Fomos dez – e três em estreia


Pedro Correia,

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Juntámo-nos esta noite em mais um jantar de blogue. Como sempre temos feito no DELITO, desde há quase dez anos. O cenário escolhido voltou a ser o Café Império, em Lisboa. E o repasto contou desta vez com três estreantes: o João André (vindo da Holanda), o João Pedro Pimenta (que veio do Porto) e o José Teixeira (residente muito mais próximo, no bairro dos Olivais).

O relato há-de ser esmiuçado por um destes caloiros, embora já veteranos na escrita delituosa. Por agora fica só a notícia sintética, acompanhada pelo retrato de grupo com duas senhoras – nossas colegas muito estimadas.

A minuta segue dentro de momentos. Ou de dias, logo se vê.

24 comentários em “Fomos dez – e três em estreia”

      1. Os anónimos serão tímidos? Ou antes cobardes? Ou apenas nunca pensaram nisso?

        E ao assinar com um nome diferente do que consta no meu Cartão de Cidadão, estarei a manter o anonimato ou nem por isso?

        (Uma fulana com lacinho na fronha escreveu vários parágrafos sobre isso e ficou longo para copiar, mas se quiser perder dois minutos entre nomes, nicknames e anonimato, gostaria de ler, aqui, a resposta do Pedro e de outros delituosos que também não apreciam a ausência de assinatura. Para garantir que não ando a cometer delitos contra a minha vontade 🙂 )

  1. Reconheço alguns, noto a ausência de outros, de outros ainda ouvirei falar com o tempo.
    O dinamismo é isso.

    Não sei se jogaram à moeda para ver quem pagava a bica, mas eu apostava no 31… sustentar a opinião pode ser uma bica-d’obra.

    Os relatores do processo que não se esqueçam das anedotas – e se negarem que as houve incorrem no descrédito.

        1. Estou lixada!
          Não bebo bica mas em substituição atiro-me à água suja do imperialismo; por outro lado, alinho com LML, não militantemente mas porque os catalães são fofinhos e os castelhanos são, tipo, sei lá…

          Podemos trocar pelo MacDonald’s? Tem estilo escocês, e com esta história farágica da sobrevivência da população de lagostas algarvias sempre se mostrava alguma solidariedade com a UE – isto se a malta dos pan-abanicos não se importar com um eventual McOlé nos cornos do Brexitado touro…
          Num espírito de cooperação internacional, ofereço uns muito finlandeses Häagen Dasz ali de Brooklyn. E dou liberdade para escolherem o sabor – mas apelando ao “verdadeiro espírito marxista”, entendam-se porque comem todos do mesmo!

  2. Já falaram em almoço com os comentadores, pois eu sugiro a “Taberna dos Cabrões”, eu entro! 🙂

      1. Tinha de ser 🙂

        Também não era má ideia, mas assim sempre se atravessava o rio:-)

        Também há a “Casa Velha” em Alcochete ou o “Pinto”, belas tascas para se falar de coisas sérias 🙂

        Na “Tasca do Careca” é que não, é muito fumo e as batatas fritas fazem mal 🙂

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