Claro, conciso e esclarecedor é o que posso dizer do excelente texto de Jill Colvin, da Associated Press, sobre a prestação de Trump na sua viagem à Europa, texto que tem vindo a ser reproduzido em vários jornais por todo o mundo. Recomendo por isso mesmo a sua leitura.

WASHINGTON — Under unrelenting pressure from congressional Republicans, his own advisers and his allies on Fox News, President Trump abruptly reversed course on Tuesday and claimed he had misspoken during a news conference with President Vladimir V. Putin about whether Russia tried to influence the 2016 presidential election.
Mr. Trump, reading from a script, said he believed the assessment of the United States’ intelligence agencies that Russia had interfered in the campaign after having seemed to have accepted Mr. Putin’s assertion the day before that Russia was not involved.
https://www.nytimes.com/2018/07/17/world/e urope/trump-putin-summit.html
Como é que se pode confiar num mentiroso?
Trump uma marionete de Putin, por causa disto (Putin seguindo a estratégia de John Edgar Hoover ?)
Flight records appear to disprove Donald Trump’s Moscow prostitutes alibi
https://www.google.pt/amp/s/www.independ ent.co.uk/news/world/americas/us-politic s/trump-russia-dossier-pee-tape-prostitu tes-flight-records-moscow-christopher-st eele-james-comey-memos-a8319731.html%3fa mp
cattegorize our allies as foes
“Aliados” é um termo militar. E Trump esclareceu que usava a palavra foes no sentido de “competidores”. Nada há de inusual ou chocante em que um aliado militar seja um competidor económico.
Mas, é claro, isto é areia de mais para a camioneta da Jill.
A inteligentsia dos EUA está como o PSD de Passos Coelho: os anos passam e continua incapaz de absorver, interiorizar e aceitar a derrota. Continua a achar que tem o direito à vitória.
“Aliados” é um termo político, no sentido de haver duas, ou mais, partes capazes de cooperação. E para o significado da mensagem, daquilo que é dito (comunicação), tem tanta importância o tom, e o estilo do nosso interlocutor/emissor da mensagem, como o significado literal das palavras empregues na comunicação dessa mensagem.
Um exemplo de duas mensagens com conteúdo idêntico mas significados diferentes:
Este Lavoura…
!
ESTE LAVOURA…
ps: Emprego o Emoji como forma de distinção entre duas tonalidades.
Luis, leio com gosto os seus comentários e sempre com atenção, concordo com o que diz apesar de algumas vezes me parecer haver contradições que ainda não consegui compreender. O mesmo acontece com este texto. Por favor, Luís, diga-me só qual é ou qual foi a derrota do Passos Coelho.
Atalhando caminho, digo-lhe apenas uma coisa: são os portugueses que mandam no parlamento e não o parlhamento que manda nos portugueses.
Ou não é assim …
A derrota de Passos Coelho foi não ter conseguido ser primeiro-ministro após as últimas eleições legislativas, por a maioria dos deputados o ter recusado. Mais propriamente, a sua derrota foi não ter conseguido nas eleições deputados suficientes para a sua PàF que pudessem salvaguardar um governo seu.
Os portugueses não mandam no parlamento; os portugueses escolhem os deputados. Mas não mandam no que os deputados fazem, como é evidente. Uma vez escolhido, o deputado pode fazer o que quiser.
Os deputados são designados pelo partido e os eleitores votam num conceito abstracto que é o partido. O chefe do partido tal como qualquer deputado pode ser substituido durante a legislatura consoante os interesses partidários. O slogan de que os deputados representam os eleitores é uma das fake News mais bem vendidas pela propaganda. Ainda por cima, no conjunto, todos eles, não conseguiram mais do que 45% dos votos dos eleitores nos partidos que os designaram e que os vão substituindo.
Se, pelo menos, tivesse lido os primeiros parágrafos da notícia saberia que não foi “a Jill” que tal disse…
Agradeço o ter-me facultado a leitura do artigo. Realmente muito bom.
Fiz ligação num postal. Sabe como é, as cerejas e tal…
A histeria manufacturada e as Fake News do Jornalismo continuam em grande.
“We’ve never had our President…”
Quando Obama dizia mal dos EUA em publico era bom. Agora já é mau…
“…but in fact dedicated most of his time to blaming the U.S. Justice Department and intelligence services.”..”
E? Não foi o FBI que protegeu a Hillary Clinton de ser julgada?
Não foram vários agentes do FBI que escreveram que iriam fazer com que Trump não fosse eleito?
O encontro inopinado no aeroporto da Hillary Clinton com a Procuradora Geral foi o quê?
Não foi a Administração Obama que deu a ordem para que supostos ataques informáticos Russos não fossem parados?
https://www.yahoo.com/news/obama-cyber-c hief-confirms-stand-order-russian-cybera ttacks-summer-2016-204935758.html
De repente o “reset” nas relações entre os EUA e a Rússia já não é bem vindo.
E com esta frase começa a manipulação jornalista:
Note-se que os jornalistas não escreviam Obama e Putin, escreviam EUA – Rússia ou mesmo Obama – Rússia.
Hoje escrevem Trump – Putin.
Reset foi tão elogiado porque tinha sido feito pela Hillary Clinton.
