Arde em quieto desespero. De Eugénia de Vasconcellos, no É Tudo Gente Morta.
A outra mulher. Da Leonor Barros, n’ A Curva da Estrada.
A nossa Alice. De Helena Sacadura Cabral, no Fio de Prumo.
Gaiola de Faraday. De Cristina Nobre Soares, no Deserto do Mundo.
Consequências trágicas. De Bruno Vieira Amaral, no Circo da Lama.
Condição habitual. De Samuel Filipe, no Esse Bandido.
O partido anti-português do Brasil. Do Miguel Castelo-Branco, no Combustões.
Um caso concreto. Do Pedro Lomba, no Sete Sombras.
Cuidado: veneno. De Henrique Fialho, na Antologia do Esquecimento.
O livro afegão e o fim da inocência. De Luís Januário, n’ A Natureza do Mal.
Vão-se os textos/fiquem os peixes. Da Ana Cláudia Vicente, no Quatro Caminhos.
Note to self. De Duarte Schmidt Lino, no Suction with Valchek.
Master of none. De Pedro Jordão, no The Heart is a Lonely Hunter.
Porque há tantas coisas que se podem fazer à chuva. Da Ângela, no Com a Luz Acesa.
Porque me apetece. De Nelson Reprezas, no Espumadamente.
Enchentes. De Sofia Loureiro dos Santos, no Defender o Quadrado.
(em actualização)

Tens mesmo razão, Pedro, há vida para alé da referência. A Curva da Estrada grata agradece :-)))))
A Curva da Estrada continua a ser um dos meus blogues de referência. Muito melhor do que certas rectas que não conduzem a lado nenhum.
Obrigada, Pedro.
O quadrado continua bem defendido, Sofia.
Olá Pedro.
Que bom que gostou. Obrigada.
Um abraço.
Gostei mesmo muito, Eugénia. Muito.
Obrigada, Pedro. É realmente gratificante saber que do outro lado da parede virtual há alguém que gosta do que escrevemos.
Bom fim de semana.
Obrigado, Cristina. Bom fim de semana.
Um 🙂 e um muito obrigada