
André Couto: «Foi gira a graçola do 31 da Armada. Deu para rir, deu para distrair o País e em especial a sua ala direita, consumida até então com os problemas que Manuela Ferreira Leite comprou com a feitura das listas de deputados. Deu ainda para os autores aparecerem em todo o lado na comunicação social e inclusivamente para baterem records na blogosfera.»
Ana Vidal: «Mesmo com este pequeno senão que me deixou um bocadinho maldisposta, gostei de ler esta entrevista de Laurinda Alves a Vasco Pulido Valente. Estão lá a graça cáustica, a irreverência e a lucidez do costume, em boas respostas mesmo quando as perguntas são fraquinhas. Como a maior parte das pessoas, detesto ouvi-lo mas gosto muito de lê-lo.»
João Carvalho: «O texto de Sócrates no JN de hoje, afinal, é um não-artigo. Recheado de coisas não-novas.»
Sérgio de Almeida Correia: «Há quem não distinga o genuíno humor da palermice. Acontece o mesmo quando se passa os dias a beber vodka. Acaba-se a olhar para o próprio umbigo com o copo na mão, adquirem-se tiques, confunde-se a inauguração da linha do Carregado com a chegada à Lua, pensa-se que o regionalismo de Alberto João Jardim é igual ao de José Lello, que Mendes Bota escreve como Manuel Alegre ou que a Agustina é a Margarida Rebelo Pinto.»

O que a vodka consegue!