
J. M. Coutinho Ribeiro: «As notícias sobre o crescendo de casos de gripe A preocupam-me. É que eu conheço muitas pessoas, mas não conheço ninguém que tenha contraído a doença. E também não conheço alguém que conheça alguém que esteja com gripe A. (…) Nada, de nada, por mais que até conheça pessoas que, deitadas no meu sofá, estarreciam, pedindo-me que lhes lesse na net os sintomas, para ver se convergiam com o mal-estar. Nada, outra vez. Com estas e com outras, fico na dúvida: será que não conheço as pessoas certas, ou será que ainda vai sobrar para mim?»
João Carvalho: «Que a TAP apresenta uma “situação financeira crítica” nada tem de novo, para lá da actualização dos números sobre o desastre do costume: no primeiro semestre deste ano, o grupo apresentava 247,2 milhões de euros negativos. Só que isto é bem mais do que os 171,7 milhões de euros negativos com que fechou 2008.»
Eu: «Hitler era um antigo admirador de Mussolini. Quando se encontraram pela primeira vez, o alemão ofereceu ao italiano as obras de Nietzsche, o seu filósofo preferido. Estaline, por sua vez, manteve laços diplomáticos com a Roma fascista durante cerca de uma década. E no início dos anos 30 mandou traduzir para russo o Mein Kampf, de Hitler, obra que leu atentamente. Churchill, embora detestasse o líder nazi, chegou a ser um notório admirador de Mussolini. Roosevelt e Estaline estimavam-se mutuamente.»

Acerca da última afirmação: talvez o poder tenha em si mesmo algo de fascizante. Ou o apelo dos líderes fascistas funcione por oposição:). Prefiro a última hipótese, mas nunca se sabe…
David Lloyd George também admirava Hitler, tendo com ele jantado, em 1935, no Ninho de Águia. Não teria lido, ainda, o Mein Kampf, publicado em 1925?
https://youtu.be/e_ApfE3Wjxg
Ou teria sido o Carisma do Mal, o culpado? Não admira que os alemães o tenham escolhido.
Quanto à gripe A :
https://www.google.com/amp/s/www.public o.pt/2010/01/25/sociedade/noticia/empres a-que-vendeu-vacinas-a-portugal-afirma-n ao-haver-fundamento-para-acusacoes-a-oms-1 419568/amp
O presidente da comissão de Saúde da assembleia parlamentar do Conselho da Europa, Wolfgang Wodarg, apresentou uma moção para investigar se há conflito de interesses entre a Organização Mundial de Saúde (OMS) e as farmacêuticas.
Wodarg considerou que se assistiu “ao maior escândalo médico do século” e acusou a OMS de ter “relações impróprias” com as empresas do sector farmacêutico.
Também por isto se entende, em certa medida, o movimento anti vacinas.