
João Carvalho: «Ainda ontem Jaime Gama teve de repetir uma chamada de atenção na sessão plenária com o governo. O presidente da Assembleia da República precisou de conter o ministro Manuel Pinho, que insistia em dirigir-se aos parlamentares tratando-os por “vocês”. Cada vez mais elegantes, os nossos políticos.»
Jorge Assunção: «O que se passou hoje à noite no Jornal Nacional da TVI é um bom retrato daquilo em que se está a transformar este país.»
José Gomes André: «A forma como encaramos a velhice tornou-se num dos maiores paradoxos do nosso tempo: procuramos prolongar a vida humana, de modo quase obsessivo, mas, simultaneamente, criámos um modelo social e cultural que menospreza a velhice. Na sociedade contemporânea, o homem orgulha-se da sua longevidade, mas envergonha-se da sua velhice.»
Teresa Ribeiro: «Quantos tempos tem um A? Não sabe? E quantos tempos tem um T? Também não? E acaso sabe dizer qual a diferença entre o mambo e o cha cha cha? Pois se não consegue responder a nada disto fique desde já ciente que caso frequentasse o 12.º ano arriscar-se-ia a chumbar a… Educação Física.»
Eu: «Empobrece a capacidade argumentativa, desaparece a arte do diálogo, esmorece a circulação de ideias. As gerações mais jovens, por culpa exclusiva das gerações mais velhas, arriscam-se a tornar-se seres passivos, socialmente amorfos, enclausurados em quotidianos muito solitários e nada solidários.»

Muito pessimismo! A haver culpados, pela desgraça do planeta e da politica, devemos olhar para os “sagazes” baby boomers (consumistas desenfreados) e não para os Millennials, ou Geração Z (muito mais habituados a partilhar).
http://visao.sapo.pt/actualidade/socied ade/2016-09-23-Millennials-A-geracao-que-v em-revolucionar-o-capitalismo
A triste realidade Pedro..e essa mesmo!
um bom dia!