Podemos escolher os inimigos. Mas convém nunca esquecer quem são os adversários.
Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana
Podemos escolher os inimigos. Mas convém nunca esquecer quem são os adversários.
Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana
” win the player, not the game.”
Indeed.
hum.
tenho, há muitos anos, a ideia de que só devemos lutar com quem é ‘mais forte’, por uma razão: ou saímos com a porcaria da vitória, ou fomos derrotados, e aprendemos. Aprender é bom, chego a crer que tem mais cálcio que as couves (esqueçam o leite). Lutar com iguais ou mais fracos não passa, francamente, de uma espécie de exercício à la perder tempo.
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(sempre vi a palavra ‘adversário’ como um ganho, à partida: alguém que nos faz lutar e gosto disso, lutar, mas as razões são quem mais comanda, e nem sempre existem).
Hum.
Forte concorrente ao Comentário da Semana.
humm.
concursos não, plizz 🙂
Nada de concursos. Escolha minha, assumidamente arbitrária.
Convém nunca esquecer quem são os nossos amigos. Só existem inimigos, ou adversários se não estivermos seguros dos nossos méritos. Inveja e inimizade andam de mãos dadas
Confunde-se muitas vezes um adversário, ou até um simples rival, com um inimigo.
São patamares muito diferentes.
É como jogar no totoloto, não escolher números e deixar que eles nos escolham.
Não será bem assim. Pode (e por vezes deve) haver escolhas deliberadas em matéria de inimigos.
O adversário faz-nos ser melhores para o superarmos.
O inimigo faz-nos ser piores para o igualarmos.
Parece-me uma excelente síntese.
Obrigada, Pedro.
Há dias assim…
Bom dia Pedro Correia. Importante, até para contabilizar e divulgar “casos de sucesso e de excepção”. Mau, já ouvi isto em qualquer lado…..António Cabral
Pode valer a pena ler: on/enemies-vs-adversaries.html
https://www.nytimes.com/2013/10/17/opini