é feito por imigrantes desde o fim da 2ª.guerra mundial, apenas tem variado a origem e o status dos imigrantes.
Se for a ver todos falam. Não falam é da mesma maneira. Os partidos do sistema… e atenção que eu sempre votei em partidos do sistema, falam para elites, falam do povo, mas nunca em nome do povo. Falam do povo, mas nunca para o povo. Daí a minha decepção e a decepção de muita gente que vê nestes partidos emergentes a sua voz. A questão da emigração não é nem de perto, nem de longe a mais importante e maior bandeira destes partidos, apelidados de populistas. E em Portugal, meu amigo, mão de obra barata não falta, não é preciso virem os emigrantes para cá trabalhar. Não quero com isto dizer que sou contra a emigração, não sou. Mas não vejo com bons olhos potenciar uma autêntica invasão. É que estes partidos do sistema querem emigrantes queques, querem os dos vistos gold, os mafiosos e aqueles que vêm para aqui lavar dinheiro. E eles aproveitam, com um sistema judicial decrépito, lento, cheio de falhas e com molduras penais ridículas. Os problemas do povo têm de ser falados, têm de ser difundidos, em liguagem corrente e sem medo de ficar mal na fotografia da comunicação social beta e elitista. Já agora, aconselho-o a ler os programas eleitorais de alguns destes partidos. Aí verá que não é só falar, também se apresentam sugestões, direções, rumos a tomar para melhorar. Obviamente, dentro das ideologias de cada partido. Agora estar a dizer que estes partidos são populistas só porque falam, é pura ignorância. Falam, mas apresentam soluções.
Mas uma coisa é certa, estes partidos nem falar podem, porque os partidos do sistema escondem-se atrás dos regimentos arcaicos e anti democráticos, para os calar.
Agora diga-me… que raio de democracia é esta, que igualdade e bons princípios são estes, para defender a emigração, só porque são mão de obra barata? A mim parece-me exploração
Emigração ou imigração?
A que sai (emigração) é considerada altamente especializada, a que entra (imigração) quanto mais inculta é a melhor as estufas, agricultura intensiva e trabalhinhos mal pagos que na nós não nos apetece.
Peço desculpa se não me fiz entender, nomeadamente na questão da emigração e imigração. Mas se for a ver bem, vai dar tudo ao mesmo, porque a emigração, que como diz, é especializada, também não deixa de ser mão de obra barata, para os países que a recebem.
Há quanto tempo o PSD alijou o PPD.
Dois caminhos para chegar à democracia. Concordo.
Poucas palavras para dizer muito(íssimo)