Estátuas dos nossos reis (203)


Pedro Correia,

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D. Fernando II (1836-1853)

 

Autor: Charles Auguste Arnaud

Ano da inauguração: ainda por apurar

Localização: Palácio da Pena, na Serra de Sintra

0 comentários em “Estátuas dos nossos reis (203)”

    1. este senhor, príncipe consorte, está de corpo inteiro na rotunda do Ramalhão, vulgo rotunda de Ranholas, na principal entrada da Vila de Sintra

        1. D. Fernando II

          Representação de D. Fernando II sobre um pedestal, realizado em mármore branco. À frente do pedestal uma coroa de louros e uma placa comemorativa.

          Autor – Pedro Anjos Teixeira

          Modalidade – Escultura

          Técnica – Mármore

          Data – 1973

          Localização – Sintra (rotunda do Ramalhão)

    2. Eu gosto deste busto, do qual existe pelo menos uma réplica. D. Fernando, alemão de nascimento, foi um dos melhores monarcas da dinastia de Bragança, a que ficou ligado por ter casado em segundas núpcias com D. Maria II. O primeiro marido dela, D. Augusto, morreu após três meses de casamento. Não conheço nenhum busto que lhe perpetue a memória.

      1. sem certezas creio que até a rainha dona Maria I cognominada, a pia (acabando como a louca!) com estátua de corpo inteiro defronte do palácio nacional de Queluz, que foi a sua mulher passou ao lado dos teus ‘reinados’

  1. o ‘rei’ dom Fernando II, que nasceu a 29 de Outubro de 1816 e faleceu a 15 de Dezembro de 1885, morreu aos 17 anos ?!…

    em 9 de Abril de 1836, casa com a rainha dona Maria II de Portugal e fica viúvo a 15 de Novembro de 1853, justamente, as datas que, erradamente, apontas – até pareces o João Pinheiro a assinalar o penálti a favorecer o Sporting no Bessa, hehehe

      1. o único tempo em que na realidade reinou, como regente, foram os cerca de 2 anos em que substitui o filho primogénito dom Pedro enquanto este não atingiu a maioridade !…

        1. Não é verdade. Foi proclamado rei em 1836 , teve forte protagonismo, ao lado de D. Maria, num dos mais sólidos casamentos de que houve registo nas famílias reais portuguesas.

          1. estás errado !…embora o dom Fernando dada a sua elevada cultura tenha influenciado e muito a mulher e a sua côrte (como se escrevia no meu tempo de primária, corte é outra coisa…!)

          2. D. Fernando foi uma das personalidades mais influentes do seu tempo. E formou uma parceria impecável com a Rainha: eram um autêntico dois-em-um, embora a expressão ainda não se usasse à época.

          3. A propósito de D. Fernando II, vale a pena recordar estas palavras de Ramalho Ortigão nas suas ‘Farpas’:
            «Um pouco menos rei que os seus predecessores, rei apenas por afinidade, esta circunstância tornava-o simpático, e D. Fernando fez uma impressão nova e benigna. Alto, magro, louro, quase imberbe, educado como um bom aluno da Universidade de Heidelberg pelo seu preceptor, o conselheiro Dietz, o novo príncipe  falava correctamente as línguas, cultivava com talento a música,desenhava, pintava, gravava a água-forte, e fazia do sabão e da roupa branca um consumo quotidiano […].»

          4. daí a atribuição do cognome de o ‘rei artista’ por, salvo erro, António Feliciano de Castilho, o que lhe valeu o título nobiliárquico de visconde !…o que nunca faria dele adepto do Sporting, dado ser o autor da primeira ‘cartilha’ 😉

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