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«Gosto de lugares de encontro onde se cruzam maduros que, sobre o processo de secessão da Catalunha, têm a opinião correcta, por acaso a minha, com outros de opinião oposta (como é possível?!). Gosto de um tuga que andou por Moçambique a indignar-se com o esquecimento a que foi votado o angolano Ruy Duarte de Carvalho, por acaso nascido português. E gosto de uma mulher que, tendo lá em casa uma dor, não fez dela uma dor, nem um troféu, fez uma filha com réplicas marotas.»
Do prefácio de Ferreira Fernandes, intitulado “Uma Forma de Ser Agradecido”

Quem vê caras não vê corações, mas no prefácio dá para avistar os ventrículos, os ventríloquos, os loquazes ventres que pariram o livro.
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Arguta observação, Sarin.
Qual é a “opinião correcta” sobre a questão catalã?
Qualquer segundo escriturário de qualquer chancelaria da comunidade internacional saber responder a essa pergunta.