![camphist08-16[1].jpg camphist08-16[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2018/21163528_Slu8F.jpeg)

D. Sancho I (1185-1211)
Autor: João Cutileiro
Ano da inauguração: 1990
Localização: Torres Novas, junto à porta principal do castelo
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D. Sancho I (1185-1211)
Autor: João Cutileiro
Ano da inauguração: 1990
Localização: Torres Novas, junto à porta principal do castelo
Muito bem parecido, este D. Sancho I.
As barbas e que estão ali postas um bocadinho às três pancadas, não lhe parece, Pedro?
Ai, Cutileiro…
Bom resto de dia, Pedro Correia.
( Até tu me renegas, emoji? )
🙂
Ainda não tinha reparado nas barbas dele, Maria Antonieta.
Sancho Cutileiro, canteiro?
Afeiçoando os blocos deixados pelo Fundador.
Não me parece mal.
Primeiro estranha-se, depois entranha-se.
Bem, que posso eu dizer?
É uma obra do João Cutileiro, sem dúvida.
Se gosto?
Só posso avaliar pelas fotografias pois nunca fui a Torres Novas.
Digamos que gosto mais desta estátua de D. Sancho I do que da de D. Afonso Henriques (em Guimarães) e menos do que da de D. Sebatião (em Lagos).
No entanto, gostaria de a ver “em pedra e a cores”.
Maria
Vale a pena ir a Torres, sem dúvida. Desde logo por ter um dos mais belos castelos portugueses.
Parece que o D. Sebastião perdeu um “s” no meu anterior comentário
Maria
já tinha reparado…
agrada-me este tratar a pedra como papel; a ideia de colagem.
penso que Francisco Simões também o faz, também muito bem.
Francisco Simões tem um pendor mais clássico. Gosto da obra dele.
certo. e é mais “redondo”.
Também gosto muito do Francisco Simões.
Não há muito tempo tivemos aqui em Castelo Branco uma belíssima exposição dele.
Tenho alguns livros do David Mourão-Ferreira com capas assinadas pelo Francisco Simões.
Maria
David Mourão-Ferreira tornou-se um autor clandestino, que já quase ninguém lê. Há vinte anos que não são reeditados os livros dele. Agora só se encontram nos alfarrabistas.
Assim vai a nossa “coltura”.
agora fiquei completamente atónita.
Mourão-Ferreira nesse estado? como é possível? uma poesia tão única e marcante, uma beleza…
Completamente esquecido pelas editoras. Sobrevive apenas nos alfarrábios e nos belos fados que compôs para a grande Amalia.
a Escola pode fazer algo. pouquinho que seja, mas pode.
lamentável, o que me diz, Pedro Correia.
a voz de David M.-F. é um legado maior na poesia portuguesa do séc XX.
Pois, Cristina. Mas tudo se passa como se ele nunca tivesse existido. Nem Ministério da Educação nem Ministério da Cultura nem câmara municipal de Lisboa parecem minimamente preocupados com tão escandalosa omissão.
Felizmente o Museu do Fado presta-lhe homenagem como autor de belas letras (poemas) para fados que ficaram célebres, sobretudo na voz da Amália.
inqualificável.
obrigada por informar, também, sobre esta questão, Pedro Correia.
Falarei sobre esse tema mais detalhadamente aqui, Cristina.
aguardemos, pois. 🙂