E eu a pensar que a campanha dos emails levada a cabo pelo FBI foi um dos factores que contribuíram negativamente para o resultado eleitoral de Clinton.
How the FBI Helped Sink Clinton’s Campaign
New reports reveal that decisions made by a number of officials, acting out of a variety of motives, injured not Trump’s candidacy—but that of his opponent.
https://www.google.pt/amp/s/www.theatlan tic.com/amp/article/558200/
theAtlantic!?
“Campanha dos emails”
Só esta frase diz tudo.
Hillary Clinton coloca servidores para serviço de Estado fora dos sistemas que permitem o seu controlo e protecção. Deixando sequer de existir um “paper trail” sobre o funcionamento oficial, de facto escondendo parcialmente que fez, disse e decidiu.
Depois alguns dos ditos servidores são “apagados”…
Que não é levantada acusação ao contrário do que acontece a pessoas menos privilegiadas demonstra o comportamento do FBI & co.
Public statements from former FBI Director James Comey, as well as an internal investigation focusing on former FBI Deputy Director Andrew McCabe, have shed light on the extent to which leaks from the Bureau influenced a series of late-October decisions that damaged Hillary Clinton’s chances in the 2016 election.
Pressure from the FBI officials investigating the Clinton Foundation, who leaked their frustrations to the press, affected both Comey’s decision to make his late-October announcement that the Clinton email probe had been reopened, and according to the Department of Justice Inspector General, McCabe’s decision to publicly confirm the existence of the Clinton Foundation probe to The Wall Street Journal.
Lucky, que tal começar por dar referências jornalísticas credíveis e deixar-se dessas histórias da Pixar?
O método de quem apoia Trump é sempre o mesmo, não tem nada que saber. Aconteça o que acontecer a culpa é sempre da Clinton ou, só para não culpar sempre a mesma pessoa, do Obama, claro. Do Trump nunca é, que está sempre bem e nunca faz nada de mal. Quando não há escapatória possível, são só “fakenews”. Incrível que não haja pessoas que não percebam o quão ridículo é argumentar sobre a prestação do Trump em relação a qualquer coisa com “Mas então a Hillary/Obama/fakenews…” (…) (…) (…) (…) (…) (…)(…) (…) (…)(…) (…) (…) over and over again
Haha, o que é que o Trump fez bem para si? para mim fez e faz mal o proteccionismo.
São ataques histéricos a Trump não são criticas a Trump.
O que se discute continua a ser precisamente a eleição de Trump nada mais.
Fakenews foi a narrativa que o jornalismo marxista “de referência” tentou passar, felizmente devido a quantidade de mentiras que escreve voltou-se contra os próprios.
Veja-se onde já vai o “trash paper” Washington Post: um texto a elogiar o “deep state” num jornal que tem o novel mote ” a democracia morre na escuridão…”
https://www.washingtonpost.com/opinions/g od-bless-the-deep-state/2018/07/19/de36b d00-8b8a-11e8-85ae-511bc1146b0b_story.ht ml?utm_term=.271ae21ef5ed
Lista de fakenews do jornalismo “de referência” americano e só sobre o Trump e nem está completa.
https://sharylattkisson.com/2018/07/11/5 0-media-mistakes-in-the-trump-era-the-de finitive-list/
Pois eu recomendo a leitura dos seguintes textos, cada um denunciando e desmontando uma mentira, desinformação ou manipulação provinda da AP e/ou de algum dos seus «jornalistas»…
https://twitchy.com/brettt-3136/2018/07/1 4/not-an-opinion-piece-ap-says-trump-rem ark-drew-parallels-to-white-nationalist-r hetoric-cites-splc/
https://twitchy.com/sarahd-313035/2018/0 7/06/are-you-really-doing-this-ap-uses-a nne-frank-to-take-not-so-subtle-immigrat ion-swipe-at-trump/
https://twitchy.com/samj-3930/2018/07/06/h ell-to-the-yeah-j-r-salzman-and-ag_conse rvative-take-ap-story-on-army-dischargin g-immigrant-recruits-apart/
https://twitchy.com/sarahd-313035/2018/0 6/11/wtf-the-ap-sure-has-a-strange-way-o f-spinning-ayatollah-khameneis-vows-to-d estroy-israel/
… E além destes há vários outros exemplos. E o mesmo «exercício» poderia ser feito com o New York Times, o Washington Post, (MS)NBC, CNN… O pior é que material como este, nada «claro, conciso e esclarecedor», depois é, precisamente, «reproduzido em vários jornais por todo o mundo»… e muitas pessoas acreditam quase religiosamente, sem questionar, sem duvidar, sem confirmar.
Sobre o texto específico citado, (pelo menos) uma falsidade é desde logo evidente e que o descredibiliza irremediavelmente: Donald Trump nunca culpou o Departamento de Justiça e os serviços de inteligência como um todo, mas sim, e justificadamente, as suas lideranças durante a administração de Barack Obama; John Brennan (CIA) e James Comey (FBI), que agora o acusam de traição e/ou que recomendam o voto no Partido Democrata, perpetraram ou permitiram a vigilância da campanha do então candidato com base em informações pouco ou nada fiáveis obtidas pela equipa de Hillary Clinton junto de fontes russas não identificadas! Sim, houve «collusion», conluio, mas com outros protagonistas do lado norte-americano.