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Obra Completa, de Arthur Rimbaud
Tradução de Miguel Serras Pereira e João Moita
Prefácio de Francisco Vale
Poesia
(edição Relógio d’Água, 2018)
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Obra Completa, de Arthur Rimbaud
Tradução de Miguel Serras Pereira e João Moita
Prefácio de Francisco Vale
Poesia
(edição Relógio d’Água, 2018)
Dois excelentes tradutores para os orfãos de Rimbaud.
Bebamos-lhes uma cerveja.
Não entendo o perpétuo antagonismo entre editoras portuguesas e capas com um desenho minimamente aceitável.
Além de uma combinação de cores que não é combinação de tipo nenhum e uma relação entre tamanhos de letra perfeitamente estapafúrdia e, aposto, a atávica colocação do texto nas lombadas de pernas para o ar (nunca nenhum profundo pensador especialista do editorialismo português reparou numa merda tão simples como esta??) — lemos com algum espanto que o Sr. Obras Completas escreveu um livro chamado “Arthur Rimbaud”. No limite até o rapaz no daguerreótipo fica conhecido por Edição Bilingue.
Boa Relógio d’Água! Só falta o livro ser em Acordês.
A foto de enfant terrible fica bem a Rimbaud