![Viseu2Web[1].jpg Viseu2Web[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2018/21148632_HcYwO.jpeg)

D. Afonso Henriques (1140-1185)
Autor: Augusto Tomás
Ano da inauguração: 2014
Localização: Viseu, na rotunda junto ao Palácio do Gelo
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D. Afonso Henriques (1140-1185)
Autor: Augusto Tomás
Ano da inauguração: 2014
Localização: Viseu, na rotunda junto ao Palácio do Gelo
Só uma dúvida! O material empregue é chapa?
Chapa. Mas da boa.
Alguém terá dito: isto só à chapada.
E assim foi.
Feita de material reciclado, suponho.
Concorde o Pedro, ou discorde, da minha opinião, eu discordo de tanta inovação. Acho que o nosso Rei também não gostaria de se ver nesta triste figura…Logo ele, sempre tão garboso…
Quando passei por Viseu ainda não estava lá esta estátua.
Passe um bom fim-de-semana.
Neste caso não estar mais de acordo consigo, Maria Antonieta.
Bom fim de semana também para si (vêm mais duas estátuas a caminho nestes dias).
Vai desculpar-me a picuíce, Pedro, mas nesta frase:
“Neste caso não estar mais de acordo consigo”…não faltará ali o tempo verbal ‘podia’ depois do ‘não’ e antes do ‘estar’?
É que lida assim, como está, soa a ameaça ou linguagem de crioulo…
Não se aborreça, isto é brincadeira.
Cá estarei para acompanhar mais essas duas que faltam, para passarmos a D. Sancho I.
Tem razão, Maria Antonieta. Responder a cerca de cem comentários por dia, neste e noutro blogue, leva por vezes à omissão de certas palavras.
Só me admiro por não acontecer mais vezes.
Pois eu acho bastante sugestivo este rei armadurado com o mapa de Portugal, sem o Allgarve. Lembrando-nos de quando ainda não éramos o que já não somos.
A pieguice do coraçãozinho vermelho é que se dispensava.
Nem tinha reparado nesse pormenor. Observação certeira.
Parecem 2 estátuas diferentes, ou será impressão minha?
Na de cima parece que tem um mapa de Portugal (sem o Algarve) vestido… será?
Tenho de ir a Viseu investigar.
Maria
Tem a ver sobretudo com o ângulo das fotografias. Sendo a primeira do ‘atelier’ do escultor.
Interessante também, no caso do post, o permitir visualizar algo da evolução entre o que suponho ser a maquete e a obra final.
(A não ser que a primeira imagem corresponda a uma revisitação do monumento em versão indoors.)
Julgo tratar-se da primeira situação. Mas esta série, aliás como outras, está sempre aberta a contributos alheios – incluindo de “fontes próximas” dos escultores. Ou dos próprios, como é evidente.
Quem passar por aquela rotunda… certamente que ficará gelado!
O “escultor” não será afilhado do presidente da C. de Viseu?
Amendes
Se a moda pega, as rotundas de Viseu tornam-se… incontornáveis.
Que coisa mais feia! Eu pergunto-me porque é no espaço público se admitem estátuas assim.
Quem não tem jeito para esculpir, que se dedique a outras actividades. Permitir no espaço público estátuas horrorosas, a pretexto de uma pretensa neutralidade da arte, só tem levado a que nos últimos tempos estas coisas se multipliquem, as quais em nada homenageiam a personagem histórica que se pretende retratar.
Lembro-me de há alguns anos um descendente de Vasco da Gama ter pedido que não se fizesse nos próximos cem anos nenhuma estátua ao seu antepassado, tão má era a actual moda em matéria de estátuas. De facto, para fazer estátuas assim, mais vale não fazer nenhuma.
Se não estou equivocado, esta estátua foi erigida a partir de uma subscrição pública destinada a reforçar a tese de que o nosso primeiro Rei seria natural de Viseu.
Fraco argumento em abono de tal tese.