
![135923428_c6a80953bd[1].jpg 135923428_c6a80953bd[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2018/21249836_Ow3DN.jpeg)
D. Duarte (1433-1438)
Autor: Desconhecido
Ano da inauguração: 1726, presumivelmente
Localização: Castelo Branco, no Jardim do Paço Episcopal ou de São João Baptista

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D. Duarte (1433-1438)
Autor: Desconhecido
Ano da inauguração: 1726, presumivelmente
Localização: Castelo Branco, no Jardim do Paço Episcopal ou de São João Baptista
Grande rei. Um pensador.
Grande rei também o seu pai. Talvez o maior de todos
Rei-pensador e Rei-escritor.
Gosto deste rei. Da estátua, nem tanto… vermos muitas estátuas em sequência tornar-nos-á mais exigentes?
A estátua vale pelo simbolismo. Eloquente, também, a seu modo.
Mas pelo simbolismo valem todas; e isoladamente acredito que valham mais, na comparação é que saem a perder.
Gosto do ar dinâmico, aquele pezito parece indicar régio movimento em frente enquanto o pergaminho? monóculo? (qualquer um adequado) vibra de ansiedade às batidas na perna em marcha. Mas… ai, Pedro, o que me fez com tanta estátua e ainda em D. Duarte – fora as que (ainda) não vi… está a incutir um novo grau de exigência, nas próximas atenção ao entalhe e ao detalhe 🙂
Também gosto deste rei escritor.
A estátua não será um primor, mas todos sabemos que o granito é difícil de trabalhar.
E, segundo consta, foi trabalho de canteiros e não de grandes mestres.
Maria
Isso mesmo, Maria. Os mestres canteiros da nossa Beira, de tão longas e frutuosas tradições.
Não sei se seria um rei eloquente, mas há sabedoria no que deixou escrito.
No concurso de estátuas, mais um rei que leva uma cabazada, diante do irmão navegador.