Este mês de Outubro promete. Logo no primeiro dia foi publicado mais um romance de António Lobo Antunes, Que cavalos são aqueles que fazem sombra no mar?, uma semana depois será a vez de Francisco José Viegas, com O Mar em Casablanca, há quem diga que este é o melhor da saga Jaime Ramos, dois dias depois espreita-nos das estantes das livrarias O Albatroz Azul de João Ubaldo Ribeiro, um dos meus escritores brasileiros preferidos. Tudo isto apenas na primeira quinzena. A segunda continua a prometer: espera-nos um novo Saramago e a revelação da Academia Sueca. E se pensarmos em Outubro como a extensão natural de Setembro não se pode ignorar 2666 de Roberto Bolaño, tão amado e odiado pela blogosfera, um novo Roth e um Sepúlveda que andam à solta. Dispenso o Roth e supeito faltar-me tempo ou paciência ou ambos para me atirar ao 2666. Vou dedicar-me ao último Lobo Antunes, espreita-me já ali do lado, enquanto espero por Caim de José Saramago. Tantos livros e tão pouco tempo.


É um Outono rico. Muito que ler? Faz como a formiga: junta já para um Inverno caseirinho.
Estou a prever um inverno com muito trabalho, João 🙁
Mas nada como estar à lareira com um bom livro e um belo chá.
Já gora, Leonor, aqui fica outra sugestão. O regresso de Luís Sepúlveda ao romance, com ” A sombra que nós fomos”. Saiu na quinta-feira e amanhã vou a correr comprá-lo
Está lá no post, Carlos 😉
Pois está Leonor. Desculpa!
Pois eu ando a ler a primeira obra de ficção de um jornalista paquistanês, e estou a gostar imenso. “Um caso de mangas explosivas”, de Mohamed Hanif. Comprem, apareceu agora nas montras.
Já ouvi boas referências a esse livro, Luís