Estátuas dos nossos reis (61)


Pedro Correia,

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D. Dinis (1279-1325)

 

Autor: António Duarte

Ano da inauguração: 1991

Localização: Caldas da Rainha, no Atelier-Museu António Duarte

30 comentários em “Estátuas dos nossos reis (61)”

  1. Já conhecíamos esta faceta caricaturista do António Duarte no seu Atelier-Museu.
    A questão agora é esta:
    Que fado estará D. Dinis a cantar com este ar de menino bem comportado?
    Maria

  2. Bem esculpida, bem-humorada e apresenta o Rei despido de barbas e autoridade, perdido de inspiração… gosto muito desta estátua. Tenho que dar um pulinho ao atelier, está visto – ou melhor, está por ver.

          1. Nice doin’, what a surprise, what’s it all about? 🙂

            _____
            (lembre-se que, além dos psicólogos da família – que nao temo, estão impedidos de me ‘ver’, claro! – trabalhei com um psiquiatra durante 2 anos e redigi em computador a tese dele………..e conversámos muito 🙂

          2. sim, um especialista em agorafobia, cujo trabalho não esteve jamais restrito a essa área de investugação; aprendi muito com ele e, principalmente, sendo eu tão novinha, ainda (20/21 anos, talvez), depositou em mim uma dose de confiança que me ajudou imenso a crescer 🙂

            ele soube, cedo, que poderia confiar em mim (e nem precisaria de falar, que eu tinha acesso às fichas clínicas, sobre as quais somente tive conversas com ele – e orientou aa minha mana e o meu cunhado, no final do curso).
            _________
            fiquei-lhe muito grata pela confiança e pelo facto de, nos tempos mais quedos, me ter permitido passar para o PC a tese de doutoramento, com a qual continuei a aprender: muito 🙂

    1. Comentaria em casa alheia, de bom grado, se não tivesse tanto comentário em minha própria casa.
      Só nas últimas 48 horas foram 146, em ambos os blogues. Todos lidos e quase todos replicados ou de algum modo respondidos.

  3. Um maroto esse escultor. Dinis cantava a velida estendendo calcinhas em no alto quando o vento lhas desviava.Ao lado o pobre Camões,tardio,apurava o olho único para a ninfa que lhe fugia.

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