Estátuas dos nossos reis (32)


Pedro Correia,

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Imagem de sncho I e castelo.jpg

 

 

D. Sancho I (1185-1211)

 

Autor: João Cutileiro

Ano da inauguração: 1990

Localização: Torres Novas, junto à porta principal do castelo

22 comentários em “Estátuas dos nossos reis (32)”

  1. Muito bem parecido, este D. Sancho I.
    As barbas e que estão ali postas um bocadinho às três pancadas, não lhe parece, Pedro?
    Ai, Cutileiro…

    Bom resto de dia, Pedro Correia.

    ( Até tu me renegas, emoji? )

    🙂

  2. Bem, que posso eu dizer?
    É uma obra do João Cutileiro, sem dúvida.
    Se gosto?
    Só posso avaliar pelas fotografias pois nunca fui a Torres Novas.
    Digamos que gosto mais desta estátua de D. Sancho I do que da de D. Afonso Henriques (em Guimarães) e menos do que da de D. Sebatião (em Lagos).
    No entanto, gostaria de a ver “em pedra e a cores”.
    Maria

  3. agrada-me este tratar a pedra como papel; a ideia de colagem.
    penso que Francisco Simões também o faz, também muito bem.

      1. Também gosto muito do Francisco Simões.
        Não há muito tempo tivemos aqui em Castelo Branco uma belíssima exposição dele.
        Tenho alguns livros do David Mourão-Ferreira com capas assinadas pelo Francisco Simões.
        Maria

        1. David Mourão-Ferreira tornou-se um autor clandestino, que já quase ninguém lê. Há vinte anos que não são reeditados os livros dele. Agora só se encontram nos alfarrabistas.
          Assim vai a nossa “coltura”.

          1. agora fiquei completamente atónita.
            Mourão-Ferreira nesse estado? como é possível? uma poesia tão única e marcante, uma beleza…

          2. a Escola pode fazer algo. pouquinho que seja, mas pode.
            lamentável, o que me diz, Pedro Correia.
            a voz de David M.-F. é um legado maior na poesia portuguesa do séc XX.

          3. Pois, Cristina. Mas tudo se passa como se ele nunca tivesse existido. Nem Ministério da Educação nem Ministério da Cultura nem câmara municipal de Lisboa parecem minimamente preocupados com tão escandalosa omissão.
            Felizmente o Museu do Fado presta-lhe homenagem como autor de belas letras (poemas) para fados que ficaram célebres, sobretudo na voz da Amália.

          4. inqualificável.
            obrigada por informar, também, sobre esta questão, Pedro Correia.

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