
Juntámo-nos esta noite em mais um jantar de blogue. Como sempre temos feito no DELITO, desde há quase dez anos. O cenário escolhido voltou a ser o Café Império, em Lisboa. E o repasto contou desta vez com três estreantes: o João André (vindo da Holanda), o João Pedro Pimenta (que veio do Porto) e o José Teixeira (residente muito mais próximo, no bairro dos Olivais).
O relato há-de ser esmiuçado por um destes caloiros, embora já veteranos na escrita delituosa. Por agora fica só a notícia sintética, acompanhada pelo retrato de grupo com duas senhoras – nossas colegas muito estimadas.
A minuta segue dentro de momentos. Ou de dias, logo se vê.

Isto é o que se chama “dar a cara”. Assim gosto.
Connosco os anónimos ficam sempre debaixo da mesa. Por excesso de timidez.
Os anónimos serão tímidos? Ou antes cobardes? Ou apenas nunca pensaram nisso?
E ao assinar com um nome diferente do que consta no meu Cartão de Cidadão, estarei a manter o anonimato ou nem por isso?
(Uma fulana com lacinho na fronha escreveu vários parágrafos sobre isso e ficou longo para copiar, mas se quiser perder dois minutos entre nomes, nicknames e anonimato, gostaria de ler, aqui, a resposta do Pedro e de outros delituosos que também não apreciam a ausência de assinatura. Para garantir que não ando a cometer delitos contra a minha vontade 🙂 )
Reconheço alguns, noto a ausência de outros, de outros ainda ouvirei falar com o tempo.
O dinamismo é isso.
Não sei se jogaram à moeda para ver quem pagava a bica, mas eu apostava no 31… sustentar a opinião pode ser uma bica-d’obra.
Os relatores do processo que não se esqueçam das anedotas – e se negarem que as houve incorrem no descrédito.
O “relator” será um dos caloiros. Faz parte da praxe aqui no blogue.
Antes isso do que pagar a conta de todos.
😀
Quando organizam uma almoçarada com os comentadores para poderem comentar o menú?
amendes
Já houve vários comentadores que hoje são autores do blogue. Nós acreditamos no empreendedorismo e no elevador social.
Eu ofereço! Pode ser no Burger King?
Tresanda a imperialismo americano. Somos contra. Excepto o Luís ML, que prefere militar contra o imperialismo castelhano.
Estou lixada!
Não bebo bica mas em substituição atiro-me à água suja do imperialismo; por outro lado, alinho com LML, não militantemente mas porque os catalães são fofinhos e os castelhanos são, tipo, sei lá…
Podemos trocar pelo MacDonald’s? Tem estilo escocês, e com esta história farágica da sobrevivência da população de lagostas algarvias sempre se mostrava alguma solidariedade com a UE – isto se a malta dos pan-abanicos não se importar com um eventual McOlé nos cornos do Brexitado touro…
Num espírito de cooperação internacional, ofereço uns muito finlandeses Häagen Dasz ali de Brooklyn. E dou liberdade para escolherem o sabor – mas apelando ao “verdadeiro espírito marxista”, entendam-se porque comem todos do mesmo!
O que não me impede de apreciar uma paelha.
Faltaram as bandeiras espanholas.
Não. ..foi Paella, regada a Sangria D. Simon.
Já falaram em almoço com os comentadores, pois eu sugiro a “Taberna dos Cabrões”, eu entro! 🙂
Mais depressa iria à Tasquinha do Lagarto…
Tinha de ser 🙂
Também não era má ideia, mas assim sempre se atravessava o rio:-)
Também há a “Casa Velha” em Alcochete ou o “Pinto”, belas tascas para se falar de coisas sérias 🙂
Na “Tasca do Careca” é que não, é muito fumo e as batatas fritas fazem mal 🙂
Atravessar o Rio é especialidade do António Costa.
Com o amigo Lino, uma ida ao deserto faz sempre bem 🙂
Quase todos os homens estão com excesso de peso. Por isso, não é uma fotografia lá muito agradável.
Se procura namorado compre o Correio da Manhã.
😂
Quem vê caras não vê corações, mas prontes
Penso que no Correio da Manhã só a bunda não está desfocada
Os olhos são o espelho da alma.
Tudo depende de onde se procura esta.