Pedro Correia, entenda o que estou a tentar dizer: Nuno Júdice NÃO aplica o Acordo, conforme diz a nota que transcreveu, embora seja A FAVOR do Acordo, como já o disse mais do que uma vez. Chama-se falta de coerência. Pronto, era isto.
Bem, para mim um escritor mostra se é a favor ou contra o “desacordo” na prática, ou seja, naquilo que escreve. Como diria o outro, essa é a prova do algodão.
Se Nuno Júdice recusa aplicar as disparatadas normas ortográficas, e deixa isso bem claro no início de cada livro, de modo a que nenhum leitor alimente dúvidas quanto ao lado em que ele se situa, eu só posso concluir que estou com ele. Não estamos em divergência, estamos em convergência.
É curioso que Nuno Júdice já se tenha manifestado várias vezes a favor do Acordo, mas depois não o aplique nas suas obras. Enfim.
Aplica, sim. Este livro recém-surgido é um bom exemplo disso. Como aliás surge assinalado na frase que transcrevo.
«Este livro segue a ortografia anterior ao Novo Acordo»
Mas ele defendeu-o.
Não é verdade.
Pedro Correia, entenda o que estou a tentar dizer: Nuno Júdice NÃO aplica o Acordo, conforme diz a nota que transcreveu, embora seja A FAVOR do Acordo, como já o disse mais do que uma vez. Chama-se falta de coerência.
Pronto, era isto.
Bem, para mim um escritor mostra se é a favor ou contra o “desacordo” na prática, ou seja, naquilo que escreve.
Como diria o outro, essa é a prova do algodão.
Se Nuno Júdice recusa aplicar as disparatadas normas ortográficas, e deixa isso bem claro no início de cada livro, de modo a que nenhum leitor alimente dúvidas quanto ao lado em que ele se situa, eu só posso concluir que estou com ele. Não estamos em divergência, estamos em convergência.